Venezuela indica longa gravado em língua indígena ao Oscar de melhor filme estrangeiro

No filme, Dauna fica dividida entre uma paixão e a vontade de ir estudar fora da tribo – Foto: Reprodução/Youtube
Venezuela indica longa gravado em língua indígena ao Oscar de melhor filme estrangeiro
Feito é inédito na história da Academia; segundo diretor, película aborda o papel da mulher em comunidades modernas e tradicionais
Neste mês a Venezuela divulgou o filme que vai indicar ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro: “Dauna: Lo que lleva el río” (Dauna: o que o rio leva, em tradução livre), do cubano-venezuelano Mario Crespo. Gravado na língua warao, falada em algumas comunidades da Venezuela, Guiana e Suriname, o longa será o primeiro de língua indígena a concorrer na categoria.
Arandu Arakuaa: banda de metal indígena lança seu segundo álbum
Arandu Arakuaa: banda de metal indígena lança seu segundo álbum
Por Zândhio Aquino
A banda Arandu Arakuaa lançou seu segundo full length “Wdê Nnãkrda” (tronco de árvore na língua indígena Akwẽ Xerente).
Arandu Arakuaa nas redes sociais:
https://www.facebook.com/aranduarakuaa
youtube.com/aranduarakuaa
https://soundcloud.com/aranduarakuaa
O disco conta com cinco músicas no idioma Akwẽ Xerente, três em Tupi, duas em Xavante e uma em Português. A diversidade de idiomas indígenas busca chamar atenção para preservamos as riquezas que ainda temos, dentre elas as línguas indígenas brasileiras que ainda resistem e as que carecem serem preservadas. Continue lendo
Escola Municipal do MS é destaque na educação bilíngue

Foto: Lucho Rocha
Escola Municipal Prof.ª Marly Cavalheiro Rojas é destaque estadual na educação bilíngue
Criada pelo Prefeito Ludimar, escola atende mais de 640 crianças do maternal ao segundo ano, 60% chegam falando somente o espanhol ou guarani
O jornalismo estadual, MS/TV da TV Morena, afiliada da Rede Globo está apresentando uma série de reportagens mostrando as coisas boas e positivas que acontecem nas escolas do Mato Grosso do Sul, os repórteres apresentaram iniciativas que fazem a diferença em várias regiões do estado.
Lançado livro “Introdução à Linguística Africana”
Lançado livro “Introdução à Linguística Africana”
Acaba de ser lançado o livro “Introdução à Linguística Africana“, organizado por Margarida Petter, professora livre-docente do Departamento de Linguística da Universidade de São Paulo, onde ministra cursos de graduação e pós-graduação de linguística geral e africana. O livro sai pela Editora Contexto.
Acesse aqui a página do livro na Editora Contexto onde é possível baixar o Prefácio e a Introdução.
A obra, nas palavras das organizadora, objetiva “oferecer uma visão concisa e atualizada do universo linguístico africano para um público bastante amplo: estudantes de Letras, estudiosos das culturas africanas e interessados pela investigação da presença africana no Brasil”.
Espaço comum de mídia dos BRICS vai divulgar fatos sem “versões de conveniência”

BRICS and SCO International Media Centre – Foto: Host photo agency
Espaço comum de mídia dos BRICS vai divulgar fatos sem “versões de conveniência”
Arnaldo Risemberg
Os jornalistas Denize Bacoccina e Gilberto de Souza estiveram entre os 13 brasileiros presentes, na semana passada, ao evento “Vias de Criação de um Espaço Informacional Comum dos BRICS”, organizado em Moscou pela Agência Internacional de Notícias Rossiya Segodnya. Eles falaram à Sputnik Brasil sobre o encontro.
Segundo os dois jornalistas, o objetivo do evento foi alcançado – a criação de órgãos de notícias (uma agência e uma emissora de rádio) destinados a promover a integração de conhecimentos entre os cinco países do grupo BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Anuncian el Primer Encuentro Mundial de Poesía Indígena

El poeta nahua Natalio Hernández – Foto: Alejandro Saldívar
Anuncian el Primer Encuentro Mundial de Poesía Indígena
Judith Amador Tello
El “Primer Encuentro Mundial de Poesía de los Pueblos Indígenas: Voces de Colores para la Madre Tierra” se llevará a cabo del 17 al 22 de octubre de 2016 en Chiapas, Estado de México, Oaxaca, Puebla, Veracruz, Yucatán y Ciudad de México, y reunirá a 80 poetas de diversos países.
MÉXICO, D.F. (apro).- Mientras la educación bilingüe se mantenga “encapsulada” en las comunidades y sólo se use “para que los niños hablen con su abuelita”, las lenguas indígenas no prosperarán en nuestro país.
Así lo consideró el etnólogo José Manuel del Val, director del Programa Universitario de Estudios de la Diversidad Cultural y la Interculturalidad de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), quien habló con la agencia Apro luego de la presentación del Primer Encuentro Mundial de Poesía de los Pueblos Indígenas: Voces de Colores para la Madre Tierra.


