Segunda Circular do XVIII Congresso Internacional da ALFAL
A Associação de Linguística e Filologia da América Latina (ALFAL) divulga a segunda circular de seu XVIII Congresso Internacional, que terá lugar na Universidade Nacional da Colômbia (Bogotá, D. C., – Colômbia) entre 24 e 28 de julho de 2017. O congresso faz parte das comemorações pelo 150º aniversário de fundação da Universidade Nacional da Colômbia.
A organização convoca todos os sócios a participar desta reunião acadêmica, em que se apresentarão trabalhos para discussão e estarão reunidos os projetos de pesquisa da ALFAL. Durante o congresso serão realizadas a assembleia geral ordinária e outras reuniões.
O convite estende-se também a todas as pessoas interessadas em temáticas relacionadas à linguagem e a profissionais de disciplinas afins.
As línguas oficiais do Congresso são o Espanhol e o Português Continue lendo
“O Português é identificado como uma das mais importantes línguas regionais”
Num país onde há uma crescente perceção de que o Português é uma língua que atribui um valor acrescentado aos currículos daqueles que a dominem, 41% dos alunos do EPE já são sul-africanos e de outras nacionalidades. Tem crescido o interesse em todos os níveis de ensino e o novo adjunto da coordenação do EPE acredita que este irá aumentar com a integração das aulas de Português no currículo e dentro do horário normal. Algo que será uma realidade já a partir de fevereiro de 2017, para o 8º ano de escolaridade na Assumption Convent High School, em Germiston, revelou Carlos Gomes da Silva nesta entrevista.
O que o motivou a assumir o cargo de adjunto da Coordenação do EPE na África do Sul?
Em primeiro lugar, entusiasmou-me muito a perspetiva de poder voltar a trabalhar na África do Sul e países vizinhos, região que conheço bem e da qual guardava e mantenho excelentes memórias e uma valiosa experiência pessoal, humana e profissional. Depois, tenho uma longa experiência como docente de Português língua Segunda/Estrangeira e de Herança, a todos os níveis de ensino, em três diferentes continentes, em diferentes países (Portugal, Holanda, África do Sul, Canadá e Brasil):
Na Holanda (entre 1974 e 1985), lecionei cursos de ensino básico e secundário no sistema paralelo e integrado, assisti e participei na discussão e na reflexão sobre o bilinguismo em contexto de imigração. Interessei-me pela questão da aquisição e manutenção da língua portuguesa entre os lusodescendentes na Holanda, tendo-as estudado num trabalho para um seminário do programa de doktoraal em psico e sociolinguística que concluí na Universidade de Utreque.
Na África do Sul (entre 1985 e 1991), como docente na Universidade da Cidade do Cabo, montei um programa de Português integrando cursos de cultura e de literatura dos PALOP, no contexto da emergência destas novas culturas e literaturas que a Universidade achava importante para o futuro, com a concordância do então ICALP. Os 12 anos de experiência na África do Sul foram determinantes para a minha formação, enriquecimento pessoal, humano e profissional, e, sobretudo, para compreender melhor África, bem como a importância estratégica, cultural e política da língua portuguesa no pós-apartheid na África Austral.
No Canadá (de 1997 a finais de julho de 2016), comecei por lecionar na Universidade de Otava em 2002, como professor adjunto, na sequência de diligências que efetuei na minha qualidade conselheiro social e cultural na Embaixada de Portugal em Otava, para que a Universidade reintroduzisse o ensino de Português. A partir de então, empenhei-me na consolidação do Ppograma de português e no aumento do número de alunos (tínhamos, em média, entre 100 e 150 alunos por semestre, inscritos nos vários cursos semestrais do Programa de Português). A pedido da Reitoria da Universidade de Otava, estabeleci contatos e negociei protocolos de intercâmbio com universidades portuguesas e brasileiras.
Nos últimos anos, tenho-me dedicado à investigação e produção de materiais para o ensino do português como língua segunda/estrangeira e de herança, com a colaboração de colegas brasileiras da Universidade de São Paulo. Estão em fase de revisão os manuais de Português Pt/Br para os níveis C1 e C2, que integram as variantes europeia e brasileira, organizados por temas culturais, comuns e transversais aos vários países de língua portuguesa, tendo como público alvo estudantes universitários e executivos. Continue lendo
Malária avança na Terra Indígena Alto Rio Negro (AM)

Agente Indígena de Sáude Orlando Massa Moura, Tukano, testa sangue de anciã indígena na comunidade Santo Antônio no Médio Tiquié|Pieter van der Veld-ISA
A situação da saúde indígena no Rio Negro é precária. À exceção dos tempos em que a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn) cuidou de sua gestão, no início dos anos 2000. Depois que passou a ser responsabilidade direta do Estado, piorou muito. A opinião é compartilhada por várias lideranças indígenas ouvidas pelo ISA, para tentar entender o que acontece agora em relação à malária, que está sendo reintroduzida em áreas onde não mais ocorria. A falta de ações e de planejamento por parte do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei-Alto Rio Negro) e problemas de gestão são os fatores apontados para explicar o agravamento dessa doença.
O alerta sobre a ocorrência da doença veio de Pieter-Jan van der Veld, técnico do ISA, que, de volta à cidade de São Gabriel da Cachoeira, depois de acompanhar por três semanas um levantamento de informações no Rio Tiquié e no Baixo Uaupés ao lado de técnicos da Funai e da Foirn, relatou a situação difícil que viu, com muitos índios doentes, sem medicamentos e testes para diagnóstico rápido. “Tem muita malária em todas as comunidades que visitamos. Uma verdadeira epidemia. E os agentes indígenas e as equipes de saúde na área sem remédios. Quando finalmente chegaram os remédios, eram tantos os doentes que o estoque esgotou rapidamente”, relata. Esse levantamento é parte dos Planos de Gestão Territorial e Ambiental (PGTAs) das Terras Indígenas do Rio Negro, que o ISA apoia. Também Pieter contraiu malária. Ao chegar em Manaus foi diagnosticado com a doença no Hospital Tropical. Continue lendo
Para reitores, PEC 241 vai desmontar o ensino e a pesquisa nacional
Nas universidades federais, que terão o subfinanciamento congelado por 20 anos, que são desenvolvidos mais de 85% da ciência produzida no Brasil. Ensino tende a deixar de ser gratuito
São Paulo – O Brasil tem atualmente 63 universidades federais em funcionamento, com mais de 1,2 milhão de alunos. Dezoito delas estão no grupo que reúne as mil melhores de todo o mundo, segundo diversos rankings internacionais. A situação se deve em grande parte ao Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais Brasileiras, o Reuni, que vigorou entre 2007 e 2012, durante o segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, injetando aproximadamente R$ 5 bilhões nas 53 universidades que existiam até então. Continue lendo
UNI, Itapúa, Paraguay: I Jornadas de Lengua y Literatura “Tembikuaareka ha ñe’ẽ kuaapy aĝagua – Investigación y realidad lingüística”
El Departamento de Lenguas y la Jefatura de Investigación y Extensión de la Facultad de Humanidades, Ciencias Sociales y Cultura Guaraní de la Universidad Nacional de Itapúa (UNI) organiza las ÑE’Ẽ HA ÑE’ẼPORÃHAIPYRE ATY I – I JORNADAS DE LENGUA Y LITERATURA: “Tembikuaareka ha ñe’ẽ kuaapy aĝagua – Investigación y realidad lingüística” en el marco de los 20 AÑOS DE LA UNI, que se realizará en el Campus Universitario de la UNI-Facultad de Humanidades, los días viernes 4 y sábado 5 de noviembre del 2016.
La actividad tiene como objetivos “Difundir las investigaciones, actividades y propuestas de interés académico, social y profesional así como propiciar el contacto y la formación de grupos de investigadores en lengua y literatura”. Se plantea la presentación de conferencias, trabajos y experiencias de investigación en ejes como: Estudios sociolingüísticos, Didáctica de la lengua y la literatura, Cultura e identidad, Políticas lingüísticas y educativas.
Invitamos cordialmente a participar de esta actividad. Para ello, solicitamos que envíe por correo (delhumauni@gmail.com) el tema, autor/es y resumen del trabajo que se presentará el día sábado, de 08:00 a 14:00, conforme con el programa que será difundido con posterioridad.
Rovy’aitéta remoneĩramo ore rembijerure ikatuhaguéicha arange 21 jasypa peve. Esperamos sus resúmenes hasta el 21 de octubre, a efectos de mejor organización.
Roguerohoryetéta ikatúramo reime orendive upe árape. Esperamos contar con su participación,

Fonte: Email de Divulgação/Comité Organizador
Seminário sobre a grafia e valorização do Yẽgatu
Entre os dias 25 e 27 de outubro de 2016, acontece na Comunidade Cucuí, no Alto Rio Negro, o Seminário sobre a grafia e valorização do Yẽgatu.
A FOIRN (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro) em parceria com a turma Yegatu/Licenciatura Indígena, discutirá o acordo ortográfico da língua Yegatu, e instrumentos para sua valorização e fortalecimento nas comunidades, escolas e repartições públicas.
O IPOL estará presente no Seminário através da participação da pesquisadora Dra. Ana Paula Seiffert, que atua como docente no curso de Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável da UFAM.


