Guiné Equatorial reafirma compromisso com português e condena “críticas fora dos canais competentes”
A Guiné Equatorial reiterou hoje o seu compromisso com a “implantação do português no quotidiano” e afirmou que o “funcionamento” da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) “não permite a crítica fora dos canais competentes”.
A missão permanente da Guiné Equatorial junto da CPLP reage assim, em comunicado enviado à Lusa, a declarações da nova presidente do conselho científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), a portuguesa Margarita Correia, que afirmou que “não tem sido muito visível a vontade” de Malabo para difundir o português no país, um compromisso assumido pelas autoridades equato-guineenses aquando da adesão à comunidade lusófona, em 2014. Continue lendo
V Jornadas Pedagógicas de Língua Portuguesa
As propostas de trabalho devem ser enviadas até o dia 22 de maio de 2018.
Fonte e informações: V Jornadas Pedagógicas de Língua Portuguesa
Avanço no ensino bilíngue da rede pública da capital é exposto durante maior evento de educação e tecnologia da América Latina
Os investimentos e avanços feitos pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) no campo educacional vêm refletindo em diversas partes do Brasil. Um exemplo disso é a presença do diretor do Centro de Línguas Estrangeiras (Celest) da Secretaria de Educação e Cultura da Capital (Sedec), Jonathan Vieira, que foi convidado para ser um dos palestrantes do maior evento de educação e tecnologia da América Latina que é o Bett Educar 2018. O evento aconteceu nesta sexta-feira (11), em São Paulo.
O tema da palestra foi ‘Educação bilíngue na escola pública: desafios e oportunidades’ onde ele expõe sobre o que vem sendo feito pela PMJP quando se trata de educação bilíngue na rede pública. Jonathan explicou que a Capital da Paraíba virou uma referência na rede pública de ensino em todo o Brasil quando se trata da aquisição de uma segunda língua. Falou também dos investimentos que a PMJP, por meio da Sedec, vem fazendo nessa área como a construção do Celest, parcerias internacionais como a do Consulado-Geral dos Estados Unidos. Continue lendo
Português, uma língua periférica?
Variações no uso da língua portuguesa em diversos países são apontadas como motivo do idioma ainda ficar à margem, segundo especialistas
Barcelona (Espanha) – Embora seja falada por mais de 260 milhões de pessoas em quatro continentes, a língua portuguesa ainda é tratada como um idioma periférico. Isso ocorre inclusive na Espanha, país que divide com Portugal uma fronteira de mais de mil quilômetros.
Essa é a avaliação da maior parte dos especialistas que estiveram no Encontro de Professores de Língua Portuguesa, suas Literaturas e Culturas (Epllic), realizado em Barcelona nos últimos dias 3 e 4 – o Dia Internacional da Língua Portuguesa foi celebrado em 5 de maio. O evento reuniu dezenas de acadêmicos, especialmente da Europa, mas havia também representantes da África e do Brasil. Continue lendo
6th World Conference on Pluricentric Languages and their non-dominant Varieties

| 6th World Conference on Pluricentric Languages and their Non-Dominant Varieties
June 21-23 2018, Constantine the Philosopher University in Nitra, Slovakia |
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| The International Working Group on Non-Dominant Varieties of Pluricentric Languages (WGNDV) | ||
| in cooperation with Constantine the Philosopher University in Nitra |
Saiba mais no site oficial
6th World Conference on Pluricentric Languages and their non-dominant Varieties
‘Dia do Índio’: O que faz o Brasil ter 190 línguas em perigo de extinção

Känä́tsɨ (à esq.) e Híwa falam entre si uma língua que só eles conhecem | Foto: Liames/Unicamp
Moradores da fronteira do Brasil com a Bolívia, o casal Känä́tsɨ, de 78 anos, e Híwa, de 76, são os dois últimos falantes ativos da língua warázu, do povo indígena Warazúkwe.
Os dois se expressam mal em castelhano e português, e conversam entre si somente em warázu – embora seus filhos e netos que moram com eles falem em português e espanhol.
“Aquela casa desperta, para quem entra nela, uma sensação incômoda de estranheza, como se o casal idoso que vive nela viesse de outro planeta, de um mundo que eles nunca poderão ressuscitar”, escrevem os pesquisadores Henri Ramirez, Valdir Vegini e Maria Cristina Victorino de França em um estudo publicado na revista Liames, da Unicamp.
Com ajuda do casal idoso, esses linguistas da Universidade Federal de Rondônia descreveram pela primeira (e possivelmente a última) vez o idioma do povo Warazúkwe. Continue lendo


