I Seminario de Investigación e Innovación no Paraguai

Objetivo General: Ofrecer espacio de formación general y divulgación de investigaciones a estudiantes y
profesionales con una perspectiva nacional e internacional con el fin de interpretar, examinar y plantear estrategias en el ámbito de su formación y competencia profesional.
Destinatarios: Estudiantes, Docentes e Investigadores de Instituciones Públicas, Privadas de los niveles de Educación Básica, Media, Terciaria y Universitaria. Continue lendo
Este mapa mostra as traduções literais dos nomes das principais cidades do mundo
II Seminário de Associações e Mestres da Cultura Taliana – SMISSIATE
II Seminário de Associações e Mestres da Cultura Taliana – SMISSIATE
O IPOL terá a honra de estar presente na mesa das 14h, abordando o tema da Coficialização de Línguas pelo Município: Processo jurídico e cultural. A nossa equipe presente é composta por Rosângela Morello, coordenadora geral do IPOL e Gilvan Müller de Oliveira coordenador da cátedra Unesco políticas linguísticas para o multilinguismo – UFSC.
Abaixo, confira a programação completa do evento, bem como, os procedimentos para se inscrever e participar.
Data: 03/novembro/2018 – sábado
Local: Clube Cruzeiro
Endereço: Av. Tancredo Neves s/n° – Centro (em frente a Igreja Matriz)
Itá – SC
Inscrição até 26/10/2018 no site da FEIBEMO www.feibemo.com.br
Unicamp recebe 610 inscrições para 1º vestibular indígena; AM concentra 74% dos pedidos
De acordo com a Comvest, candidaturas serão homologadas e lista de participantes do processo seletiva será divulgada em 11 de outubro.
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Vista aérea da Unicamp, em Campinas — Foto: Antoninho Perri/Ascom/Unicamp
A Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) divulgou nesta quinta-feira (27) que registrou 610 pedidos de inscrição para o 1º vestibular indígena – 74% dos pedidos vieram do estado do Amazonas. São oferecidas 72 vagas em 27 cursos.
A cidade de São Gabriel da Cachoeira (AM) foi a cidade com o maior número de pedidos, com 350, seguida por Manaus (AM), com 107, e Campinas (SP), com 84.
A língua também pode ser o pior inimigo na escola
Na maioria das escolas africanas a língua em que se leciona é a língua oficial do país e geralmente é uma língua europeia. Mas será que aprender a escrever num idioma que não é o aprendido em casa é uma boa ideia?

A sul do Saara falam-se mais de 2.000 idiomas africanos diferentes. Estes ouvem-se, sobretudo, dentro das casas e na rua, em algumas estações de rádio, mas quase nunca dentro das salas de aula: aqui as línguas ensinadas são uma herança da era colonial. Muitas crianças, especialmente as provenientes de ambientes rurais, entram nas escolas de inglês, francês ou português com poucos conhecimentos.
Para a especialista em educação, Birgit Brock-Utne, da Universidade sul-africana de Witwatersrand, aprender num idioma que não é a língua materna é contraproducente. “Já fizemos experiências em escolas secundárias na Tanzânia e em escolas primárias na África do Sul onde pusemos as crianças a aprender na língua que lhes é familiar e vimos como são muito melhores”, garante a investigadora. Continue lendo
Mesa-redonda debaterá políticas linguísticas em contexto de diversidade sociocultural
A Coordenação Acadêmica e o Núcleo de Apoio Pedagógico (NAP) da UFFS – Campus Laranjeiras do Sul, em parceria com o Programa de Acesso à Educação Superior da UFFS para Estudantes Haitianos (PROHAITI), promove, no dia 27 de setembro, uma mesa-redonda com a temática “Políticas linguísticas em contexto de diversidade sociocultural”.
A atividade, que será realizada no Auditório do Bloco A, a partir das 19h10, é aberta para todos os interessados. Haverá certificação para os participantes.
A mesa-redonda terá como debatedores a professora da UFFS – Campus Laranjeiras do Sul, Marcela Langa Lacerda, que abordará o tema “Políticas linguísticas na Universidade Federal da Fronteira Sul – uma introdução”, a mestranda do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Thais Silveira Pertille, que discorrerá sobre “Direitos humanos linguísticos e a dignidade do imigrante”, e o professor da UFFS – Campus Realeza, Clovis Alencar Butzge, que trabalhará com a temática “Políticas linguísticas e educacionais para acolhimento de migrantes e refugiados”. Continue lendo


