A língua também pode ser o pior inimigo na escola

Na maioria das escolas africanas a língua em que se leciona é a língua oficial do país e geralmente é uma língua europeia. Mas será que aprender a escrever num idioma que não é o aprendido em casa é uma boa ideia?
Kenia Schüler bei Abschlussprüfung für (DW/Shisia Wasilwa)

A sul do Saara falam-se mais de 2.000 idiomas africanos diferentes. Estes ouvem-se, sobretudo, dentro das casas e na rua, em algumas estações de rádio, mas quase nunca dentro das salas de aula: aqui as línguas ensinadas são uma herança da era colonial. Muitas crianças, especialmente as provenientes de ambientes rurais, entram nas escolas de inglês, francês ou português com poucos conhecimentos.

Para a especialista em educação, Birgit Brock-Utne, da Universidade sul-africana de Witwatersrand, aprender num idioma que não é a língua materna é contraproducente. “Já fizemos experiências em escolas secundárias na Tanzânia e em escolas primárias na África do Sul onde pusemos as crianças a aprender na língua que lhes é familiar e vimos como são muito melhores”, garante a investigadora. Continue lendo

Mesa-redonda debaterá políticas linguísticas em contexto de diversidade sociocultural

A Coordenação Acadêmica e o Núcleo de Apoio Pedagógico (NAP) da UFFS – Campus Laranjeiras do Sul, em parceria com o Programa de Acesso à Educação Superior da UFFS para Estudantes Haitianos (PROHAITI), promove, no dia 27 de setembro, uma mesa-redonda com a temática “Políticas linguísticas em contexto de diversidade sociocultural”.

A atividade, que será realizada no Auditório do Bloco A, a partir das 19h10, é aberta para todos os interessados. Haverá certificação para os participantes.

A mesa-redonda terá como debatedores a professora da UFFS – Campus Laranjeiras do Sul, Marcela Langa Lacerda, que abordará o tema “Políticas linguísticas na Universidade Federal da Fronteira Sul – uma introdução”, a mestranda do Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Thais Silveira Pertille, que discorrerá sobre “Direitos humanos linguísticos e a dignidade do imigrante”, e o professor da UFFS – Campus Realeza, Clovis Alencar Butzge, que trabalhará com a temática “Políticas linguísticas e educacionais para acolhimento de migrantes e refugiados”. Continue lendo

Kubatchi, onde o artesanato tradicional do Cáucaso do Norte sobrevive aos séculos

O pequeno assentamento montanhoso Kubatchi, no Daguestão, ainda vive de artesanato produzido há muitos séculos. O fotógrafo russo Evguêni Kurskov visitou a região em maio passado e registrou as pessoas que mantêm suas tradições vivas.

Único assentamento localizado na parte montanhosa da república russa do Daguestão está situado 1.750 metros acima do nível do mar.

Foto de Yevgeny Kurskov

Curso gratuito ensina cinco línguas indígenas na UnB

É uma maneira de preservar as culturas nativas do Brasil.

Um mundo, muitas línguas! ONU celebra o multilinguismo

Nações Unidas destacam importância das línguas faladas em todo o mundo.

Fonte: ONU Brasil

 

Nações Unidas alertam para violência contra povos indígenas mundialmente

Mulher indígena brasileira. Foto: Banco Mundial/Yosef Hadar

Mulher indígena brasileira. Foto: Banco Mundial/Yosef Hadar

O progresso que destrói culturas tradicionais, línguas, terras e patrimônio humano “não é desenvolvimento, mas destruição intencional”, disse a vice-alta-comissária da ONU para os direitos humanos nesta quarta-feira (19), em defesa dos povos indígenas em todos os lugares.

Os comentários de Kate Gilmore se seguiram aos da relatora especial da ONU para os povos indígenas, Victoria Tauli Corpuz, que manifestou preocupação com “o aumento dramático” dos ataques contra povos indígenas, e esforços no sentido de criminalizá-los.

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