Conheça Virgilio Soares, o tradutor de Libras que viralizou na web

 Nayra Mesquita / Divulgação Vídeo no qual o brasiliense Virgilio dança ao som de É D’Oxum foi visto 1 milhão de vezes e compartilhado por 22 mil pessoas, até o momento

mbora seja uma figura conhecida do teatro brasiliense, muita gente ainda não tinha esbarrado com o trabalho de Virgilio Soares. Nos últimos dias, no entanto, dois vídeos do tradutor de Libras de 39 anos viralizaram pelo Distrito Federal e sensibilizaram os internautas. Neles (que você confere logo abaixo), Virgilio traduz duas canções da MPB para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), com direito a um diferencial: em vez de se valer somente dos sinais, ele dança e acompanha o ritmo das composições É D’Oxum (Gerônimo e Vevé Calazans) e Toda Menina Baiana (Gilberto Gil). As “traduções-poéticas”, como o próprio Virgilio intitula, chamaram a atenção e foram compartilhada por milhares. Continue lendo

2019 – Ano Internacional das Línguas Indígenas

A discussão da diversidade é uma necessidade imperiosa da sociedade contemporânea. Trata-se de uma recuperação de um tempo historicamente perdido com preconceitos e escalas hierárquicas que já se mostraram inválidas e inúteis sob diversos aspectos, seja o físico, o emocional, o intelectual ou o ideológico.

Oscar D'Ambrosio - Artigo

Oscar D’Ambrosio. Foto: Unesp

Um dado que demanda reflexão é que, embora existam por volta de 6 a 7 mil línguas indígenas no mundo, elas são faladas por cerca de somente 3% da população mundial. Portanto, a grande maioria delas, faladas sobretudo por povos indígenas, tende a desparecer em ritmo acelerado. No Brasil, há cerca de 170 línguas indígenas. E a estimativa é que possam desaparecer em 50 ou 100 anos.

A luta é para registrá-las e trabalhar para sua sobrevivência, o que inclui a produção de livros escolares, dicionários, de sites em idiomas indígenas e corpus linguísticos digitais que atendam tanto a exigências científicas da área da linguística como a propósitos sociais.

Nesse contexto, a UNESCO e seus parceiros, ao longo do ano de 2019, celebram o Ano Internacional das Línguas Indígenas (International Year of Indigenous languages – IYIL2019). Trata-se de um movimento que precisa envolver governos, organizações dos povos indígenas, sociedade civil, academia, setores público e privado, além de todo tipo de entidade interessada. Continue lendo

La última voz de la masacre indígena de Napalpí

Rosa Grilo sobrevivió en 1924 a la matanza de 500 indígenas organizada por el Estado argentino. Su testimonio es clave en un juicio por delitos de lesa humanidad aún impunes

Rosa Grilo, última sobreviviente de la masacre de Napalpí, en su casa de Colonia Aborigen, provincia de Chaco. JORGE TELLO / VÍDEO: CHACO TV DIGITAL

“Parece que me da miedo”, dice Rosa Grilo cuando se le pide que recuerde. Está sentada bajo un algarrobo frente a su casa de ladrillo sin revoque y techo de chapa. A sus más de 100 años (no sabe exactamente cuántos), sus ojos pequeños se iluminan y mueve con energía las manos cargadas de anillos al hablar de su familia. Pero baja la voz cuando vuelve al momento en el que llegó aquel avión que trajo la muerte a su infancia. “Se asusta uno, porque parece que está viniendo [el avión], por eso no quiero hablar de la matanza. Ya pasó, ya pasó. La gente que murió, criaturitas como estas [señala a una niña] las mataban. Le largaron la bomba”, relata.

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Pela sobrevivência das línguas indígenas

Luciana Storto, professora do Departamento de Linguística da FFLCH-USP, fala sobre o trabalho de pesquisadores que buscam evitar o desaparecimento de idiomas nativos no Brasil.

Fonte: Revista Fapesp

Roraima discute cooficialização de línguas indígenas

Debate ocorre entre professores e intérpretes de línguas indígenas até o dia 13 de dezembro

O Tarde Nacional desta terça-feira (11) falou sobre o I Encontro dos Professores e Intérpretes de Línguas Indígenas de Roraima, que acontece até o dia 13 de dezembro. A entrevistada foi Ananda Machado, professora do Programa de Pós-Graduação em Letras e do Curso de Gestão Territorial Indígena da Universidade Federal de Roraima (UFRR).

Ela conversou sobre os principais assuntos que serão abordados no evento, entre eles as leis de cooficialização das línguas indígenas nos municípios do estado.

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Na Austrália, uma ilha de 500 pessoas possui 9 idiomas diferentes

Na comunidade Warruwi, o inglês mais uma porção de línguas indígenas se misturam nas conversas cotidianas – e todo mundo se entende

Warruwi fica localizada ao norte da terra dos cangurus, em uma pequena ilha chamada South Goulburn, e é a principal cidade do lugar. Por lá, os habitantes falam entre si nada menos do que nove línguas diferentes, vindas de famílias de idiomas igualmente distintos. Continue lendo

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