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Cuando Cubango, Angola: Menongue acolhe V Encontro de Línguas Nacionais em Setembro

Cuando Cubango: Menongue acolhe V Encontro de Línguas Nacionais em Setembro

angolaMenongue – A cidade de Menongue, capital do Cuando Cubango, acolhe de 8 a 10 de Setembro do ano em curso o V Encontro de Línguas Nacionais, com a participação de representantes de 18 províncias do país, anunciou quarta-feira, em Menongue, o director geral do Instituto de Línguas Nacionais do Ministério da Cultura, José Pedro.

Segundo o director, a sua deslocação a Menongue visa essencialmente preparar as condições para a realização do referido encontro enquadrado nas actividades da II Edição do Festival da Nacional de Cultural (Fenacult2014), a decorrer a nível do país de 30 de Agosto a 20 de Setembro.

José Pedro precisou que durante o Fenacult2014 estão programadas actividades de âmbito nacional e outras de caris provincial, tendo explicado que as de nível nacional se destaca “O palco das vozes Femininas”, a acontecer em Cabinda, “Música e dança tradicional Angolana”, no Huambo, “Palco de Teatro”, em Benguela, e o “V encontro de Línguas Nacionais” no Cuando Cubango.

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Especialistas brasileiros defendem Acordo Ortográfico e rejeitam simplificação da língua

Especialistas brasileiros defendem Acordo Ortográfico e rejeitam simplificação da língua

acordo-ortograficoA implantação do Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa (AO) foi defendida esta quarta-feira por um académico, um historiador e um linguista brasileiros, que rejeitaram o projeto de simplificação do idioma, analisado pelo Senado brasileiro, durante um debate em São Paulo.

O debate ocorreu na 23.ª Bienal Internacional do Livro e contou com a participação do gramaticista e membro da Academia Brasileira de Letras Evanildo Bechara, do linguista e coordenador da comissão brasileira no Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP) Carlos Alberto Faraco, e do historiador Jaime Pinsky. Faraco criticou o adiamento do prazo para a obrigatoriedade de alicação do AO no Brasil, de janeiro de 2013 para janeiro de 2016, e defendeu a integridade do documento, ou seja, que o acordo não sofra alterações. O projeto de simplificação do idioma tem sido defendido por linguistas brasileiros, liderados por Ernani Pimentel, e está em análise na Comissão de Educação do Senado brasileiro.

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África: Documentário aborda experiências de estudantes dos Palop no Brasil

África: Documentário aborda experiências de estudantes dos Palop no Brasil

Equipe do documentário ‘O Outro Lado do Atlântico’.

Equipe do documentário ‘O Outro Lado do Atlântico’.

O documentário ‘O Outro Lado do Atlântico’ enfoca cotidiano de jovens graduados e universitários dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) no Brasil e finaliza gravações neste mês de agosto. As filmagens do documentário foram feitas nas cidades de Rio de Janeiro, Fortaleza e Redenção, no Brasil, e nas ilhas de Santiago, São Vicente e Santo Antão, em Cabo Verde. O longa-metragem teve suporte financeiro de leis de incentivo à cultura no Brasil e é um projeto dos diretores Daniele Ellery e Márcio Câmara, com produção de Allan Deberton.

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Marechal Cândido Rondon (PR) promove palestra sobre a África

Marechal promove palestra sobre a África

unioesteNo dia 25 de agosto foi realizada palestra sobre “A colonização europeia em África e o seu impacto na hibridação de línguas e culturas: O caso da língua portuguesa em Moçambique”, na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) no campus de Marechal Candido Rondon.

A palestra foi ministrada pelo professor Ilídio Enoque Alfredo Macaringue da Universidade Pedagógica Sagrada Familiar (Unisaf), sendo voltada para alunos dos cursos de História, Geografia, Letras, professores da rede municipal e do Programa de Desenvolvimento Educacional (PDE) e envolvidos em movimentos sociais.

O evento teve como objetivo discutir aspectos históricos e culturais da África, enfocando visões simplificadoras de uma realidade complexa. Também abordou o papel da língua gramatical portuguesa, enquanto língua oficial de Moçambique, para construção da nacionalidade do País.

A palestra foi organizada pelo Colegiado de História, Núcleo de Pesquisa e Documentação Sobre o Oeste do Paraná (Cepedal) e o Movimento Negro Organização Étnico-racial Nagô de Marechal Cândido Rondon (Oeran).

Durante o evento, Ilídio também lançou seu livro sobre o tema da palestra.

Fonte: Central de Notícias Onioeste-PR

Conhecimento indígena é preservado em livro de papel sintético

Conhecimento indígena é preservado em livro de papel sintético

Por Karina Toledo

Obra descreve 109 espécies de plantas medicinais e seus usos. Pajé da etnia Huni Kuĩ, no Acre, é idealizador do projeto e papel é resultado de pesquisa apoiada pela FAPESP (foto:Pascale/divulgação)

Obra descreve 109 espécies de plantas medicinais e seus usos. Pajé da etnia Huni Kuĩ, no Acre, é idealizador do projeto e papel é resultado de pesquisa apoiada pela FAPESP (foto:Pascale/divulgação)

Agência FAPESP – Um papel sintético feito de plástico reciclado – resultado de uma pesquisa desenvolvida com apoio da FAPESP – está ajudando a preservar o conhecimento sobre plantas medicinais transmitido oralmente há séculos pelos pajés do povo Huni Kuĩ do rio Jordão, no Acre.

Descrições de 109 espécies usadas na terapêutica indígena, bem como informações sobre a região de ocorrência e as formas de tratamento, foram reunidas no livro Una Isĩ Kayawa, Livro da Cura, produzido pelo Instituto de Pesquisa do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (IJBRJ) e pela Editora Dantes.

A obra teve uma tiragem de 3 mil exemplares em papel comum, cuchê, voltada ao grande público e lançada recentemente no Rio de Janeiro e em São Paulo. Outros mil exemplares, destinados exclusivamente aos índios, foram feitos com papel sintético, que é impermeável e tem a textura de papel cuchê, com o intuito de aumentar a durabilidade no ambiente úmido da floresta. O lançamento foi realizado com uma grande festa em uma das aldeias dos Huni Kuĩ do rio Jordão.

O trabalho de pesquisa e organização das informações durou dois anos e meio e foi coordenado pelo botânico Alexandre Quinet, do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O grande idealizador do projeto, porém, foi o pajé Agostinho Manduca Mateus Ĩka Muru, que morreu pouco tempo antes de a obra ser concluída.

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El primer canal de TV del Ecuador producido por indígenas tiene sede en Cotopaxi

El primer canal de TV producido por indígenas tiene sede en Cotopaxi

COTOPAXITV MICC empezó a transmitir en febrero de 2009. Emite la mayor parte de su programación en quichua, a través del canal 47, y tiene cobertura en la Sierra-Centro del país.

El 24 de septiembre de 2008 el Movimiento Indígena Campesino de Cotopaxi (MICC) firmó un convenio con el Consejo Nacional de Radio y Televisión (Conartel) para obtener un espacio para transmitir en señal abierta.

“Los indígenas queremos vernos en la televisión, vernos reflejados como nos vemos a nosotros mismos, no desde una mirada externa. Ya estamos cansados de ver a políticos, de ver a las estrellas extranjeras. El indígena ya no está a 4.000 metros de altura, está en las ciudades, en las plazas, en las instituciones. Queremos mostrar esa nueva realidad del indígena en la pantalla”, aseguraba José Venegas (foto), gerente de TV MICC, un canal de televisión abierta netamente manejado y producido por comunidades indígenas de Cotopaxi.

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