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De Bandung aos BRICS: dois estilos, um objetivo

Sessão de Trabalho da VI Cúpula dos BRICS, em 2014. Os presidentes dos países integrantes do bloco voltarão a se reunir nos próximos dias 8 e 9 de julho, na cidade de Ufa, Rússia - Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil.

Sessão de Trabalho da VI Cúpula dos BRICS, em 2014. Os presidentes dos países integrantes do bloco voltarão a se reunir nos próximos dias 8 e 9 de julho, na cidade de Ufa, Rússia – Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil.

De Bandung aos BRICS: dois estilos, um objetivo

Os BRICS avançam para a adoção de medidas estratégicas que os aproximam das definições dos Não Alinhados e questionam a ordem internacional

Beatriz Bissio

“The despised, the insulted, the hurt, the dispossessed—in short, the underdogs of the human race were meeting. Here were class and racial and religious consciousness on a global scale. Who had thought of organizing such a meeting? And what had these nations in common? Nothing, it seemed to me, but what their past relationship to the Western world had made them feel. This meeting of the rejected was in itself a kind of judgment upon the Western world!”
Richard Wright – The Color Curtain: a Report on the Bandung Conference. The World Publishing Company, Cleveland and New York, 1956

A Conferência realizada em Bandung, Indonésia, de 18 a 24 de abril de 1955, reuniu líderes de 30 estados asiáticos e africanos, responsáveis pelo destino de um bilhão e 350 milhões de seres humanos. Em 2015, sessenta anos depois, muitos dos problemas que foram objeto de análise e debate naquela conferência pioneira continuam desafiando a uma enorme parcela da Humanidade. Essa constatação já justifica uma reflexão sobre o sentido e as projeções de Bandung e nos convida a pensar até que ponto mantém vigência alguns dos diagnósticos e propostas desse evento, que constituiu um marco na história das relações internacionais do século XX.

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Jogos Mundiais Indígenas são lançados com presença de Dilma Rousseff e lideranças internacionais

Lanamento_dos_Jogos_Mundiais_IndgenasJogos Mundiais Indígenas são lançados com presença de Dilma Rousseff e lideranças internacionais

Cleide Passos, Ascom – Ministério do Esporte

Brasília foi palco na noite de terça-feira (23.06) da cerimônia de lançamento da primeira edição dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas, evento que acontecerá em Palmas (TO), de 20 de outubro a 1º de novembro. Com a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff, de ministro do Esporte, George Hilton, governadores, entre outras autoridades, a solenidade teve início com o hino nacional, tocado pelo bandolinista carioca, Hamilton de Holanda. A cantora baiana Margarete Menezes, madrinha dos jogos, também abrilhantou a festa.

Acesse aqui a página da 1ª edição dos Jogos Mundiais dos Povos Indígenas e aqui sua página no facebook.

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O debate sobre o acordo ortográfico que obrigou a uma ata (e a uma acta) da CPLP com duas grafias

Foto: José Carlos Carvalho

Foto: José Carlos Carvalho

O debate sobre o acordo ortográfico que obrigou a uma ata (e a uma acta) da CPLP com duas grafias

O acordo ortográfico tirou o “C” de “ata” e uma reunião oficial e de alto nível discutiu a eventualidade de se confundir a ata – o documento oficial – com o ato de atar pessoas. Portugal manifestou-se contra a existência de uma ata na grafia pré-acordo, Angola a favor: “Quando a forma ortográfica muda, as palavras não significam a mesma coisa”, defendeu um governante angolano

Exigências de Angola e Moçambique sobre o Acordo Ortográfico (AO) obrigaram à alteração da ata final da XIV Conferência dos Ministros da Justiça da CPLP, em Díli, para incluir, ao longo de todo o texto, as duas grafias.

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PEC-G 2016: Oportunidades de vagas para graduação em universidades brasileiras

pec-gPrograma Estudante-Convênio de Graduação 2016

O Centro Cultural Brasil-São Tomé e Príncipe informa que estão abertas, até 3 de julho de 2015, as inscrições para o Programa Estudante-Convênio de Graduação 2016 (PEC-G 2016), que proporciona o ingresso em Universidades públicas e particulares no Brasil com a isenção do pagamento das mensalidades. Clique aqui para maiores informações.

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Miranda do Douro quer que Portugal assine Carta Europeia de Línguas Minoritárias

mirandaMiranda do Douro quer que Portugal assine Carta Europeia de Línguas Minoritárias

O presidente da câmara de Miranda do Douro (PS) afirmou hoje que o Estado português não pode continuar a “assobiar para o lado” e tem o dever de assinar a Carta Europeia de Línguas Minoritárias (CELM).

A CELM é um tratado adotado em 1992 pelo Conselho Europeu para promover e proteger as línguas regionais e minoritárias históricas, e Portugal “é dos poucos países europeus” que ainda não assinou o diploma.

Em declarações à agência Lusa, Artur Nunes disse que é preciso proteger as línguas minoritárias, que em alguns casos são línguas oficiais, como é o mirandês em Portugal.

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Portugueses e espanhóis assinam protocolo para promoção das línguas mirandesa e asturiana

portugal-mirandaPortugueses e espanhóis assinam protocolo para promoção das línguas mirandesa e asturiana

O documento é assinado numa altura em que se pretende homenagear um dos maiores defensores do mirandês, Amadeu Ferreira, falecido recentemente

Associações portuguesas e espanholas assinaram este sábado [20/06], em Miranda do Douro, no distrito de Bragança, Portugal, o primeiro protocolo de cooperação entre a língua mirandesa e a língua asturiana, dois idiomas ibéricos com a mesma raiz linguística.

O documento tem como principais signatários o município de Miranda do Douro, a Associaçon de la Lhéngua i Cultura Mirandesa e a Academia de la Llingua Asturiana, tendo o presidente da autarquia, Artur Nunes, aproveitado o momento para defender a necessidade de criar parcerias fortes para dinamizar a língua e cultura mirandesas.

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