Notícias da Rede

Seminário de Oralidade, Memória, Cultura e Educação Escolar Indígena em Araguaína, Tocantins

uftaPor Patrícia Paiva e Daniel dos Santos

Com objetivo de informar sobre a cultura indígena e mostrar pesquisa dessa temática, o Laboratório de Línguas Indígenas (Lali) e o Núcleo de Estudos e Pesquisas com Povos Indígenas (Neppi) da UFT, câmpus Araguaína, apresentam nos dias 12, 13 e 14 de abril o seminário “Oralidade, Memória, Cultura e Educação Escolar Indígena”. Haverá palestras, mesas-redondas, apresentação cultural e realização de oficinas de pinturas corporais. Continue lendo

Convocatoria Abierta Observatorio Latinoamericano y Caribeño

Banner-OLACObservatorio Latinoamericano y Caribeño

Convocatoria Abierta 

América Latina: escenarios en disputa [Edición de septiembre de 2016]

Observatorio Latinoamericano y Caribeño (ISSN 1853-2713) es la revista del Instituto de Estudios de América Latina y el Caribe | IEALC de la Facultad de Ciencias Sociales de la Universidad de Buenos Aires. Es una plataforma electrónica de producción de conocimiento y debate académico, caracterizada por el espíritu crítico, plural y multidisciplinario y por promover el diálogo entre intelectuales de distintas generaciones y procedencias. La revista apunta a incidir en los debates más actuales con rigor y compromiso y a dar cabida a trabajos sobre los procesos históricos, sociales, económicos, políticos y culturales de la región latinoamericana, que contemplen singularidades, rasgos comunes y generales, visiones comparativas y vínculos con procesos globales, tanto desde perspectivas que pongan el foco en el análisis empírico, como aquellas que desplieguen reflexiones teóricas. OLAC está dirigida a especialistas, investigadores, estudiantes de pre y posgrado, como también al público en general. Se publican dos números por año conteniendo: 1) artículos originales relacionados con ejes temáticos propuestos en convocatorias específicas, así como artículos de temas libres; 2) reseñas bibliográficas y entrevistas y 3) avances de investigación y artículos de opinión. Los artículos especializados son sometidos al sistema de revisión de pares anónimos (doble ciego).

La convocatoria de artículos, reseñas y libros de investigación se encuentra siempre abierta, por lo que aquellos que no ingresen en esta edición, serán considerados para ediciones posteriores. Las normas editoriales y las directrices para los autores están disponibles en: http://publicaciones.sociales.uba.ar/observatoriolatinoamericano/ Fecha límite para envíos sobre la temática América Latina: escenarios en disputa: 1º de junio de 2016.

Mais informações: www.iealc.sociales.uba.ar

 

Fonte: Iealc

 

Primer Encuentro Mundial de Poesía de Pueblos Indígenas

 poesiaDel 16 al 23 del octubre , Ciudad de México.

La propuesta del Encuentro Mundial de Poesía de los Pueblos Indígenas: Voces de Colores para la Madre Tierra, surge como iniciativa de un grupo de poetas indígenas del mundo que tuvieron la oportunidad de reunirse en el Foro Celebración de la Tierra con los Pueblos Originarios, realizado en el marco del 24° Festival Internacional de Poesía de Medellín, desarrollado del 22 al 24 de julio de 2014.

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II Jornadas de Estudos da América Latina e o Caribe – Buenos Aires

Organizadas pelo Instituto de Estudos da América latina e o Caribe da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires, o encontro acontecerá durante os dias 28, 29 e 30 de setembro de 2016. As Jornadas tem o objetivo de contribuir com o debate sobre o presente, passado e futuro da região tendo como base as diferentes problemáticas que afeitam a realidade de cada pais e as dimensões comuns.

Alguns dos eixos temáticos serão: comunicação e mídia; ideias, intelectuais e politica; cultura, arte e politica; lutas populares e movimentos sociais; terra, camponeses e povos originários; estudos de gênero e diversidade sexual; migração, entre outros.

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Universidade Católica de Macau vai criar Licenciatura em Estudos Portugueses e Chineses

sao joseA Universidade de São José, instituição de ensino superior católica de Macau, anunciou no último dia 05 de abril que vai criar uma licenciatura em Estudos Portugueses e Chineses.

A criação do curso foi autorizada por um despacho do secretário que tutela a Educação no Governo de Macau, Alexis Tam.

A licenciatura em Estudos Portugueses e Chineses (Língua e Cultura) terá quatro anos, segundo o plano de estudos publicado, e abrange áreas como o ensino da língua portuguesa e chinesa e da cultura e literatura dos países lusófonos e da China.

O curso tem ainda uma componente de tradução e interpretação, de “história global do mundo lusófono”, de “estudos macaenses” e de “literatura e arte de Macau”.

Chinês, português e inglês serão as línguas veiculares do curso.

A Universidade de São José pertence à Fundação Católica, uma organização presidida pelo bispo de Macau e instituída pela Universidade Católica de Portugal e pela Diocese de Macau.

A vice-reitora da universidade, Maria Antónia Espadinha disse à Rádio Macau que esta licenciatura poderá arrancar já no próximo ano letivo, dependendo do número de inscritos.

A China definiu a Região Administrativa Especial de Macau como a sua plataforma para o reforço da cooperação econômica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003.

A formação de quadros bilingues (em português e chinês) tem sido apontada pelas autoridades locais como um elemento importante para potenciar esta plataforma.

Macau é uma região chinesa com administração especial desde 1999, quando a administração do território passou de Portugal para a China. O português e o chinês são as duas línguas oficiais do território.

Fonte: http://observalinguaportuguesa.org/

Primeira estudante índigena da Pós em Antropologia Social da UFSC defende dissertação sobre povos Kaingang

© Pipo Quint / Agecom / UFSC

Crédito: Pipo Quint / Fotógrafo da Agecom / DGC / UFSC

Por: Bruna Bertoldi Gonçalves / Jornalista / DGC / UFSC

Revisão: Claudio Borrelli / Revisor de Textos da Agecom / DGC / UFSC

Fotos: Pipo Quint / Fotógrafo da Agecom / DGC / UFSC

Em seu trabalho, a geógrafa deu ênfase a três narrativas de luta de mulheres kaingang a partir das décadas de 60 e 70. “O movimento indígena pela terra e pelos direitos não se inicia pela Constituição de 88. Houve uma luta grande do movimento indígena, que conseguiu se articular sem internet, telefone, dinheiro. Alguns artigos específicos (231 e 232 – direito aos costumes, território e crenças) nos asseguram o direito de sermos quem somos. O tema vinha sendo discutido em fóruns institucionais; a promulgação da Constituição de 88 veio depois”, destaca.

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