Política Linguística

Séptimo Congreso de Idiomas Indígenas de Latinoamérica

cillaSéptimo Congreso de Idiomas Indígenas de Latinoamérica

El séptimo Congreso de Idiomas Indígenas de Latinoamérica se llevará a cabo el 29-31 de octubre del 2015 en la Universidad de Texas en Austin. Se invitan resúmenes/abstractos sobre investigaciones de cualquier tema acerca de idiomas indígenas. No se aceptarán ponencias ya publicadas. Los temas pueden incluir, pero no se limitan a:

Gramática – Tipología – Antropología Lingüística – Sociolingüística – Planificación Lingüística – Políticas Lingüísticas – Teoría Lingüística – Lingüística Histórica – Mantenimiento O Pérdida Lingüística – Discurso – Literatura Indígena – Colaboración con la Comunidad

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Registro da Língua Talian como Patrimônio Cultural do Brasil é destaque no Jornal Nacional

talianJNRegistro da Língua Talian como Patrimônio Cultural do Brasil é destaque no Jornal Nacional

Reportagem do Jornal Nacional (Rede Globo) de 31 de janeiro destacou o registro da Língua Talian como Patrimônio Cultural do Brasil. O Talian, juntamente com as línguas Guarani Mbya e Asurini do Trocará, são as primeiras línguas reconhecidas como Referência Cultural Brasileira pelo Iphan – Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (ver notícia aqui) e agora fazem fazer parte do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL). Essas línguas bem como os representantes de suas comunidades foram homenageados durante o Seminário Ibero-Americano de Diversidade Linguística, em Foz do Iguaçu-PR, no dia 18 de novembro do ano passado (ver notícia aqui).

Assista o vídeo com a reportagem aqui ou visualize abaixo.

Abaixo replicamos a notícia publicada no portal G1.

Dialeto derivado do italiano vira patrimônio cultural no Brasil

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Conferência sobre políticas linguísticas no Brasil é destaque em dois portais mexicanos

Conferência sobre políticas linguísticas no Brasil é destaque em dois portais mexicanos

A conferência “Políticas lingüísticas en América Latina: una perspectiva desde Brasil”, proferida pela coordenadora-geral do IPOL Rosângela Morello na Universidad Autónoma de Querétaro, México, dia 16 de janeiro (ver aqui notícia divulgando o evento), foi destaque ontem e hoje em dois portais daquele país, respectivamente: am de Querétaro e El Universal Querétaro. Confiram a seguir ambas as matérias publicadas.

Facultad de Filosofía ofrece conferencia sobre políticas lingüísticas en Brasil

Miércoles, enero 28, 2015

Rosangela-Morello-am

La Dra. Rosãngela Morello impartió una ponencia sobre las condiciones de la lengua oficial en las regiones brasileñas

La Universidad Autónoma de Querétaro (UAQ), a través de la Facultad de Filosofía, dio la conferencia magistral “Políticas lingüísticas en América Latina: Una perspectiva desde Brasil”, a cargo de la Dra. Rosãngela Morello, coordinadora general del Instituto de Investigación y Desarrollo en Política Lingüística (IPOL) de Brasil.

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A diversidade linguística como patrimônio cultural

Foto: Marcello Casal Jr_ABr

Foto: Marcello Casal Jr_ABr

A diversidade linguística como patrimônio cultural

Ministério da Cultura inicia, por meio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, política de reconhecimento das diferentes línguas e dialetos falados no Brasil através de processos de inventários, apoio a pesquisas, divulgação e promoção

Marcus Vinícius Carvalho Garcia

A diversidade linguística encontra-se ameaçada. Estima-se que entre um terço e metade das línguas ainda faladas no mundo estarão extintas até o ano de 2050. As consequências da extinção das línguas são diversas e irreparáveis, tanto para as comunidades locais de falantes, quanto para a humanidade. Essa percepção se encontra na Declaração Universal dos Direitos Linguísticos, elaborada na cidade de Barcelona, Espanha, em 1996, sob os auspícios da Organização das Nações Unidas Para Educação e Cultura (Unesco) e com a participação de representantes de comunidades linguísticas de diversas regiões do planeta. Segundo este documento, a situação de cada língua é o resultado da confluência e da interação de múltiplos fatores político-jurídicos, ideológicos e históricos, demográficos e territoriais; econômicos e sociais. Salienta que, nesse sentido, existe uma tendência unificadora por parte da maioria dos Estados em reduzir a diversidade e, assim, favorecer atitudes adversas à pluralidade cultural e ao pluralismo linguístico.

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Conferência Inaugural na Universidad Autónoma de Querétaro tematiza as Políticas Linguísticas no Brasil e América Latina

conferencia-rosangelaConferência Inaugural na Universidad Autónoma de Querétaro tematiza as Políticas Linguísticas no Brasil e América Latina

Nesta sexta, 16 de janeiro, às 16:00 horas (horário local), na cidade mexicana de Querétaro, Rosângela Morello, coordenadora-geral do IPOL, irá proferir a Conferência Inaugural “Políticas lingüísticas en América Latina: una perspectiva desde Brasil” do programa de Maestría en Estudios Amerindios y Educación Bilingüe (MEAEB), da Universidad Autónoma de Querétaro.

Patrimônio, língua talian luta para sobreviver no Brasil

Patrimônio, dialeto talian luta para sobreviver no Brasil

Língua falada por descendentes de italianos é forte no sul do país

Por Tatiana Girardi

Os descendentes dos imigrantes italianos tentam manter o dialeto talian vivo.

Os descendentes dos imigrantes italianos tentam manter o dialeto talian vivo.

Os descendentes dos imigrantes italianos que chegaram ao Brasil nos séculos passados conseguiram um reconhecimento inédito: ver o dialeto talian ser considerado uma “Referência Cultural Brasileira” pelo Ministério da Cultura.

Com origens no norte da Itália, de onde a maioria dos italianos veio para povoar a região sul e sudeste do Brasil, o dialeto também é conhecido como o “vêneto brasileiro”. Porém, o que é falado atualmente no país é uma verdadeira mistura de diversos dialetos italianos das regiões da Lombardia, Trentino Alto-Ádige, Piemonte, Toscana e, claro, do Vêneto.

Apesar do reconhecimento, o medo de perder a tradição é grande. Isso porque muitos jovens, por vergonha ou por receio, não aprendem a língua. Para Aliduino Zanella, presidente da Federação de Entidades Ítalo-Brasileiras do Meio-Oeste e Planalto Catarinense (Feibemo) e mestre e pesquisador de talian, esse receio foi causado pelo governo de Getúlio Vargas.

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