Grupos de dança mantém viva a Cultura Pomerana em meio aos Jovens
Canguçu, ou a Serra dos Tapes, como também é conhecida, possui uma significativa parcela da população de origem pomerana. Alguns estudiosos, arriscam a dizer que essa parcela corresponde a 70% dos habitantes de município.
Há pouco tempo, era comum crianças entrarem para a escola falando apenas a língua pomerana ou as duas: a língua materna e o português. Em algumas localidades do interior do município, as famílias sequer costumam se comunicar através do português. Continue lendo
2019 – Ano Internacional das Línguas Indígenas
A discussão da diversidade é uma necessidade imperiosa da sociedade contemporânea. Trata-se de uma recuperação de um tempo historicamente perdido com preconceitos e escalas hierárquicas que já se mostraram inválidas e inúteis sob diversos aspectos, seja o físico, o emocional, o intelectual ou o ideológico.
Um dado que demanda reflexão é que, embora existam por volta de 6 a 7 mil línguas indígenas no mundo, elas são faladas por cerca de somente 3% da população mundial. Portanto, a grande maioria delas, faladas sobretudo por povos indígenas, tende a desparecer em ritmo acelerado. No Brasil, há cerca de 170 línguas indígenas. E a estimativa é que possam desaparecer em 50 ou 100 anos.
A luta é para registrá-las e trabalhar para sua sobrevivência, o que inclui a produção de livros escolares, dicionários, de sites em idiomas indígenas e corpus linguísticos digitais que atendam tanto a exigências científicas da área da linguística como a propósitos sociais.
Pela sobrevivência das línguas indígenas
Luciana Storto, professora do Departamento de Linguística da FFLCH-USP, fala sobre o trabalho de pesquisadores que buscam evitar o desaparecimento de idiomas nativos no Brasil.
Fonte: Revista Fapesp
Roraima discute cooficialização de línguas indígenas
Debate ocorre entre professores e intérpretes de línguas indígenas até o dia 13 de dezembro
Ela conversou sobre os principais assuntos que serão abordados no evento, entre eles as leis de cooficialização das línguas indígenas nos municípios do estado.
Jovens indígenas organizam rede de comunicadores no AM para aproximar aldeias distantes
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Daniela usa rede de comunicadores para levar informação à aldeias distantes — Foto: Lana Torres/G1
Libras pode se tornar disciplina obrigatória nas escolas públicas
A Língua Brasileira de Sinais (Libras) pode se tornar disciplina obrigatória nas escolas públicas brasileiras. A iniciativa da pedagogade São Paulo Marilei Monteiro, que tem uma filha com deficiência auditiva, está ganhando apoio de educadores de todas as partes. Em menos de quatro meses, ela recebeu mais de 20 mil apoios. Para virar lei, o projeto precisa ainda ser votado pelos senadores.
Aprender Libras é fundamental para o desenvolvimento nos aspectos social e emocional, não apenas do deficiente auditivo, mas também de todos que fazem parte do seu convívio. Ainda assim, o ensino da Língua de Sinais é bastante precário no Brasil. Muitos deficientes auditivos aprendem a linguagem em centros voltados exclusivamente para pessoas com deficiência. Continue lendo



