Escavação encontra urna funerária indígena de mil anos na Serra da Barriga

Escavação encontra urna funerária indígena de mil anos na Serra da Barriga. FOTO: CORTESIA À GAZETAWEB
Objeto foi encontrado por arqueólogos em local onde está sendo feita estrada de acesso; pesquisas continuam
Ao lado de toda a trajetória do Quilombo dos Palmares e da resistência do povo negro, a Serra da Barriga, no município alagoano de União dos Palmares, continua surpreendendo. E rendendo história. Uma história que agora brota do chão: essa semana, uma equipe de pesquisa encontrou por lá uma urna funerária indígena de aproximadamente mil anos de idade.
“É um vasilhame de cerâmica que alguns grupos indígenas utilizavam para enterrar seus mortos, onde realizavam os rituais deles, ou colocando o corpo primariamente na urna ou fazendo algum tratamento antes, com um aterramento secundário”, explica o arqueólogo Scott Joseph Allen, professor da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e responsável por comandar os estudos no local. Continue lendo
A defesa da permanência dos cursos de Ciências Humanas nas Universidades Públicas: ideia legislativa
Leitoras e leitores do Jornal GGN:
Escrevo para convidá-los a apoiar a ideia legislativa proposta por Acsa da Costa Silva, do Pará, que pede a garantia da continuidade do livre oferecimento de cursos de graduação em Ciências Humanas nas Universidades públicas brasileiras.
O link para apoio à proposta: https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=101909
Pode-se estranhar, mas afinal, qual a razão de uma proposta dessa natureza? Os cursos dessa área de conhecimento estão consolidados na universidade, tendo sido permanentemente oferecidos. A história da universidade inclusive confunde-se com a história das Humanidades, etc, etc.
Em Carta Capital, encontra-se um interessante texto que discute a ameaça às Humanidades, e traz como exemplo de sua importância, a formação em Economia: https://www.cartacapital.com.br/economia/o-descaminho-das-humanidades Continue lendo
Professora ganha prêmio de US$ 1 milhão após aprender 35 idiomas para acolher alunos
Global Teazher Prize, espécia de Oscar dos professores, teve um brasileiro entre os finalistas
Uma britânica, que dá aula de artes e aprendeu o básico de 35 idiomas para acolher melhor seus alunos que vieram de várias partes do mundo, foi a vencedora do prêmio de melhor professora do mundo. A premiação chamada Teacher Global Prize, foi anunciado neste domingo, 18, em Dubai, de 39 anos, receberá US$ 1 milhão pela conquista.
A língua já não é mais uma barreira para a pesquisa: Revistas de acesso aberto interrompem domínio do inglês em literatura científica
LONDRES e CINGAPURA, 31 de janeiro de 2018 /PRNewswire/ — O Dr. Srinubabu Gedela, CEO da OMICS International mencionou que a publicação científica de acesso aberto está removendo as barreiras da língua. A pesquisa científica publicada em revistas de acesso aberto pode ser traduzida para várias línguas sem leis de direitos autorais. Se o conteúdo científico for traduzido a várias línguas a várias línguas regionais e globais, então o resultado da pesquisa científica atingirá os pobres do mundo. Vale salientar que alguns governos estão dando importância à tradução de conteúdo cientifico a seus idiomas regionais.
O conteúdo científico gratuito é essencial à sociedade, habilitando o crescimento econômico, a herança e a cultura. A literatura livre remove o domínio e erradica o desequilíbrio entre pobres e ricos. “A indústria de publicação de acesso aberto ainda está trabalhando na improvisação para atingir até os cantos mais remotos do globo com informações científicas gratuitas, acessíveis e de boa relação custo-benefício”, acrescentou o Dr. Gedela. Continue lendo
Licenciatura em Língua Portuguesa para formar docentes vai iniciar-se em 2018
Ao todo, são dez as universidades que dinamizam o ensino do Português. Uma oferta que será alargada em 2018, com a abertura de um curso de licenciatura voltado para a formação de professores na Universidade Pedagógica Experimental Libertador (UPEL) em Maracay.
Há, atualmente cerca de mil alunos a aprender Português em instituições de ensino superior venezuelanas, distribuídos entre cursos de licenciatura em Língua Portuguesa e cursos livres, estes últimos “oferecidos por universidades que não conduzem a nenhum grau académico”, como explica Rainer Sousa. Continue lendo