Educação indígena

Esperança para o ensino indígena

Esperança para o ensino indígena

Durante 90 dias, 60 professores deixam suas tribos e viajam a Manaus para estudar

Durante 90 dias, 60 professores deixam suas tribos e viajam a Manaus para estudar

Novas diretrizes para a formação de professores são vistas como o início de uma real política indigenista no Brasil

Por Rosana Villar

Uma nuvem encobriu o Sol na Fazenda Experimental da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e, rapidamente, todas as mulheres da classe, composta principalmente de homens, saíram da sala em direção aos dormitórios. A chuva chegava e as roupas estavam no varal.

Continue lendo →

270 indígenas de diversas etnias são diplomados em Ji-Paraná, RO

Indígenas são diplomados em Ji-Paraná
Paulo Sérgio – Assessoria Regional de JI-Paraná

JuramentoPelo menos 270 indígenas de diversas etnias concluíram o projeto Açaí e foram diplomados

Pelo menos 270 indígenas de diversas etnias concluíram o projeto Açaí e foram diplomados na tarde de sábado, 24. A solenidade contou com a participação de autoridades educacionais, familiares e amigos dos formandos, no salão de festas Mediterrâneo, em Ji-Paraná.

O projeto Açaí visa proporcionar aos indígenas a formação em magistério, nível médio, para atuação intercultural e histórica de cada etnia. Os formados tem pela frente a missão de exercer a docência nas séries iniciais nas próprias aldeias e promover o intercâmbio cultural. Continue lendo →

Línguas indígenas é tema de mesa plenária do ‘Abralin em Cena Amazonas’

Línguas indígenas é tema de mesa plenária do ‘Abralin em Cena Amazonas’ na Universidade do Estado do Amazonas

imagem-destaque-portal-ciencia-em-pauta_abralin_UEA-310x220

 

O “Abralin em Cena Amazonas” acontece na Escola Normal Superior, da UEA, até o dia 9 de maio, para professores e estudantes de graduação e pós-graduação de cursos das áreas de Linguística e Letras. Foto: Divulgação/UEA

Continue lendo →

Pós-graduandos indígenas ganham espaço na UnB

A Universidade de Brasília, uma das primeiras a formar pós-graduados indígenas, aumentou o número de alunos mestrandos e doutorandos de etnias indígenas. Hoje, no total, são seis alunos pesquisadores – dois no mestrado e quatro no doutorado. Os estudos desenvolvidos por eles são voltados para aspectos discursivos e gramaticais de suas línguas nativas. O objetivo é manter fortalecida sua língua de origem.

Em 1999, foi criado o Laboratória de Línguas Indígenas (LALI) pelo professor Ayron Dall’Igna. Atualmente, o LALI é coordenado pela professora orientadora das pesquisas, Ana Suelly Cabral. O laboratório conta com a colaboração das pesquisadoras Enilde Faulstich e Rozana Reigora, do Departamento de Linguística, Português e Línguas Clássicas (LIP) e tem apoio de outras universidades nacionais e internacionais.

Beatriz Pataro
Professora Ana Suely Cabral durante aula no Laboratório de Línguas Indígenas

A entrada dos indígenas no programa de pós-graduação começou a ganhar força há cinco anos, quando teve início o programa de inclusão social na universidade. Todos são nativos de aldeias das regiões do Acre e do Alto Xingu e falantes das línguas  Huni Kuin, Laklanõ,  Ypawu, Mehinako, Awety e Kamayurá, e Nahukwa.

Para os índios, o processo de adaptação e aprendizado não é tarefa fácil. Eles enfrentam vários obstáculos, principalmente por ainda serem vítimas de preconceito. No âmbito acadêmico, sofrem com a visão estereotipada que existe a respeito deles. Muitas vezes, não tem perfil compatível com o que é exigido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), agência de fomento à pesquisa que consolida e aprova trabalhos de pós-graduação no país.

Leia Mais

Encontro Internacional – Metáforas nas línguas indígenas

http://laliunb.com.br/metaforas2014/cariboost_files/metaforas2014_cartaz_v03.jpg

Este é o primeiro encontro realizado no Brasil sobre metáforas nas línguas indígenas Sul Americanas. O encontro reunirá linguistas, psicologos, antropólogos, historiadores e pesquisadores de outras áreas do conhecimento cujas pesquisas têm focalizado as relações intrínsecas entre cultura, língua e cognição. O evento terá como objetivo principal o de contribuir para a discussão sobre (a) o uso metafórico da linguagem nas expressões de tempo e espaço, seja o tempo atual, onírico, histórico e/ou mitológico; (b) metáforas e sistemas de quantificação; (c) as bases culturais para o significado das fraseologias; (c) extensões metafóricas de substantivos, verbos e outras classes de palavras; (d) aplicação e avaliação das teorias cognitivistas de metafora no estudo de linguas indigenas menos conhecidas.

Mais informações: http://laliunb.com.br/metaforas2014/evento.html

Projeto Video nas Aldeias disponibiliza seus trabalhos online

 O Vídeo Nas Aldeias acaba de disponibilizar para leitura online diversas publicações de seu catálogo:

Video nas Aldeias

– Vídeo nas Aldeias 25 anos: depoimentos, críticas, fotos e filmes traçam retrato do projeto que aproximou o vídeo de mais de 100 aldeias indígenas brasileiras.

– Cineastas Indígenas para Jovens e Crianças: guia didático interativo para estudantes do ensino fundamental.

– Cineastas Indígenas: Um outro olhar: guia didático para professores e alunos do ensino médio.

– No Tempo do Verão: no fim de semana, as crianças Ashaninka deixam a escola e partem, rio acima, para acampar com os pais e aprender a vida no rio e na mata.

Acesse em:  http://videonasaldeias.org.br/2009/ e  http://issuu.com/videonasaldeias

 

Receba o Boletim

Facebook

Revista Platô

Revistas – SIPLE

Revista Njinga & Sepé

REVISTA NJINGA & SEPÉ

Visite nossos blogs

Forlibi

Forlibi - Fórum Permanente das Línguas Brasileiras de Imigração

Forlibi – Fórum Permanente das Línguas Brasileiras de Imigração

GELF

I Seminário de Gestão em Educação Linguística da Fronteira do MERCOSUL

I Seminário de Gestão em Educação Linguística da Fronteira do MERCOSUL

Clique na imagem

Arquivo

Visitantes