Diversidade Linguística e Cultural

Os alfabetos à beira da extinção

Maung Nyeu criou uma ONG para manter viva a escrita marma – e hoje já conta com mais de 3 mil alunos Crédito da Foto: Maung Nyeu

Nos dois primeiros dias de aula, em uma vila acima do porto de Chittagong, em Bangladesh, Maung Nyeu foi submetido à palmatória. Não porque tinha feito alguma travessura. Ele simplesmente não conseguia entender o que o professor estava dizendo, tampouco o que estava escrito nos livros.

Embora o bengali, o idioma oficial, seja a língua materna de 98% da população, Nyeu foi criado entre os Marma, um dos vários grupos étnicos minoritários da região, que tem sua própria língua, o marma.

Por fim, ele acabou conseguindo escapar desse ciclo de falta de conhecimento e punição. Depois de aprender bengali em casa, ele voltou para a escola e foi para a universidade. Agora, é aluno de doutorado na Universidade Harvard, nos Estados Unidos.

Porém, Nyeu nunca se esqueceu de seus primeiros dias na escola. Ele passa boa parte do tempo nas colinas onde cresceu, onde fundou a instituição Our Golden Hour, organização sem fins lucrativos que luta para manter o marma e vários outros idiomas vivos.

Há entre 6 mil e 7 mil línguas no mundo. No entanto, 96% são faladas por apenas 3% da população global. E 85% correm o risco de extinção, como o marma.

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Série LÍNGUAS & POLÍTICAS: Episódio 1

Assista no Canal IPOL Vídeos ( Youtube):

https://www.youtube.com/user/IPOLVideos 

Curso de extensão on-line de “Língua, Literatura e Cultura Kimbundu”

O Núcleo Permanente de Extensão em Letras da Universidade Federal da Bahia está com vagas abertas para o CURSO DE EXTENSÃO ON-LINE DE “LÍNGUA, LITERATURA E CULTURA KIMBUNDU” (nível 1) até sexta-feira, 18/9. O investimento total para cursar o semestre inteiro dessa língua bantu é de apenas R$175,00 (valor promocional).

Inscreva-se no formulário aqui 

 

Exposição: Povo Jamamadi Deni – festa e resistência na Amazônia brasileira

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Visite a exposição em:

https://comin.org.br/exposicao/ 

 

Decreto Supremo que crea el “Servicio de Interpretación y Traducción en Lenguas Indígenas u Originarias para situaciones de emergencia”

El Peruano

 

DECRETO SUPREMO

N° 012-2020-MC

EL PRESIDENTE DE LA REPÚBLICA

CONSIDERANDO:

Que, el numeral 19 del artículo 2 de la Constitución Política del Perú establece el derecho de toda persona a su identidad étnica y cultural, y que el Estado reconoce y protege la pluralidad étnica y cultural de la Nación;

Que, asimismo, el artículo 48 de la citada norma, dispone que son idiomas oficiales el castellano y, en las zonas donde predominen, también lo son el quechua, el aimara y las demás lenguas aborígenes, según Ley;

Que, por la Ley N° 29565, Ley de creación del Ministerio de Cultura y su modificatoria, se crea el Ministerio de Cultura, como organismo del Poder Ejecutivo con personería jurídica de derecho público, estableciéndose las áreas programáticas de acción sobre las cuales ejerce sus competencias y atribuciones para el logro de los objetivos y metas del Estado;

Que, el artículo 4 de la Ley N° 29735, Ley que regula el uso, preservación, desarrollo, recuperación, fomento y difusión de las lenguas originarias del Perú y sus modificatorias, establece, entre otras disposiciones, el derecho de toda persona a usar su lengua originaria en los ámbitos público y privado, el derecho a ser atendida en su lengua materna en los organismos o instancias estatales, y el derecho a gozar y disponer de los medios de traducción directa o inversa que garanticen el ejercicio de sus derechos en todo ámbito;

Que, mediante la Única Disposición Complementaria Modificatoria del Decreto Legislativo N° 1489, Decreto Legislativo que establece acciones para la protección de los pueblos indígenas u originarios en el marco de la emergencia sanitaria declarada por el COVID-19, se modifica el artículo 15 de la Ley N° 29735, Ley que regula el uso, preservación, desarrollo, recuperación, fomento y difusión de las lenguas originarias del Perú, y se dispone que: “El Ministerio de Cultura es la entidad responsable de brindar el servicio de interpretación y traducción en lenguas indígenas u originarias para situaciones de emergencia, así como de la implementación de una Central de Interpretación y Traducción en Lenguas Indígenas u Originarias – CIT. Para ello, coordina con las entidades públicas las acciones necesarias para garantizar el acceso de los ciudadanos hablantes en lenguas indígenas u originarias al servicio de interpretación y traducción remota y presencial en lenguas indígenas brindado por la CIT. Igualmente, supervisa su correcta utilización, emitiendo las acciones y recomendaciones que resulten pertinentes. Mediante Decreto Supremo, el Ministerio de Cultura establece las disposiciones complementarias para la aplicación del presente numeral”;

Que, en tanto que se trata de un servicio prestado en exclusividad por el Ministerio de Cultura, tal como lo indica la norma citada en el considerando precedente, de conformidad con lo previsto en el numeral 43.2 del artículo 43 del Texto Único Ordenado de la Ley Nº 27444, Ley del Procedimiento Administrativo General, aprobado mediante Decreto Supremo Nº 004-2019-JUS, el mismo debe ser aprobado mediante decreto supremo que establezca los requisitos y las condiciones para su prestación, el pago por derecho de tramitación, las vías de recepción adecuadas para acceder al servicio, la autoridad competente para resolver y los formatos que sean empleados durante la tramitación del servicio, en lo que fuera aplicable;

Que, teniendo en cuenta el marco normativo anteriormente expuesto, es necesario emitir el decreto supremo que crea el “Servicio de Interpretación y Traducción en Lenguas Indígenas u Originarias para situaciones de emergencia”, como servicio exclusivo del Ministerio de Cultura que por su naturaleza no tiene requisitos para su prestación, ni autoridad que lo resuelva, y que tiene como única condición para que dicho servicio sea brindado que, la entidad pública usuaria identifique un/a ciudadano/a hablante de una lengua indígena u originaria que no puede acceder a un servicio público priorizado en su lengua indígena u originaria;

De conformidad con la Constitución Política del Perú; la Ley N° 29158, Ley Orgánica del Poder Ejecutivo y sus modificatorias la Ley N° 29565, Ley de creación del Ministerio de Cultura y su modificatoria; y el Decreto Legislativo N° 1489, Decreto Legislativo que establece acciones para la protección de los pueblos indígenas u originarios en el marco de la emergencia sanitaria declarada por el COVID-19;

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1ª Mostra Internacional de Cinema Virtual de São Paulo

Começa nesta terça-feira (1) a 1ª Mostra Internacional de Cinema Virtual de São Paulo, que acontece até 30 de setembro. A iniciativa é da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e da Secretaria de Relações Internacionais do governo do Estado, em parceria com consulados, embaixadas e institutos dos países participantes e da organização Amigos da Arte.

“Mais uma iniciativa boa e positiva para o setor de Cultura e Economia Criativa, que tanto vem sofrendo com os efeitos da pandemia. A plataforma #CulturaEmCasa vai transmitir, de forma inédita e gratuita, 33 filmes de 21 países durante o mês de setembro”, afirmou o governador.

A programação será exibida diariamente pela plataforma #CulturaEmCasa, às 19h e às 22h. Os filmes ficarão disponíveis por tempo limitado para exibição por demanda. São 22 longas, dois curtas de animação e nove documentários inéditos no Brasil, todos com legendas em português.

Nesta terça-feira, às 15h, um webinar especial vai marcar a abertura da Mostra. Os secretários Sérgio Sá Leitão (Cultura e Economia Criativa) e Julio Serson (Relações Internacionais) discutirão com o crítico de cinema Miguel Barbieri Júnior o panorama atual da produção audiovisual no Brasil e sua importância para a aproximação entre países e culturas. Em seguida, será exibido o filme “Sabores do Templo” (Coreia do Sul).

Segundo Sá Leitão, a Mostra foi incluída no calendário anual de eventos estratégicos de difusão cultural da Secretaria de Cultura e Economia Criativa. “É uma oportunidade fantástica para termos acesso a uma produção cinematográfica de altíssima qualidade e grande diversidade. Por isso, continuaremos a realizar a mostra virtual nos próximos anos”, afirmou.

Uma ampla mobilização colaborativa, envolvendo a participação de consulados, embaixadas e institutos estrangeiros, possibilitou a realização do evento. “A primeira edição nasceu graças à ótima interlocução que sempre tivemos com embaixadas, consulados e institutos culturais. A parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa também foi fundamental para que este projeto se concretizasse”, disse Serson.

Confira a programação completa no link:

https://www.saopaulo.sp.gov.br/ultimas-noticias/governo-de-sao-paulo-lanca-1a-mostra-internacional-de-cinema-virtual/

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