Diversidade linguística

Literatura afro e indígena para leer y descargar gratuitamente

Literatura afro e indígena para leer y descargar gratuitamente

bvirtualDos nuevas colecciones en la Biblioteca Virtual de la Luis Ángel Arango.

La Biblioteca Luis Ángel Arango, a través de su Biblioteca Virtual (www.banrepcultural.org/blaavirtual), pone a disposición de sus usuarios, para consultar y descargar gratuitamente, los 27 libros que conforman la Biblioteca básica de los pueblos indígenas de Colombia y la Biblioteca de literatura afrocolombiana. Las colecciones, editadas en 2010 por el Ministerio de Cultura a propósito del Bicentenario de la Independencia, reúnen obras de literatura, antologías de poesía y cuentos, ensayos y documentos, en algunos casos inéditos o de edición bilingüe en lenguas indígenas y palenqueras, que buscan visibilizar una parte del acervo literario de Colombia desconocido por la mayoría de sus habitantes.

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Primer Congreso Latinoamericano de Glotopolítica

Primer Congreso Latinoamericano de Glotopolítica
Facultad de Filosofía y Humanidades, Universidad de Chile
Santiago, Chile, 13 y 14 de agosto de 2015

glotopoliticaEl Primer Congreso Latinoamericano de Glotopolítica pretende instalar un foro internacional donde investigadores y pensadores que tienen como objeto de estudio y reflexión las dimensiones políticas del lenguaje puedan compartir y contrastar modelos teóricos, metodologías y experiencias institucionales.

Es precisamente por la heterogeneidad de los modelos de articulación del lenguaje y lo político que apelamos a la glotopolítica como marco amplio de conceptualización de las prácticas intelectuales y sociales sobre las cuales pretendemos proyectar las miradas críticas de este congreso.

Se dará prioridad a propuestas cuya perspectiva glotopolítica se abra a Latinoamérica y a la Península Ibérica y, en general, a los espacios regionales, nacionales, internacionales y transnacionales donde resulta evidente y pertinente la presencia del español y/o el portugués, junto con lenguas indígenas, de inmigración y de intercambio internacional. Es decir, sobre un espacio sociolingüísticamente complejo y heterogéneo constituido históricamente por medio de una multiplicidad de procesos que incluyen el colonialismo español y portugués. Continue lendo

Aliados de Merkel defendem que imigrantes falem alemão em casa

Aliados de Merkel defendem que imigrantes falem alemão em casa

Noah Barkin

alemanha-mapaBerlim – Aliados da Bavária da chanceler alemã, Angela Merkel, foram alvo de críticas por sugerir que famílias de imigrantes que desejam permanecer no país devem ser obrigadas a falar alemão em casa.

A União Social Cristã, partido que integra a coalizão de governo, fez a proposta no rascunho de um documento que deve ser aprovado pelos seus líderes nesta segunda-feira, 08/12. No documento, o partido diz: “As pessoas que querem ficar aqui de forma permanente devem ser obrigadas a falar alemão em público e em família”.

A proposta se dá num momento de aumento acentuado da imigração para a Alemanha, devido à chegada de cidadãos de países orientais da União Europeia, como a Polônia, a Romênia e a Bulgária, além de um aumento de refugiados da Síria.

Integrantes da União Social Cristã estão preocupados que o aumento de imigrantes levem os simpatizantes do partido a passar a apoiar a Alternativa para a Alemanha, um novo partido que prega uma linha estrita com imigração. A União Cristã é a principal defensora de uma nova lei contra abusos de benefícios sociais por imigrantes.

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Bonfim (RR) é terceiro município brasileiro a tornar línguas indígenas cooficiais

Bonfim é terceiro município brasileiro a tornar línguas indígenas cooficiais

Bonfim é o primeiro município de Roraima e o terceiro do Brasil a adotar as línguas Macuxi e Wapichana como co-oficiais - Foto: France Telles.

Bonfim é o primeiro município de Roraima e o terceiro do Brasil a adotar as línguas Macuxi e Wapichana como cooficiais – Foto: France Telles.

A Lei Nº 21/2014 foi aprovada na sessão de terça-feira (2) da Câmara de Vereadores do município

A Universidade Federal de Roraima (UFRR), por meio do Instituto Insikiran, articulou junto com lideranças indígenas da região do Bonfim para tornar as línguas Macuxi e Wapichana como oficiais do município, além do Português. Esta foi a terceira cidade a reconhecer línguas indígenas como cooficiais no Brasil. São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, e Tacuru, no Mato Grosso do Sul, também reconhecem a linguagem das etnias locais.

A Lei Nº 21/2014 foi aprovada na sessão de terça-feira (02/12) da Câmara de Vereadores de Bonfim. A proposta vinha sendo discutida com as lideranças e professores de línguas indígenas da região Serra da Lua desde 2012. A coordenação do Programa de Valorização das Línguas e Culturas Macuxi e Wapichana do Instituto Insikiran acompanhou e assessorou todo o processo.

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Políticas públicas podem preservar 230 idiomas no Brasil

Políticas públicas podem preservar 230 idiomas no Brasil

Aline de Melo Pires

Foto: Marcello Casal Jr. - Agência Brasil

Foto: Marcello Casal Jr. – Agência Brasil

A herança cultural de um povo é preservada por sua língua. No Brasil, o idioma oficial é a Língua Portuguesa, mas existem, além dela, mais 230 línguas faladas no País. Desse total, 200 são de tribos indígenas e 30 de descendentes de imigrantes. Parece muito? Estima-se que, quando os portugueses atracaram por aqui, esse número chegava perto de 1 mil.

A falta de políticas públicas para preservar os idiomas e a característica cultural das suas comunidades está entre os principais motivos que levam à extinção de uma língua. A afirmação é da professora Ana Elvira Gebara, do curso de Mestrado em Linguística da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo (SP). “As línguas estão muito ligadas à situação social e histórica em que as comunidades vivem. O que acontece com as línguas indígenas, por exemplo, é que, se você não tem uma política para essas comunidades, a língua morrer é um reflexo de como elas estão sendo tratadas dentro do País”, afirma.

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Línguas regionais e de minorias na Alemanha

Línguas regionais e de minorias na Alemanha

(c)HenningSchacht-HartmutKoschykUma entrevista com o encarregado do governo alemão para questões relacionadas com Aussiedler e minorias nacionais, Hartmut Koschyk, sobre o papel das línguas regionais e de minorias na Alemanha.

Senhor Koschyk, como encarregado do governo alemão para questões relacionadas com Aussiedler e minorias nacionais, o senhor se interessa também pelo legado cultural de línguas regionais e de minorias na Alemanha. Quais dessas línguas são faladas na Alemanha?

Em virtude da Convenção do Concelho da Europa, as quatro minorias nacionais reconhecidas na Alemanha – a minoria dinamarquesa, os sorábios, os frísios, os Sinti alemães e os Roma alemães e as respetivas línguas – o dinamarquês, o alto e o baixo sorábio, o Nordfriesisch e o Saterfriesisch, bem como o romani – estão protegidas. Os membros de minorias nacionais na Alemanha cultivam costumes e hábitos seculares. A língua representa a sua identidade cultural, que transmitem aos filhos e netos. O mesmo se aplica aos falantes da língua regional Niederdeutsch/Platt. Essa língua regional está igualmente protegida na Alemanha.

Por que é importante promover essas línguas?

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