Palavras de origem africana no vocabulário brasileiro
Palavras de origem africana no vocabulário brasileiro
Fernando Sagatiba
Afora o Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné-Equatorial, que adotou o idioma como oficial recentemente. Timor-Leste é o único a ter o Português como língua oficial na Ásia. Nossos irmãos africanos fazem parte do PALOP, acrônimo que significa justamente Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Tudo obra de Portugal, responsável por essa bagunça chamada lusofonia (o conjunto dos países que possuem Português como língua oficial) que acabou dando seu jeito de seguir caminho. Mas, diferente do Brasil, onde línguas nativas ficaram restritas a suas tribos indígenas, nos países euro-colonizados da África, ainda se falam línguas nativas (nagô, ioruba, quicongo, umbundo e quimbundo). Só pra constar.
Vídeo: Primer Congreso Latinoamericano de Glotopolítica
Primer Congreso Latinoamericano de Glotopolítica
Facultad de Filosofía y Humanidades, Universidad de Chile
Santiago, Chile, 13 y 14 de agosto de 2015
Notícia relacionada: Primer Congreso Latinoamericano de Glotopolítica
Assista o vídeo abaixo (ou clique aqui).
El Primer Congreso Latinoamericano de Glotopolítica pretende instalar un foro internacional donde investigadores y pensadores que tienen como objeto de estudio y reflexión las dimensiones políticas del lenguaje puedan compartir y contrastar modelos teóricos, metodologías y experiencias institucionales.
Curso a distância: Educación intercultural – Perspectivas interdisciplinarias
Curso a distância: Educación intercultural – Perspectivas interdisciplinarias
Universidad Pedagógica Nacional y MéxicoX
Instructor del Curso: Dr. Nicanor Rebolledo Recendiz
Código del curso: UPN002
Inicio de clases: 19 Oct 2015
Terminación de clases: 20 Nov 2015
Esfuerzo estimado: 6 horas por semana
I Ciclo de Estudos em Língua(gem) e Sociedade: Mobilidade, Multilinguismo e Globalização terá transmissão via web
I Ciclo de Estudos em Língua(gem) e Sociedade: Mobilidade, Multilinguismo e Globalização
O I Ciclo de Estudos sobre Língua(gem) e Sociedade tem caráter transdisciplinar e visa contribuir para as discussões em curso no Brasil sobre mobilidade, multilinguismo e globalização, de grande interesse para o ensino e a pesquisa no campo aplicado dos estudos da língua(gem).
Será realizado no período de 11 a 21 de agosto de 2015
- no IEL/UNICAMP (de 11 a 14 de agosto) e
- no CCET/UNIRIO (de 17 a 21 de agosto)
As atividades que o constituem serão transmitidas via web para os participantes de todo o país e integram o Programa Escola de Altos Estudos da CAPES. Serão desenvolvidas em inglês (com tradução simultânea) pelos seguintes pesquisadores convidados:
Dra. Alexandra Jaffe (Professora dos Departamentos de Linguística e Antropologia, California State University, Long Beach, Estados Unidos)
Dr. Charles Briggs (Professor do Departamento de Antropologia, University of California, Berkeley, Estados Unidos)
Dr. Marco Jacquemet (Professor de Estudos da Comunicação, University of San Francisco, San Francisco, Estados Unidos)
São previstos dois modos de participação: presencial ou on-line.
IV Encontro Internacional de Literaturas, Histórias e Culturas Afro-Brasileiras e Africanas: Identidades e Diásporas
IV Encontro Internacional de Literaturas, Histórias e Culturas Afro-Brasileiras e Africanas: Identidades e Diásporas
O IV Encontro Internacional de Literaturas, Histórias e Culturas Afro-Brasileiras e Africanas: Identidades e Diásporas será realizado nos dias 18, 19 e 20 de novembro de 2015, no Campus da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), em Teresina-Piauí-Brasil.
Para maiores informações, acesse aqui a página do evento.
O Encontro, uma realização do Núcleo Estudos Pesquisas Afro (NEPA), do Mestrado Acadêmico em Letras (UESPI) e do Núcleo Estudos Literário Piauiense (NELIPI), terá conferências, mesas redondas, simpósios temáticos, pôsteres, sessões de comunicações livres e minicursos.
‘Portunhol’ busca sair da exclusão na fronteira entre Brasil e Uruguai

Comerciante da localidade uruguaia de Chuy, na fronteira com o Brasil.
‘Portunhol’ busca sair da exclusão na fronteira entre Brasil e Uruguai
Um grupo de intelectuais quer que a Unesco declare o dialeto Patrimônio Imaterial
Natasha R. Silva e Felipe Sánchez
Apenas uma rua separa as cidades de Santana do Livramento e Rivera, em uma fronteira difusa entre Brasil e Uruguai. Um grupo de historiadores, artistas e linguistas de ambas as regiões organizou um ciclo de conferências no lado uruguaio para iniciar um processo que, em princípio, parece quixotesco: postular o portunhol, uma forma de expressão a meio caminho entre o português e o espanhol, como Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco. “O portunhol é a linguagem da fronteira. Muitas vezes um brasileiro do sul está falando e parece um uruguaio”, conta Eduardo Palermo, historiador de 52 anos, um dos defensores da petição. “O problema é que essa forma de expressão é sempre discriminada”.
Leia também: Promueven que el “Portuñol” sea Patrimonio Cultural Inmaterial


