2º Festival da Lusofonia Goa 2016
2º Festival da Lusofonia Goa, 22 de Janeiro a 22 de Fevereiro 2016. Uma variedade de eventos culturais promovendo a cultura dos países e das regiões lusófonas.
O Festival da Lusofonia Goa pretende ser uma oportunidade para reunir pessoas e apresentar culturas lusófonas num festival que é único em Goa. O programa incluirá (veja o Programa Final abaixo) diversas palestras (temas e autores do Brasil, de Portugal e de Goa), exposições de fotografia (Moçambique, Macau, e São Tomé e Príncipe), Exposições bibliográficas (Galiza/Espanha e União Europeia), um concerto de música por um grupo português, um curso de culinária brasileira e a tradicional festa “Feijoada e Samba”.
Livro “História Kaiowa: Das Origens aos Desafios Contemporâneos”
Resenha
CHAMORRO, Graciela. História Kaiowa: Das Origens aos Desafios Contemporâneos. São Bernardo do Campo, SP: Nhanduti Editora, 2015. 320p. Coleção Povos Indígenas.
Isabelle Combès
Missões efêmeras, mas que tiveram entre outras consequências o desterro de um cacique idoso que desejava “transmitir às gerações vindouras os costumes das gerações passadas”; bandeiras sangrentas que provocaram mortes, fugas e escravidão; ataques dos indígenas Mbajá que acabaram com a presença de povos guarani falantes no antigo Itatim; a Guerra da Tríplice Aliança, com a consequente exploração humana nos ervais e nas fazendas de gado; o desflorestamento e a implantação de novas fazendas que significou para o povo indígena uma perda lenta e progressiva de seu território. A história kaiowa pode ser vista desta maneira, como uma sucessão de catástrofes, todas devidas a atores externos que alteraram, moldaram, mudaram e continuam mudando o futuro deste grupo humano, pois catástrofes resultaram em mortes, deslocamentos forçados, exploração, discriminação, perda de terras e pobreza. Transformaram os antigos Itatim dos primeiros conquistadores em desprezados Ka’agua, “gente do mato”, “selvagens”.
La amenaza a los derechos de los pueblos étnicos sigue en el año de 2016 en Brasil

Foto: Manifiesto del movimiento indígena en rechazo a la PEC 215 en el Congreso brasileño. Brasilia, diciembre de 2015. Fuente: www.conferenciaindigenista.funai.gov.br.
La amenaza a los derechos de los pueblos étnicos sigue en el año de 2016 en Brasil
Liana Amin Lima*
El año de 2015 terminó para los pueblos étnicos de Brasil con la participación de líderes y lideresas en la COP-21 en Paris, donde denunciaron las contradicciones del gobierno brasileño en la articulación del Acuerdo del Clima. Brasil no está haciendo su “deber de casa” en relación con la conservación de las áreas protegidas (resguardos indígenas, territorios colectivos y unidades de conservación) frente a las violaciones de derechos por la construcción de hidroeléctricas en la región amazónica. Igualmente, denunciaron los recientes retrocesos legislativos, entre ellos, la promulgación de la nueva Ley de Acceso y Uso del Patrimonio Genético y Conocimientos Tradicionales (Ley n. 13.123, de 20 de mayo de 2015) que reglamenta el Convenio sobre la Diversidad Biológica. La promulgación de esta ley se hizo sin el consentimiento previo, libre e informado, violando dicha garantía constitucional en perjuicio de los pueblos indígenas y comunidades tradicionales.
Unilab: Abertas as inscrições para o curso “Introdução aos Estudos de Cultura e História Africana”
A Coordenação de Gestão de Pessoas (Cogep), por meio da Divisão de Desenvolvimento de Pessoal, informa que já estão abertas as inscrições para o I Curso de Difusão Cultural Unilab: “Introdução aos Estudos de Cultura e História Africana”.
Com carga horária de 40 horas, o curso oferece 60 vagas e tem como público alvo os docentes e técnicos administrativos da Unilab. Os interessados podem se inscrever através do link goo.gl/forms/x4KYJNofK1. As inscrições terminam no dia 05 de fevereiro.
“Introdução aos Estudos de Cultura e História Africana” visa construir ações de formação inicial que permitam reconhecer a diversidade e a complexidade das sociedades africanas e desmistificar de vez o olhar negativo sobre a África e os africanos.
IV Congresso Internacional de Dialetologia e Sociolinguística
O IV Congresso Internacional de Dialetologia e Sociolinguística (IV CIDS) será realizado nos dias 7, 8 e 9 de setembro de 2016, na Universidade de Paris-Sorbonne, e terá como temática: “Variações, fraseologia e recursos“.
Prazo para submissão de resumo foi prorrogado até o dia 28 de fevereiro.
Para mais informações clique aqui para acessar o site do evento.
Contato: Secretaria IV CIDS (Brasil)/E-mail: cids2016.brasil@gmail.com
Fonte: IV CIDS 2016
Peru reconhece alfabeto de 31 idiomas indígenas

Mapa do século XVI mostra famílias de línguas originárias no Peru
Peru reconhece alfabeto de 31 idiomas indígenas
Daniella Cambaúva
Ao longo de 2015, o Peru reconheceu oficialmente 31 das línguas indígenas existentes no país, onde espanhol é língua mãe de 83,9% dos habitantes. Instituições públicas deverão utilizar as grafias originárias, incluindo certidões bilíngues de nascimento, casamento e óbito, se o cidadão exigir.
No caso peruano, o reconhecimento desses alfabetos é feito por resolução do Ministério da Educação, válida a partir de sua publicação em Diário Oficial. A grafia mais recentemente oficializada, em 7 de janeiro de 2016, foi do kapanawa, falado por 400 pessoas da selva norte do país. Seu alfabeto tem 20 letras.



