Professor João Malaca Casteleiro, da Academia das Ciências de Lisboa, é eleito Sócio Correspondente da ABL na vaga do tradutor norte-americano Gregory Rabassa
A Academia Brasileira de Letras elegeu, em sessão acadêmica realizada no Petit Trianon, na quinta-feira, dia 10 de novembro, o professor português João Malaca Casteleiro – da Academia das Ciências de Lisboa e um dos mais destacados defensores do Acordo Ortográfico em Portugal – para a cadeira 18 de seu Quadro de Sócios Correspondentes, na vaga do tradutor norte-americano Gregory Rabassa, falecido em junho deste ano.
O Quadro de Sócios Correspondentes da ABL é formado por 20 membros estrangeiros. Um novo integrante somente é eleito pelos acadêmicos quando um dos efetivos falece. Casteleiro será o oitavo ocupante da cadeira 18, que foi de Silva Alvarenga (Peru), Paul Grossac (França), Francisco Rodrigues Marin (Espanha), Dardo Regules (Uruguai), Aurelio Miró-Quesada (Peru) e José Vitorino Pina Martins (Portugal). Continue lendo
Chamada para artigos: capítulo de livro sobre Cinema Latino-Americano

Os doutores Antonio Marcio da Silva (University of Kent, Reino Unido) e Mariana Cunha (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Brasil) convidam os investigadores interessados a enviar trabalhos para o livro Direitos Humanos, Movimentos Sociais e Ativismo no Cinema Latino-Americano Contemporâneo. O prazo final é o 10 de dezembro.
Eixo temático
O cinema pode desempenhar um papel ativo na denúncia do abuso dos direitos humanos e na visibilidade de diferentes movimentos sociais? Cada uma, à sua maneira, as sociedades latino-americana têm experimentado diferentes ciclos na implementação e aplicação de políticas de direitos humanos, ainda que muitas vezes esses direitos sejam fortemente violados.
Movimentos sociais e ativistas tem aumentado o uso de filmes, vídeos e mídias digitais como meio de fazer campanha em nome da justiça e proteção dos cidadãos vulneráveis. Dessa forma, questionam em que medida o cinema pode impactar a transformação social e abrir novos caminhos para a compreensão dos filmes sobre direitos humanos, sejam eles a partir da perspectiva dos oprimidos ou dos violadores. Continue lendo
IPOL participa de mesa de discussão: Políticas linguísticas: as línguas africanas em contato com as línguas europeias no VI SIALA
Acontece hoje, no VI SIALA – Seminário Internacional de Acolhimento das Línguas Africanas e IV Jornada do CEA/UFMG , a mesa-redonda com participação da pesquisadora Rosângela Morello sobre: Políticas linguísticas: as línguas africanas em contato com as línguas europeias. Participam também da mesa-redonda Cristine Severo (UFSC e Leandro Rodrigues Alves Diniz (FALE/UFMG), com a coordenação de Sônia Queiroz (UFMG).
O VI SIALA busca, de acordo com os organizadores do evento, ser uma vitrine dos trabalhos de pesquisa e extensão desenvolvidos na UFMG e em outras instituições brasileiras em torno das línguas, culturas e literaturas africanas e seus desdobramentos nas Américas.
Saiba mais sobre o Evento no site: http://www.letras.ufmg.br/africanias/
Consulte o folder com a programação: sialaprogramacao

Fonte: IPOL comunicação e Site do Evento
O admirável novo mundo da Mesoamérica em lançamento da EdUFSC
07/11/2016 11:11
Códices – os antigos livros do Novo Mundo, de Miguel León-Portilla, publicado pela Editora da UFSC, é a famosa faca de dois legumes: serve tanto para os não-iniciados, quanto para os leitores já familiarizados com o tema: o estudo dos livros e manuscritos feitos pelos povos indígenas da Mesoamérica em tempos pré-hispânicos e coloniais, como os códices maias, mixtecos e astecas.
Dividido em cinco capítulos, o trabalho mostra que esses documentos atraíram a atenção dos espanhóis e de outros europeus desde datas muito antigas. No primeiro, León-Portilla discute a significação que esse tipo de documento tinha nos diversos aspectos e contextos no cotidiano da Mesoamérica. O que ele representava nos templos, nas escolas, no governo, na administração pública e também na rotina daqueles de linhagem, como no caso dos macehuales, a gente do povo.
2.ª Circular do XII Congresso da Associação Internacional de Lusitanistas | Macau 2017
XII Congresso da Associação Internacional de Lusitanistas
Macau 2017 – onde as culturas se encontram
23 a 29 de julho de 2017
Desde 1 de julho de 2016, estão abertas as inscrições para o XII Congresso da Associação Internacional de Lusitanistas, que se realizará em Macau (China), no Instituto Politécnico de Macau (IPM), de 23 a 29 de julho de 2017, sob a responsabilidade do mesmo IPM.
Esta segunda circular tem como objetivo fornecer informações mais pormenorizadas sobre o alojamento em Macau e os percursos de viagem das pessoas que se deslocarão principalmente da ou via Europa, Américas, África, para participar no XII Congresso da Associação Internacional de Lusitanistas e bem assim sobre os apoios já assegurados aos participantes ou em vias de ser assegurados. Igualmente serão passadas em revista algumas informações úteis já publicadas na 1ª circular (envio das comunicações, inscrições e modo de pagamento).
A Comissão Organizadora convida os investigadores interessados a remeter propostas de comunicações e painéis que foquem qualquer questão relacionada com os seguintes âmbitos, desde que integrados na alargada área de investigação nos estudos lusófonos e apresentados em português:
- Ciências Humanas e Sociais
- Estudos de Cultura
- Linguística
- Literatura
- Teatro, Cinema, Música e Artes Plásticas
- Geografia
- História
- Antropologia e Filosofia
- Comunicação
- Ciências Políticas
- Direito
- Economia
- Turismo
- Estudos Interdisciplinares
Datas importantes
- 1/07/2016 – 31/01/2017: 1º período de receção de propostas de comunicações/Resumos
- 1/02/2017 -30/04/2017: 2º período de receção de propostas de comunicações/Resumos
- 10/06/2017: Envio do texto definitivo
- 23 – 29/07/2017: Realização do XII Congresso
À medida que se forem revelando necessárias, outras informações serão colocadas na página web do Congresso (www.ipm.edu.mo/lusitanistas), na página da AIL (www.lusitanistasail.org), e na Plataforma9.
Confira a circular na íntegra em segundacircularxiicongressoail-macau2017.
Fonte: Plataforma 9
Acordo Ortográfico Yẽgatu é definido durante Seminário em São Gabriel da Cachoeira

A edição do acordo ortográfico será publicada brevemente pela FOIRN em parceria com a LICEN/ICHL/UFAM
De 25 a 27 de outubro de 2016, a Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro/FOIRN, em parceria com o Curso de Licenciatura Indígena Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável/ICHL/UFAM, realizaram o Seminário sobre a grafia e valorização do Yẽgatu “Muatirisa Yẽgatu Resewa” na comunidade de Cucui, na região do alto rio Negro, São Gabriel da Cachoeira/AM.
O seminário contou com aproximadamente 100 pessoas entre professores, lideranças, estudantes, gestores de escolas e representantes das associações indígenas que abrangem as coordenadorias CAIARNX, CAIBRN e parte da CABC da FOIRN envolvendo os falantes da língua Yẽgatu, na sua maioria povo Baré, e Werekena e Baniwa do baixo Içana, com apoio dos professores linguistas Ana Paula Seiffert e Mateus Coimbra de Oliveira da LICEN/ICHL/UFAM.
Seminário fortalece Yẽgatu
Segundo a coordenadora do curso de Licenciatura Indígena, professora Ivani Faria, o seminário partiu de uma demanda dos povos falantes de Yẽgatu para a FOIRN. “Esse encontro foi necessário em virtude do mito de que não se poderia publicar materiais impressos ou mesmo aprender Yẽgatu na escola porque não havia um acordo das grafias usadas na região no caso da Licenciatura Indígena Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável e do padre Afonso Casanovas. Isso acabou por dificultar a produção de materiais para as escolas, bem como estava levando o enfraquecimento dessa língua pelo não uso nas escolas tanto de forma oral quanto escrita”.
Temáticas abordadas
As discussões do Seminário abordaram questões acerca das grafias existentes; do uso da grafia da língua Yẽgatu desde a existência de sua escrita até os dias atuais; do que se deve levar em consideração para o acordo da grafia e acerca da importância da língua para a identidade indígena.
Carta
Como resultado do seminário, os participantes elaboraram uma carta com diversas recomendações, entre elas a de que as instituições públicas implementem a lei de cooficialização das três línguas indígenas aprovada no ano de 2002 e regulamentada em 2006 no município de São Gabriel da Cachoeira e que seja adotado amplamente o acordo ortográfico discutido e aprovado pelos falantes da língua Yẽgatu durante o Seminário, tendo como base a grafia encontrada no livro Yũpinimasa Rupiaita Yẽga Yẽgatu Kuiriwara, publicado no ano de 2013. Leia a carta na íntegra, em anexo.
A edição do acordo ortográfico será publicada brevemente pela FOIRN em parceria com a LICEN/ICHL/UFAM. Como apoio à divulgação e fortalecimento da língua, os estudantes bolsistas do Programa PIBID/DIVERSIDADE do curso da Licenciatura Indígena da turma Yẽgatu farão oficinas sobre o acordo ortográfico em suas escolas/comunidades.
Leia a carta na íntegra: acordo-yegatu
Fonte: Notícias da UFAM


