Entenda quem são os rohingyas, a minoria mais perseguida do mundo

Quase 400 mil muçulmanos já fugiram de Mianmar para Bangladesh em 20 dias

Muçulmanos rohingya deixam embarcação precária após chegar de Mianmar a Bangladesh, na fuga da perseguição – Dar Yasin / AP

RIO — Eles são conhecidos como “a minoria mais perseguida do mundo”. Os muçulmanos rohingya, que atualmente protagonizam uma fuga em massa de Mianmar para Bangladesh, são vítimas de múltiplas discriminações: trabalho forçado, extorsão, restrições à liberdade de circulação, regras de casamento injustas e confisco de terras. Há séculos vivendo no território de Mianmar, são considerados um povo sem Estado e não são reconhecidos como um dos 135 grupos do país. No entanto, atualmente há cerca de 1,1 milhão deles na nação do sul-asiático, sob condições altamente precárias da extrema pobreza. Continue lendo

Ensino bilíngue na infância estimula o cérebro

Por muitos anos, acreditava-se que aprender mais de uma língua ainda na infância confundia a cabeça das crianças (Foto: Pedro Ribas/ANPr)

Estudos recentes indicam que crianças ensinadas em mais de uma língua melhoram suas habilidades neurológicas e cognitivas

Estudos recentes apontam que o ensino em mais de uma língua na infância estimula o cérebro, melhorando habilidades não apenas relacionadas à linguagem. Os resultados apontam que o ensino bilíngue traz diversos benefícios neurológicos e cognitivos.

Por muitos anos, acreditava-se que aprender mais de uma língua ainda na infância confundia a cabeça das crianças e as impedia de aprender corretamente uma das línguas. No entanto, pesquisas recentes têm mostrado uma nova visão sobre o bilinguismo, mostrando que a exposição a outra língua interfere no cérebro de forma benéfica. Continue lendo

II Setembro Azul na UFU

26 a 28 de setembro de 2017
“É preciso substituir um pensamento que isola e
separa, por um pensamento que distingue e une.”
Edgar Morin

Os objetivos do evento são

  • Congregar os surdos de Uberlândia e região e proporcionar um espaço de reflexão sobre a cultura, identidade surda, os direitos e a Libras – Língua de Sinais Brasileira, a fim de promover interação dos surdos entre si, com a comunidade surda da Universidade e de Uberlândia.
  • Apresentar à comunidade interna e externa da UFU e demais interessados na inclusão das pessoas surdas, um breve histórico dos movimentos sociais e conquistas em diversas áreas da sociedade, escolaridade, empregabilidade, artes, políticas linguísticas e de inclusão, etc.

Baixe o folder completo aqui.

Lançamento “Mapa etno-histórico do Brasil e regiões adjacentes”

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico convida para o lançamento da 2ª edição revisada e ampliada do “Mapa etno-histórico do Brasil e regiões adjacentes” de Curt Nimuendajú

Data 27/09/2017 às 17h

Local: Brasília-DF

Endangered languages in town: the urbanization of indigenous languages in the brazilian amazon

Autor Gilvan Muller de Oliveira

Brazil’s territory covers an area of 8,500,000 square kilometers (3,286,170 square miles), and is home to a population of about 169,500,000 inhabitants, only 16 million of whom live in rural areas — the number has not changed since 1950. (IBGE,(1) 1991 census) The country’s remaining 154 million live in 5,507 urban nuclei, the seats of municipalities (the country’s smallest administrative units). Brazil is a federal republic composed of 26 states that have the power to mandate and enforce their own public policies, including those concerning education.

Brazil’s indigenous population constitutes a minority of about 350,000 people, amounting to 0.2 percent of the overall population. These are the survivors of the four million native Brazilian Indians estimated to have lived during the time of European arrival in what is today the Brazilian territory. The continuous wars against the Indians, which persisted until the second half of the 20(th) century (Leonardi, 1996), reduced their numbers to a small fraction(2) of the original population.

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A Suíça esquece sua quarta língua nacional

Há algum tempo, as línguas minoritárias na Europa são protegidas e apoiadas para salvá-las da extinção. Na Suíça também, onde o reto-romanche é considerado como idioma ameaçado.

O ensino de línguas estrangeiras na escola não pode suplantar o romanche, adverte o Conselho da Europa. (Keystone)

O que têm em comum os Samis e os Carelianos na Escandinávia e os Reto-Romanches na Suíça? Eles falam uma língua ameaçada, segundo o atlas da UNESCOLink externo das línguas minoritárias. Na Suíça, somente 0,5% da população fala reto-romanche, língua que se desenvolveu no cantão dos Grisões (leste) a partir de uma mistura de latim popular e idiomas locais.

Conforme um estudLink externoo da Comissão Europeia, o limite crítico para a sobrevivência de uma língua seria ter pelo menos 300.000 locutores. Com 35.000 pessoas que o falam, o reto-romanche está, portanto, muito longe. Segundo a Unesco, metade das mais de 6.000 línguas ainda faladas no mundo estão ameaçadas de extinção.

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