Professora conta histórias infantis com linguagem de sinais no YouTube – Brasil
A professora Carolina Hessel, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, criou um projeto para contar histórias infantis para crianças com a Libras (Língua Brasileira de Sinais) em um canal no YouTube.
O canal se chama “Mãos Aventureiras”, foi lançado há três meses e conta com mais de mil inscritos. Carolina já contou histórias clássica no canal, como “A Centopeia e Seus Sapatinhos” e “O Sanduíche da Maricota”.
Revista LínguaTec: chamada para artigos
A LínguaTec, revista especializada em publicações referentes ao ensino-aprendizagem de línguas e literatura em instituições de ensino tecnológicas, está recebendo submissões de artigos científicos, relatos de experiência e narrativas de ensino para o seu quinto número.
O prazo para submissão dos textos é o dia 1 de abril de 2018. Os textos publicados podem ser redigidos em português, espanhol ou inglês e devem seguir as Diretrizes para Autores. A avaliação é feita por pares, às cegas, e conta com pareceristas especializados nas áreas dos trabalhos submetidos.
Visite os números já publicados. Aguardamos sua contribuição!
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Língua indígena começa a ser ensinada no Centro de Línguas do Acre

Joaquim Mana ministrou a oficina para cerca de 30 professores do CEL (Foto: Cedida)
Como parte do planejamento para as aulas de línguas indígenas no estado, o Centro de Estudo de Línguas (CEL) realizou nesta segunda-feira, 26, uma oficina sobre a Hãtxa kui, língua matriz do povo Huni Kui. Cerca de 30 professores do CEL participaram da aula, ministrada pelo professor-doutor em linguística Joaquim Mana Kaxinawa.
Mana explica que serão ofertadas ao público cinco oficinas de 20 horas, mostrando a cultura e a língua de cinco povos acreanos: Huni Kui, Jaminawa, Madija, Ashaninka e Manchineri. Na oficina de ontem, foi apresentada a estrutura do idioma Hãtxa kui, que Mana estuda e está ajudando na elaboração de livros.
Para o professor e pesquisador, “a escrita surge para fixar todo o conhecimento da convivência de um povo”, por isso é tão importante a organização e propagação de sua língua. Entusiasta da ideia de fortalecer a educação e cultura indígena do Acre, o governador Tião Viana está garantindo todo o apoio para a produção dos livros didáticos e para o ensino da língua, como está ocorrendo no CEL. Continue lendo
Línguas | Criados dicionários ‘online’ Português/Chinês e Chinês/Português
Mais um trabalho pioneiro e feito a partir de Macau. Foram lançados, no dia de ano novo chinês, os dicionários ‘online’ Português/Chinês e Chinês/Português. A autoria é de Ana Cristina Alves que contou com a colaboração da também académica Ao Sio Heng. O objectivo foi disponibilizar um instrumento acessível a todos
Os primeiros dicionários ‘online’ Português/Chinês e Chinês/Português agora disponibilizados foram feitos a partir de Macau por Ana Cristina Alves. Demoraram cerca de um ano, e da equipa que o produziu consta uma professora chinesa de português e mandarim.
Doutorada em Filosofia da História e da Cultura Chinesa, Ana Cristina Alves disse à agência Lusa que quando lhe foi feito o desafio pensou que “não iria ser capaz”, pois à data leccionava na Universidade de Macau e “não tinha tempo”. Continue lendo
Advogada conservação das línguas nacionais
O historiador Altino Menezes defendeu na Terça-feira, na cidade do Cuito, província do Bié, a necessidade da valorização das línguas maternas, como meio para fortalecer a identidade nacional, bem como de afirmação da cultura.
Por ocasião do 21 de Fevereiro, consagrado ao Dia Internacional da Língua Materna, o académico Altino Menezes é de opinião que as línguas nativas sejam enquadradas no currículo escolar, pese embora algumas escolas do ensino médio e superior tenham inserido o ensino do Umbundu. Em seu entender, as línguas maternas faladas nesta parcela do país têm estado a perder o valor, pelo facto, sobretudo, de os citadinos motivados pelo fenómeno globalização usarem-nas pouco, até mesmo nas suas próprias comunidades. Continue lendo
O Dia Internacional da Língua Materna
No dia 21 de Fevereiro, comemora-se em todo mundo o Dia Internacional da Língua Materna, uma data instituída pela UNESCO, há dezanove anos, e que lembra a responsabilidade que os Estados, as instituições e as pessoas têm de promover o multilinguismo, a diversidade linguística e cultural.
Em Angola, há um largo segmento da população que possui uma das línguas nacionais como materna, razão pela qual há a protecção constitucional reservada pelo Estado. Não há dúvidas de que há igualmente um grande segmento da população angolana, cada vez mais crescente, que não fala nenhuma das línguas nacionais e que têm o português como língua materna.
A Carta Magna, no seu artigo 19. º, dispõe no seu número dois que “o Estado valoriza e promove o estudo, o ensino e a utilização das demais línguas de Angola, bem como das principais línguas de comunicação internacional”. E embora haja o “guarda-chuva” protector da Constituição da República, na verdade, há ainda um longo caminho a percorrer para alcançarmos metas de satisfação relativamente à preservação, uso e continuidade das línguas nacionais. Continue lendo


