Inscrições abertas – Assistentes brasileiros de língua portuguesa na França Ano letivo 2021-2022
Este programa está aberto a todos os estudantes brasileiros,
– de 20 a 30 anos de idade,
– matriculados em último ano de graduação no momento de sua candidatura, – caso já tenham um curso superior completo, matriculados em outro curso superior (uma segunda graduação, mestrado, doutorado ou especialização),
– matriculados numa universidade brasileira em letras, línguas estrangeiras ou qualquer outro curso,
– com bom conhecimento da língua francesa (nível B1 do Quadro Europeu Comum de Referência para as Línguas).
O objetivo geral do programa é oferecer a oportunidade a estudantes brasileiros de familiarização com a língua e a cultura francesas, levando aos estabelecimentos escolares a autenticidade de sua língua e a riqueza de sua cultura. Por conseguinte, apenas falantes de língua materna brasileira, que estudem no Brasil, de onde são cidadãos de pleno direito, poderão ser selecionados para este programa.
Durante sua permanência na França, os assistentes brasileiros, que beneficiarão do status de funcionários temporários do Estado francês, terão a possibilidade de se inscrever numa universidade, desde que a atividade e o curso escolhido não tragam prejuízo à sua função de assistente no estabelecimento para onde tiverem sido designados.
Desde julho de 2018, a França conseguiu o status de Estado observador associado da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Através desse novo status, a França reforça os vínculos com os Estados membros da Comunidade, com a qual compartilha princípios e objetivos, entre os quais a promoção do plurilinguismo e a diversidade cultural. O programa de assistentes de língua portuguesa na França é um exemplo desses objetivos.
Inscrições
O formulário de inscrição pode ser consultado e retirado na página eletrônica do France Education International, no seguinte endereço:
https://www.ciep.fr/assistants-langue-france/pays-concernes
Fórum Bem Viver 2020
O Bem Viver ainda é possível?
Em 2007, o Equador ofereceu ao mundo uma iniciativa visionária, de deixar algumas das reservas de petróleo da Amazônia no solo em troca de uma compensação financeira da comunidade internacional. Alberto Acosta, o então Ministro do Petróleo do Equador, foi o principal arquiteto da proposta, projetada para salvar o Parque Nacional Yasuni, uma das regiões de maior biodiversidade do mundo.
A Maldição da Abundância (dir. Ewa Ewart, 2019), revela o dilema ideológico que o Equador enfrentou: um Bem Viver sustentável ou “duras realidades econômicas”. Este dilema está no cerne dos debates sobre ‘desenvolvimento’, ‘sustentabilidade’ e ‘justiça climática’. Mas na pandemia de hoje, tornou-se cruelmente focado como uma escolha da espécie: viva bem ou morra.
Povos originários, indígenas e tradicionais vivem bem há milênios, em biomas todos sustentados pela Amazônia que nunca foi tão vulnerável. Em tempos de medo existencial, regimes autoritários surgiram e exploram inteligências artificiais que invisivelmente nos viciam, minam e isolam, 24 horas por dia. Podemos educar a nós mesmos e a nossos filhos em casa e em nossas comunidades para renovar nossas raízes cortadas e relação sagrada com a Terra, para viver bem, à tempo?
Convidamos você primeiro assistir o filme, depois a se juntar ao nosso Fórum Bem Viver para entrar em um diálogo mundial com Alberto Acosta, Ewa Ewart (a cineasta) e especialistas-ativistas latino-americanos. O que podemos aprender com a experiência do Equador para cultivar um futuro Bem Viver?
Quando:
23 outubro, 16-18h (Brasil)
24 outubro, 10-12h (Brasil)
Onde: zoom
Com: Alberto Acosta
Alessandra Munduruku
Lideranças bem viver!
Antes do fórum, assista:
A Maldição da Abundância
(dir. Ewa Ewart, 2019)
Onde : Vimeo
Quando : 20-24 outubro
Link : https://vimeo.com/374886012
Senha : Maldicion_2019
Inscrição link:
https://us02web.zoom.us/meeting/register/tZMvdumurzssG9IPUl406GYeMAC0f0ijear7







