52 minorias étnicas têm suas próprias línguas faladas na China, diz livro branco
Beijing, 24 jun (Xinhua) — Das 55 minorias étnicas da China, 52 têm suas próprias línguas faladas, com exceção da Hui, que historicamente usam a língua da etnia Han, e as pessoas Manchu e She, que geralmente também usam a língua da etnia Han, de acordo com um livro branco divulgado na quinta-feira.
O livro branco sobre a prática do Partido Comunista da China em respeitar e proteger os direitos humanos foi divulgado pelo Departamento de Comunicação do Conselho de Estado.
Mais de 20 grupos de minorias étnicas usam quase 30 escritas, segundo o livro branco.
O documento acrescentou que o governo chinês protege por lei o uso legítimo das línguas faladas e escritas das minorias étnicas nas áreas de administração e magistratura, imprensa e publicação, rádio, cinema e televisão, e cultura e educação.
Via portuguese.xinhuanet.com
Projeto que tramita na Câmara propõe intérpretes de Libras em órgãos públicos

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O PL (Projeto de Lei) 161/2019, do vereador Professor Toninho Vespoli (PSOL), está em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo. A proposta pede que órgãos e entidades da administração pública direta e indireta, além de empresas concessionárias de serviços públicos, disponibilizem tradutores ou intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para garantir atendimento às pessoas com deficiência auditiva.
Para justificar a elaboração do Projeto de Lei, o texto cita a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, que “considera fundamentais para a efetividade dos direitos humanos das pessoas surdas: o acesso e o reconhecimento da língua de sinais, o respeito pela identidade linguística e cultural, a educação bilíngue, o recurso aos intérpretes de línguas de sinais e outros meios de acessibilidade”.
Ao propor o PL, o vereador destaca que a iniciativa permitirá que a população com deficiência auditiva tenha acesso a acesso às informações da administração pública.
“A compreensão dos conceitos de diversidade e diferença, além de considerar a construção da identidade surda como um movimento político, social e histórico, faz prevalecer a tão almejada inclusão social dos surdos e despreza toda forma de discriminação e preconceito com essa comunidade, que sofreu por um longo tempo com a imposição de um padrão unilateral de normalidade e de forma de comunicação”, relata o texto do Projeto de Lei.
O Projeto de Lei aguarda ser incluído na pauta da Sessão Plenária para ser votado em primeiro turno.
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