Doze páginas da internet para fazer download de livros legal e gratuito
Doze páginas da internet para fazer download de livros legal e gratuito
Se dominar a língua espanhola e inglesa, as opções de escolha aumentam exponencialmente. Mas até a multinacional Amazon disponibiliza ebooks em português.
É viciado em livros, recebeu um eReader no Natal, mas não tem dinheiro para gastar? Milhares de livros clássicos e contemporâneos, em português, inglês ou espanhol, entre outras línguas, estão só a distância de um clique. E nem sempre estão escondidos em páginas recônditas. O jornal espanhol El Confidencial fez uma lista das melhores páginas para fazer download legal de ebooks.
UFSC cria Comissão da Memória e Verdade
UFSC cria Comissão da Memória e Verdade
Mayra Cajueiro Warren
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), por meio de seu Conselho Universitário (CUn), aprovou por unanimidade a criação da Comissão da Memória e Verdade da UFSC, durante sessão extraordinária realizada na última terça-feira, 16 de dezembro. A Comissão será formada por dez membros da comunidade universitária e trabalhará durante o período de um ano para apurar e identificar atos arbitrários, violentos e de cerceamento das liberdades individuais e dos direitos humanos que atingiram a comunidade da UFSC no período da ditadura militar no Brasil, de 1º de abril de 1964 a 5 de outubro de 1988. Após a aprovação do Conselho, a criação da Comissão será oficializada por meio de publicação no Boletim Oficial da UFSC.
Projeto preserva e propaga línguas indígenas através de aplicativo
Projeto preserva e propaga línguas indígenas através de aplicativo
Quem pensa que os índios estão atrasados no tempo, está muito enganado. O projeto Aplicativo Digital Educativo em Línguas Indígenas do Brasil procura expandir, ensinar e preservar a língua indígena brasileira a partir do uso de smartphones, conciliando o aumento de assinatura em telefonia celular entre jovens indígenas com a implementação de um planejamento linguístico, educacional e cultural para o Brasil do século XXI.
Desenvolvido por João Paulo Ribeiro, Pesquisador em Línguas Indígenas pela Universidade de São Paulo (USP), a iniciativa enriquece oportunidades educacionais em diversos ambientes através de aparelhos móveis, estimulando e multiplicando inovadoras situações de uso de línguas indígenas e implementando uma política cultural num país marcado por suas multi etnias.
A criação de aplicativos educacionais propõe a revitalização da linguagem buscada diretamente nas comunidades, sendo exemplo de empreendedorismo social e estímulo à economia criativa. Segundo o Censo de 2010, existem 274 línguas indígenas faladas no país, que infelizmente são praticadas cada vez menos, portanto é importante o resgate e preservação de uma linguagem que tem suas raízes brasileiras.
O projeto venceu a categoria Culturas Indígenas do Prêmio Brasil Criativo, iniciativa da ProjectHub com chancela do Ministério da Cultura e patrocínio da 3M, que se tornou oficialmente a premiação da criatividade brasileira.
Fonte: Catraca Livre
Pesquisador é primeiro índio a receber título de doutor em linguística pela UnB
Pesquisador é primeiro índio a receber título de doutor em linguística pela UnB
Maíra Heinen
Nascido no município acriano de Tarauacá, na Terra Indígena Praia do Carapanã, Joaquim Paulo de Lima Kaxinawá se tornou o primeiro índio no Brasil a receber o título de doutor em linguística pela Universidade de Brasília (UnB). Mais conhecido como Joaquim Maná, ele defendeu hoje (19) a tese “Para uma gramática da Língua Hãtxa Kuin”.
Alfabetizado na língua portuguesa aos 20 anos em um programa alternativo coordenado pela Comissão Pró-Índio do Acre, ele fez o magistério indígena no estado e a graduação em um curso intercultural indígena na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul. O mestrado e o doutorado foram feitos na UnB.
Para ele, um dos maiores desafios durante o doutorado foi a indisponibilidade de pesquisas sobre a língua de seu povo, sobretudo em português. “Muitas pesquisas foram escritas em inglês, alemão, francês, espanhol e não foram apresentadas ao povo, ficaram guardadas”, ressalta.
Patrimônio, língua talian luta para sobreviver no Brasil
Patrimônio, dialeto talian luta para sobreviver no Brasil
Língua falada por descendentes de italianos é forte no sul do país
Por Tatiana Girardi
Os descendentes dos imigrantes italianos que chegaram ao Brasil nos séculos passados conseguiram um reconhecimento inédito: ver o dialeto talian ser considerado uma “Referência Cultural Brasileira” pelo Ministério da Cultura.
Com origens no norte da Itália, de onde a maioria dos italianos veio para povoar a região sul e sudeste do Brasil, o dialeto também é conhecido como o “vêneto brasileiro”. Porém, o que é falado atualmente no país é uma verdadeira mistura de diversos dialetos italianos das regiões da Lombardia, Trentino Alto-Ádige, Piemonte, Toscana e, claro, do Vêneto.
Apesar do reconhecimento, o medo de perder a tradição é grande. Isso porque muitos jovens, por vergonha ou por receio, não aprendem a língua. Para Aliduino Zanella, presidente da Federação de Entidades Ítalo-Brasileiras do Meio-Oeste e Planalto Catarinense (Feibemo) e mestre e pesquisador de talian, esse receio foi causado pelo governo de Getúlio Vargas.






