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Pauta indígena é prioridade no Ministério da Cultura

Indígenas caminham para o Palácio do Planalto, que recebe comitiva de lideranças que entregaram carta exigindo cumprimento de compromisso de campanha da presidente Dilma em relação aos povos indígenas - Foto: Fábio Nascimento / MNI.

Indígenas caminham para o Palácio do Planalto, que recebe comitiva de lideranças que entregaram carta exigindo cumprimento de compromisso de campanha da presidente Dilma em relação aos povos indígenas – Foto: Fábio Nascimento / MNI.

Pauta indígena é prioridade no Ministério da Cultura

A questão indígena é uma pauta prioritária para o MinC, que tem definido uma série de ações em torno da questão com o intuito de estimular um debate, com a participação ativa do coletivo, e de criar políticas que atendam suas demandas. O Ministério quer que temas como meio ambiente, reconhecimento cultural, direito à produção cultural e de informação integrem a pauta.

Entre as ações de apoio, está o acordo de cooperação técnica, assinado entre a Secretaria da Cidadania e da Diversidade Cultural do Minc e a Secretaria de Inclusão Digital do Ministério das Comunicações, para instalação de 170 antenas GESAC em comunidades indígenas, quilombolas e rurais. O Ministério também realizará, em parceria com o SESC/SP, o Encontro Brasil Indígena e o II Seminário Nacional de Culturas Indígenas, previsto para agosto deste ano, com a presença de lideranças de todo o país em rodas de conversas, representações culturais e encontro preparatório para a Conferência Nacional da Política Indigenista.

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Licenciatura indígena da UFAM é inovadora, diz relatório do MEC

turma Nheengatu cucui

Ensino diferenciado foi demanda de povos do Alto Rio Negro

Licenciatura indígena da UFAM é inovadora, diz relatório do MEC

Todo planejado e aplicado de acordo com as demandas dos povos indígenas da região do Alto Rio Negro, a 1.146 km de Manaus, o curso de Licenciatura Indígena Políticas Educacionais e Desenvolvimento Sustentável obteve o conceito 5, valor máximo,na dimensão Projeto Pedagógico e 4, na avaliação geral do Ministério da Educação (MEC). Em 2013, a Ufam formou os primeiros 72 profissionais habilitados em Educação Indígena para atuar nas escolas municipais e estaduais.

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Banco da China cria em Macau equipe para negócios com países de língua portuguesa

MacauBanco da China cria em Macau equipa para negócios com países de língua portuguesa

A sucursal do Banco da China em Macau criou uma equipa para promover a cooperação económica e comercial entre a China e os países de língua portuguesa, escreve na edição de hoje [22/04] o jornal em língua portuguesa Tribuna de Macau.

O jornal adianta que a iniciativa pretende aproveitar “as grandes oportunidades” da política do governo central bem como manter uma coordenação “activa” com o governo de Macau para a construção de uma plataforma de serviços para a cooperação comercial entre a China e os países de língua portuguesa no território.

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Novo método facilita a transformação de documentos manuscritos históricos em arquivos digitais

Carta do século XIX sobre Mesa Cartesiana

Carta do século XIX sobre Mesa Cartesiana – Foto: LAPELINC.

Registro da escrita
Novo método facilita a transformação de documentos manuscritos históricos em arquivos digitais

Marcos de Oliveira

A dificuldade em manusear documentos históricos raros e manuscritos para análise dos textos levou um grupo de pesquisadores da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) a desenvolver um método de fotografia que facilita a transcrição e compreensão de fenômenos linguísticos de uma época. “Existem documentos e livros antigos para os quais o método tradicional de obtenção da imagem por escaneamento pode prejudicar ou até destruir o original porque é preciso, muitas vezes, dobrá-los ou desencaderná-los para uso no escâner”, diz o professor Jorge Viana Santos, do Laboratório de Pesquisa em Linguística de Corpus (Lapelinc) da Uesb. O objeto de estudo dos pesquisadores são livros e documentos cartoriais manuscritos do século XIX que já tiveram grande manuseio e cujo estado é bem frágil. “Diferentemente da fotografia, no escaneamento o documento é que se adapta ao aparelho e não o contrário”, diz. Para a digitalização de documentos impressos, já existem softwares bem difundidos que levam o nome de reconhecimento óptico de caractere (OCR na sigla em inglês) e podem ler o documento a partir de escâneres e transformá-lo em digital. Em documentos manuscritos não existe essa possibilidade.

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Estudante indígena da UFSCar escreve livro didático para ensinar idioma nativo às crianças de seu povo

Foto: Ernesto Rodrigues/Folhapress

Foto: Ernesto Rodrigues/Folhapress

Estudante indígena da UFSCar escreve livro didático para ensinar idioma nativo às crianças de seu povo

O estudante indígena Luciano Ariabo Quezo, graduando do curso de Letras da UFSCar, escreveu o livro didático “Língua e Cultura Indígena Umutina no Ensino Fundamental” para ensinar a língua Umutina-Balatiponé a alunos do 4º ano da escola indígena de seu povo, Julá Paré. Foram impressos 180 exemplares do material, que é composto por exercícios bilíngues (umutina-português) e dividido em quatro unidades, abordando a História do Povo; Artesanatos; O corpo humano com classes animais; e por último as narrativas do povo.

Leia também: Indígena diz que 19 de abril não existe: ‘Estamos na história todos os dias’

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Três línguas indígenas canadenses são investigadas em estudo global sobre línguas maternas

Gary Humchitt, à direita, da primeira nação Kwakiutl, em Fort Rupert, B.C., e Shawn Edenshaw, à esquerda, da Primeira Nação Haida, usam esculturas tradicionais nas suas cabeças, enquanto aguardam para participar na Caminhada para a Reconciliação em Vancouver, B.C., 22/092013 - Foto: Darryl Dyck/The Canadian Press.

Gary Humchitt, à direita, da primeira nação Kwakiutl, em Fort Rupert, B.C., e Shawn Edenshaw, à esquerda, da Primeira Nação Haida, usam esculturas tradicionais nas suas cabeças, enquanto aguardam para participar na Caminhada para a Reconciliação em Vancouver, B.C., 22/092013 – Foto: Darryl Dyck/The Canadian Press.

Três línguas indígenas ainda faladas no Canadá incluídas num grande estudo

Três línguas indígenas ainda faladas no Canadá estão entre um grupo que está a ser estudado, numa altura em que investigadores tentam compreender como as crianças de todo o mundo aprendem as suas diferentes línguas maternas, noticiou The Canadian Press. O projeto global – liderado pela Universidade de Zurique – está a estudar o Dene, o East Cree, e o Inuktitut, entre 10 idiomas.

Leia também: First Nations languages explored in global study on mother tongues

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