Instituto federal tem projeto de apoio à prática da escrita
Instituto federal tem projeto de apoio à prática da escrita
Fátima Schenini
Levar os estudantes a uma compreensão melhor do processo de aprendizagem da escrita e proporcionar experiência mais agradável e produtiva em relação ao ato de escrever é o objetivo do 1º Simpósio sobre Práticas Discursivas na Amazônia, promovido pelo campus de Cacoal do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), esta semana.
Saiba mais no Jornal do Professor, e nas páginas dos campi de Cacoal e de Colorado do Oeste do IFRO na internet
Brasil e África fazem debate sobre educação profissional
WorldSkills
Brasil e África fazem debate sobre educação profissional
A troca de experiências e conhecimentos sobre educação profissional entre o Brasil e os países africanos pautou o debate, na tarde de quinta-feira, 13, do Programa de Conferências da WorldSkills 2015, na conferência Brasil-África.
A Polônia deu autonomia às escolas e passou a estar ao lado dos melhores

Na família Polit apenas os dois filhos mais velhos estão a estudar. A escola é “boa” dizem os pais.
A Polónia deu autonomia às escolas e passou a estar ao lado dos melhores
Samuel Silva (Texto, na Polónia), Enric Vives-Rubio (Fotos, na Polónia), Sibila Lind (Vídeo) e Cátia Mendonça (Infografia)*
*Assista ao vídeo e veja os infográficos aqui.
Há 15 anos, Portugal e Polónia partilhavam um problema de insucesso escolar. Hoje, os alunos polacos estão entre os melhores do mundo nos domínios da Leitura, Ciências e Matemática. A autonomia regional e a liberdade dos professores para preparar aulas são apontados como alguns dos segredos.
Passa pouco das 19h e ainda se sente no ar o calor do início de Verão solarengo que atingiu Varsóvia. Os Polit sentam-se à mesa para a última refeição de um dia que começou bem cedo. Antes de começarem a comer, Pawel, Emilia e os três filhos levantam-se em oração. São católicos, como quase 90% dos polacos. Quando terminarem a salada de queijo mozarela e tomate, vão começar a preparar-se para dormir. É preciso descansar cedo porque no dia seguinte, como de costume, a rotina familiar começa às 6h da manhã. Uma hora e meia depois, os dois rapazes mais velhos da família estarão a caminho de mais um dia de aulas. “A escola é boa e nota-se que os professores estão empenhados. Mas se calhar também temos sorte, porque os miúdos gostam de estudar”, conta Emília, 38 anos.
Venezuela anuncia creación del Instituto de Idiomas Indígenas

Foto: Carlos Meza
Anuncian creación del Instituto de Idiomas Indígenas
El anuncio lo realizó la ministra durante el acto por las celebraciones del Día Internacional de los Pueblos Indígenas en Maracaibo, donde estuvo acompañada por Larry Devoe, Secretario Ejecutivo del Consejo Nacional de Derechos Humanos
La ministra para los Pueblos Indígenas, Aloha Nuñez, informó este lunes sobre la creación del Instituto de Idiomas Indígenas, que tendrá la responsabilidad de velar por el uso de idiomas ancestrales en todo el país.
Ensinar a ler e a escrever na língua que o aluno fala é o lema de organização de sociedade civil moçambicana
A melhor maneira de alfabetizar alguém é ensinar a ler e a escrever na língua que ele fala, afirmam fundadoras da Associação Progresso, laureada pela UNESCO
Adérito Caldeira
Oficialmente quase metade dos moçambicanos ainda é analfabeta, e nas zonas rurais o número é muito maior, particularmente entre as mulheres adultas e jovens. No Moçambique real, esses números poderão ser maiores pois a alfabetização em língua portuguesa tem tido resultados pouco positivos e há jovens que saem da 7ª classe sem ainda saberem ler nem escrever. “A melhor maneira para alfabetizar alguém, seja criança ou adulto, é ensina-los a ler e a escrever, ensinar as letras na língua que ele fala”, foi a solução encontrada por uma das fundadoras da Associação Progresso que trabalha nesta área há cerca de duas décadas.
Edital selecionará produção audiovisual de países lusófonos

O secretário do Audiovisual do Minc, Pola Ribeiro, enviou depoimento em vídeo – Foto: Otto Terra / Divulgação.
Edital selecionará produção audiovisual de países lusófonos
Verena Paranhos
A segunda edição do Programa CPLP Audiovisual foi lançada na tarde desta sexta-feira, 7, em evento realizado na Casa de Angola, na Barroquinha. O edital vai selecionar documentários e telefilmes de ficção produzidos nos nove países que integram a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). As inscrições estão abertas até 31 de outubro na plataforma online do CPLP (www.cplp.org).


