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Educamemória/FURG promove Projeto de Extensão Memória, Cultura e Promoção da Língua Pomerana

educamemoriaNúcleo Educamemória promove Promoção  da Língua Pomerana

Memória, Cultura e Promoção da Língua Pomerana 2016-2017

Erinung, Kultur un Promotion fon dai Pomerisch Språk 2016-2017

Essa proposta é derivada de demandas do III Fórum Pomersul, realizado em 2014 em Canguçu, especialmente. Demanda sempre presente nos Fóruns do Pomersul (2010-2014), desde o I PomerBR (2011) em São Lourenço do Sul e nas Audiências Públicas do Povo Pomerano (2015-2016).

Este projeto de extensão tem por objetivo promover a Língua Pomerana na Serra dos Tapes por meio de Rodas de Diálogos sobre a Língua Materna e as Políticas Linguísticas de Bilinguismo. Compreender aspectos elementares da epistemologia linguístico-gramatical da língua pomerana. Discutir, compreender e promover a Língua Pomerana, falada e escrita, a partir de uma discussão das políticas linguísticas de Bilinguismo e dos pressupostos da Educação bilíngue na América Latina. O Público Alvo dessa ação são as lideranças locais; professores, membros de associações culturais, membros das comunidades pomeranas, sujeitos de Comunidades e Povos Tradicionais do Pampa, comunidade em geral interessada na temática.

Essa ação é realizada em parceria de co-promoção entre Associação Pomersul, Secretaria de Educação e Esportes de Canguçu, Secretaria de Educação e Cultura de São Lourenço do Sul e Núcleo Educamemória-FURG.

Interessados em participar devem enviar e-mail para: educamemoria@yahoo.com.br, declarando interesse de participação. A partir desse contato serão enviados a ficha de inscrição e o passo-a-passo de cadastramento.

 Fonte: Email de Divulgação

BBC vai emitir em 11 línguas e uma é a da Coreia do Norte

bbc

Foto BBC/Público

As redes sociais e os conteúdos digitais vão ser outra das apostas da cadeia britânica.

A cadeia britânica BBC vai reforçar a sua aposta em África, mas também no Leste europeu, na Rússia e na Ásia, incluindo a Coreia do Norte. No total, prepara-se para emitir em 11 novas línguas, naquela que é a maior expansão da cadeia desde 1940.

O serviço mundial da BBC (BBC World Service, no original) prepara-se, agora, para emitir em países da África subsariana e da Península Arábica. As novas línguas introduzidas serão oromo (falado na Etiópia e no Quénia), amárico (Etiópia e partes do Oriente Médio), guzerati (Índia e Paquistão), igbo (Nigéria), coreano, marata (Índia), pidgin, panjábi (Índia e partes do Paquistão), telugo (Índia), tigrínia (Etiópia e Eritreia) e iorubá (Nigéria, Benim, Togo e Serra Leoa). Continue lendo

Educação e(m) Arquivos: práticas de memória no universo digital

O encontro Roda de Conversa, Educação e(m) Arquivos: práticas de memória no universo digital acontece no dia 24 de novembro, no auditório principal da sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro. O evento tem como objetivo uma reflexão sobre as possibilidades e os desafios das ações educativas e culturais nos arquivos, em sua articulação com o patrimônio, a história e as práticas de memória no universo digital.

As inscrições podem ser feitas até 21 de novembro através do e-mail pi@arquivonacional.gov.br. Mais informações no cartaz do evento acima e também na página do Arquivo Nacional.

programa-roda-de-conversa

Há 44 mil alunos a aprender português no Senegal

senegalÉ a primeira língua de dezenas de milhões de alunos mas só 11 países a têm nos currículos oficiais como segunda ou terceira, abrangendo 80 mil estudantes

Por Pedro Sousa Tavares

“Esta é uma relação que tem muitos antecedentes”, diz ao DN Ana Paula Laborinho, presidente do Instituto Camões. O português, lembra, está nos currículos desde 1960, ano em que o país ganhou a independência e passou a ser liderado pelo político e escritor Léopold Sedar Senghor, cujo apelido paterno deriva da palavra portuguesa: “Senhor”. “Durante muito tempo, a figura de Senghor foi protetora e tutelar da luta contra o domínio colonial, a par do [angolano] Agostinho Neto. Essas duas figuras contribuíam para essa presença, ainda hoje, de uma massa tão grande de interessados no Português, que depois tem também uma expressão na universidade, onde se formam os professores que nas 14 regiões ensinam a língua. Continue lendo

Professor João Malaca Casteleiro, da Academia das Ciências de Lisboa, é eleito Sócio Correspondente da ABL na vaga do tradutor norte-americano Gregory Rabassa

academia-ablA Academia Brasileira de Letras elegeu, em sessão acadêmica realizada no Petit Trianon, na quinta-feira, dia 10 de novembro, o professor português João Malaca Casteleiro – da Academia das Ciências de Lisboa e um dos mais destacados defensores do Acordo Ortográfico em Portugal – para a cadeira 18 de seu Quadro de Sócios Correspondentes, na vaga do tradutor norte-americano Gregory Rabassa, falecido em junho deste ano.

O Quadro de Sócios Correspondentes da ABL é formado por 20 membros estrangeiros. Um novo integrante somente é eleito pelos acadêmicos quando um dos efetivos falece. Casteleiro será o oitavo ocupante da cadeira 18, que foi de Silva Alvarenga (Peru), Paul Grossac (França), Francisco Rodrigues Marin (Espanha), Dardo Regules (Uruguai), Aurelio Miró-Quesada (Peru) e José Vitorino Pina Martins (Portugal). Continue lendo

Chamada para artigos: capítulo de livro sobre Cinema Latino-Americano

cinema

Os doutores Antonio Marcio da Silva (University of Kent, Reino Unido) e Mariana Cunha (Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Brasil) convidam os investigadores interessados a enviar trabalhos para o livro Direitos Humanos, Movimentos Sociais e Ativismo no Cinema Latino-Americano Contemporâneo. O prazo final é o 10 de dezembro.

Eixo temático

O cinema pode desempenhar um papel ativo na denúncia do abuso dos direitos humanos e na visibilidade de diferentes movimentos sociais? Cada uma, à sua maneira, as sociedades latino-americana têm experimentado diferentes ciclos na implementação e aplicação de políticas de direitos humanos, ainda que muitas vezes esses direitos sejam fortemente violados.

Movimentos sociais e ativistas tem aumentado o uso de  filmes, vídeos e mídias digitais como meio de fazer campanha em nome da justiça e proteção dos cidadãos vulneráveis. Dessa forma, questionam em que medida o cinema pode impactar a transformação social e abrir novos caminhos para a compreensão dos filmes sobre direitos humanos, sejam eles a partir da perspectiva dos oprimidos ou dos violadores. Continue lendo

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