Línguas Indígenas

Chego e rimo o RAP Guarani e Kaiowa

Com uma melodia que encanta, Bro Mc’s – Eju Orendive –  constroi no RAP um chamado a uma nova forma de convivência entre indígenas e não indígenas. “Faço por amor, escute por favor” é uma entre tantas expressões que, entrelaçando as linguas, nos convoca a um novo olhar sobre o Brasil e seus povos.  “Povo contra povo, não pode se matar, levante sua cabeça¨ e ouça esse RAP.

http://www.youtube.com/watch?v=oLbhGYfDmQg

Mobilização Nacional Indígena

mobilizacao indigena

A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) convoca organizações e povos indígenas, aliados e a sociedade brasileira para uma ampla e ostensiva mobilização contra o ataque aos direitos dos povos indígenas e em defesa do artigo 231 da Constituição Federal, que este ano completa 25 anos.

A Mobilização Nacional Indígena vai acontecer de 30 de setembro a 5 de outubro. Saiba mais > http://mobilizacaonacionalindigena.wordpress.com/

*Agenda de atos confirmados*

> 1/10, terça, às 16h | Ato Público em frente ao Congresso Nacional, Brasília (DF)

> 1/10, terça, às 15h | Em frente à Embaixada brasileira em Berlim
https://www.facebook.com/events/557587970977991/?fref=ts

> 1/10, terça, às 12h | Aula Pública “Os direitos indígenas nos meandros do crescimento”
https://www.facebook.com/events/164206330447476/

> 2/10, quarta, às 17h | Ato Público em frente ao Masp, av. Paulista, São Paulo (SP)
https://www.facebook.com/events/156206727919402/

> 2/10, quarta, às 18h | Ato Público na Faculdade Metropolitana da Amazônia (Famaz), Av. Visconde de Souza Franco, n° 72, Bairro Reduto (Doca), Belém (PA)
https://www.facebook.com/events/406761576113578/

> 2/10, quarta | Encontro dos Povos Indígenas de Roraima no abraço a Roraima e comemoração dos 25 anos da Constituição, comunidade Sabiá, município de Pacaraima
http://bit.ly/15WoAG4

> 2/10, quarta | Em frente à Embaixada brasileira em Londres.
14-16 Cockspur St. SW1Y 5BL – 13h – 14h

> 3, 4 e 5/10 | Mobilização Nacional Indígena Contra o Retrocesso Social RJ
https://www.facebook.com/events/490520984388624/

> 03/10, quinta, às 8h | Marcha de Resistência dos Tapeba e de outros povos indígenas do Ceará, concentração na Praça da Matriz de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza (CE)

> 4/10, sexta, às 7h | Concentração em frente à Casa dos Povos Indígenas, antigo Espaço Kaxinawa, Av. Ceará, Centro, Rio Branco (AC)

Convocatória para Mestrado em Sociolinguística para falantes de línguas indígenas

Dada a diversidade linguística no mundo e no Abya Yala, os países latino-americanos começaram a reconhecer, estudar e revitalizar seus idiomas indígenas. Assim, México, Peru, Chile, Equador, Colômbia, Paraguai, Bolívia e outros revalorizaram a existência de povos indígenas e, consequentemente, suas línguas nativas desde o início deste século. Em primeira instância, o México elaborou e aplicou a Lei Geral de Direitos Linguísticos dos povos indígenas desde março de 2003; o Peru reconhecer a diversidade linguística mediante a lei de Línguas Aborígenes, em novembro de 2003; a Venezuela promulgou a lei de idiomas indígenas em 2008; o Paraguai promulgou sua lei de Línguas em 2010; e, finalmente, a Bolívia oficializou as línguas indígenas desde agosto de 2012.

O século XXI se caracteriza também pelas mudanças sociais, políticas e jurídicas, de maneira que países como a Bolívia e o Equador transitaram de um Estado-Nação para um Estado Plurinacional. A concretização destas mudanças sociais e políticas foi possível mediante a nova Constituição Política do Estado dos próprios países. No caso boliviano, a Constituição promulgada em 2009 estabelece em seu artigo 1 o pluralismo político, econômico, jurídico, cultural e linguístico; deste modo, o artigo 5 reconhece 36 línguas indígenas e o castelhano como línguas oficiais, de modo que todos os habitantes deste país devem usar dois idiomas oficiais, que implica um bilinguismo entre uma língua indígena e o castelhano.

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México leva ao ar primeira novela no idioma maia

Acredita-se que existam aproximadamente seis milhões de pessoas no México e na América Central que falam a língua maia, o idioma associado a uma das principais civilizações da chamada Mesoamérica. Mas somente agora, pela primeira vez na história, eles poderão acompanhar uma novela nessa língua.

Baktún (o título da novela), significa em maia um ciclo, uma passagem de tempo que não se finda, apenas muda. Esse é um conceito chave da cultura maia: a história nunca termina, apenas se renova.

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Belém e Manaus são cemitérios de línguas extintas na Amazônia

Paca, tatu, cotia sim. Esses e outros bichos desconhecidos na Europa foram encontrados no litoral brasileiro e na Amazônia pelos portugueses, que tomaram emprestado das línguas indígenas os nomes de animais, peixes, plantas, práticas culinárias, tecnologias tradicionais e formas de fazer as coisas.

Mas, por outro lado, os portugas trouxeram um mundo de coisas novas que não existiam aqui: enxada, machado de ferro, papel, catecismo, bíblia, pecado, cupidez, padre, soldado, pólvora, canhão e até animais como vaca, cavalo, cachorro, galinha. Com as coisas, trouxeram os nomes das coisas.

A língua portuguesa e as línguas indígenas, através de seus falantes, ficaram se esfregando e se roçando uma nas outras, num intenso troca-troca. Esse atrito, que a sociolinguística chama de línguas em contato, configurou o português regional e marcou os idiomas indígenas, um dos quais serviu de base para o Nheengatu, a língua que durante séculos organizou a comunicação entre todos.

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Dicionário e gramática de línguas indígenas são lançados em RR

Nesta sexta-feira (23), a Editora da Universidade Federal de Roraima (UFRR) promove o lançamento do livro “Paradakary Urudunaa”, um dicionário de Wapichana-Português e Português-Wapichana, e da gramática Macuxi “Senuwapainîkon Maimukanta – Vamos estudar na nossa língua Makuusi Maimu”, no Instituto Insikiran, campus Paricarana, às 15h.

As obras são resultado do  programa da UFRR para valorização das línguas e culturas Macuxi e Wapichana. Os recursos são do Ministério da Educação.

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