Palavras de origem africana no vocabulário brasileiro
Palavras de origem africana no vocabulário brasileiro
Fernando Sagatiba
Afora o Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné-Equatorial, que adotou o idioma como oficial recentemente. Timor-Leste é o único a ter o Português como língua oficial na Ásia. Nossos irmãos africanos fazem parte do PALOP, acrônimo que significa justamente Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Tudo obra de Portugal, responsável por essa bagunça chamada lusofonia (o conjunto dos países que possuem Português como língua oficial) que acabou dando seu jeito de seguir caminho. Mas, diferente do Brasil, onde línguas nativas ficaram restritas a suas tribos indígenas, nos países euro-colonizados da África, ainda se falam línguas nativas (nagô, ioruba, quicongo, umbundo e quimbundo). Só pra constar.
IV Encontro Internacional de Literaturas, Histórias e Culturas Afro-Brasileiras e Africanas: Identidades e Diásporas
IV Encontro Internacional de Literaturas, Histórias e Culturas Afro-Brasileiras e Africanas: Identidades e Diásporas
O IV Encontro Internacional de Literaturas, Histórias e Culturas Afro-Brasileiras e Africanas: Identidades e Diásporas será realizado nos dias 18, 19 e 20 de novembro de 2015, no Campus da Universidade Estadual do Piauí (UESPI), em Teresina-Piauí-Brasil.
Para maiores informações, acesse aqui a página do evento.
O Encontro, uma realização do Núcleo Estudos Pesquisas Afro (NEPA), do Mestrado Acadêmico em Letras (UESPI) e do Núcleo Estudos Literário Piauiense (NELIPI), terá conferências, mesas redondas, simpósios temáticos, pôsteres, sessões de comunicações livres e minicursos.
‘Línguas africanas’ são tema de seminário internacional na UFSC
‘Línguas africanas’ são tema de seminário internacional na UFSC
Gisele Flôres
O projeto Kadila: Culturas e Ambientes, em parceria com o Núcleo de Estudos de Identidades e Relações Interétnicas (Nuer) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e a Universidade Agostinho Neto (Angola), promove o Seminário Internacional de Línguas Africanas. O evento será realizado nos dias 3 e 4 de agosto, na sala Drummond do bloco B do Centro de Comunicação e Expressão (CCE). Entrada franca e inscrições através do e-mail linguasafricanas@gmail.com.
Com 800 horas de gravação na África, Cine Group desvenda continente africano para brasileiros
Com 800 horas de gravação na África, Cine Group desvenda continente africano para brasileiros
Nesta segunda-feira (25), comemora-se o Dia de África, data instituída pela ONU para simbolizar a luta dos povos africanos pela independência
A África sob o olhar brasileiro: é isso que a Cine Group (site | facebook | youtube) vem fazendo há sete anos, tornando-se a única produtora de audiovisual do Brasil especialista em produzir documentários sobre o continente africano. São mais de 800 horas de gravação em solo africano. A empresa já esteve em 34 dos 55 países do continente, fez a primeira novela de Moçambique (N’Txuva), série de culinária e telecurso em idiomas locais, além de trazer para o Brasil documentários e séries de TV sobre a cultura, a força e a diversidade da África.
Gravações com línguas africanas faladas em terreiros baianos nos anos 1940 vão virar CD, livro e exposição fotográfica

Registro inédito de Menininha do Gantois (3ª da D p/ E) e filhas de santo – Foto: Anacostia Museum, Smithsonian Institution, Washington, D.C. (EUA) | Divulgação.
Imagens raras da Bahia vão virar CD e livro
Verena Paranhos – Cachoeira, BA
Xavier Vatin não imaginava o que poderia encontrar no acervo de gravações antropológicas da Universidade de Indiana (Estados Unidos), um dos maiores do mundo, quando resolveu fazer pós-doutorado na instituição.
Em sua pesquisa, o professor da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) se deparou com um tesouro desconhecido pelos brasileiros: 52 horas de gravações feitas pelo linguista norte-americano Lorenzo Turner entre 1940 e 1941, em sua passagem pela Bahia, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Sergipe e Mato Grosso.
Línguas tradicionais em queda livre em São Tomé e Príncipe
Línguas tradicionais em queda livre em São Tomé e Príncipe
Óscar Medeiros
Não há dúvidas que o uso das línguas tradicionais de São Tomé e Príncipe está em queda livre.
Dados do recenseamento geral da população de 2012 indicam pouco uso do forro, do angolar e do lunguié, sobretudo na camada juvenil. Periodicamente são organizadas palestras e conferências para debater a questão, mas na prática há cada vez menos são-tomenses a falarem as línguas tradicionais do país.