Língua Portuguesa

Malaca Casteleiro rejeita “fracasso” no Acordo Ortográfico

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Neste momento, não se deve mexer no que está feito”, defende o linguista.

O linguista Malaca Casteleiro rejeitou hoje qualquer “fracasso” relativamente ao Acordo Ortográfico, de que foi um dos principais impulsionadores, desvalorizou a demora na aplicação e defendeu que “não se deve mexer no que está feito”.

“Não há aqui nenhum fracasso. Há naturalmente um tempo de implementação do acordo que exige, digamos, percursos diferentes para os diferentes países”, afirmou, em declarações aos jornalistas, à margem da Conferência Internacional sobre Ensino e Aprendizagem de Português como Língua Estrangeira, que decorre na Universidade de Macau entre hoje e sábado.

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Jornadas de Língua Portuguesa e Culturas Lusófonas da Europa Central e de Leste, em Zagreb, Croácia

jornadas-zagrebA 5ª edição das  Jornadas de Língua Portuguesa e Culturas Lusófonas da Europa Central e de Leste, que no corrente ano se realiza em Zagreb (Croácia), de 29 de setembro a 1 de outubro, tem como objetivos centrais não só a continuação da promoção da cooperação e da interação entre os múltiplos departamentos ligados ao português, pertencentes às universidades que se inserem no contexto geográfico acima referido, mas também, e sobretudo, a criação de um espaço de divulgação da investigação em curso nos diferentes contextos de ensino-aprendizagem de português língua estrangeira, facilitando a partilha de conhecimento e de experiências entre especialistas que têm em comum a investigação no campo da “lusofonia”, em áreas que vão da Linguística, da Didática ou da Literatura, à História, à Cultura e à Tradução.

Mais informações no site do evento. 

Fonte: Instituto Internacional da Língua Portuguesa

Encontro vai debater mobilidade acadêmica e globalização nos países de língua portuguesa

2aulpDe 29 de junho a 1º de julho, a Associação das Universidades de Língua Portuguesa (Aulp) vai realizar seu 26º Encontro. O evento será sediado na Universidade Nacional de Timor Lorosa’e, na cidade de Díli, capital do Timor Leste. Pesquisadores e estudantes podem enviar resumos até 20 de maio, e inscrições individuais para participação deverão ser feitas até dia 30 de maio.

As inscrições e o envio de resumos podem ser feitas pelo e-mail aulp@aulp.org. Mais informações estão disponíveis no site do evento.

Fonte: Instituto Internacional da Língua Portuguesa

 

Dois milhões e meio para fomentar o ensino do português

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O Gabinete de Apoio ao Ensino Superior vai financiar projectos de universidades e de institutos superiores que promovam a língua portuguesa. O organismo conta com orçamento de 2,5 milhões de patacas para o efeito.

 Governo oficializou na sexta-feira a criação de um fundo de fomento ao ensino da língua portuguesa. O Gabinete de Apoio ao Ensino Superior (GAES) vai ter ao seu dispor 2,5 milhões de patacas para financiar projectos de instituições de ensino superior que promovam o ensino do idioma de Camões e de Machado de Assis.

O orçamento foi revelado no final da semana passada pelo coordenador do GAES, Sou Chio Fai, à margem da Conferência sobre Ensino e Aprendizagem do Português como Língua Estrangeira, um certame que decorreu na Universidade de Macau na sexta-feira e no sábado.

O âmbito de financiamento do fundo é ecléctico e abrange projectos de investigação científica, fóruns ou seminários, desde que realizados conjuntamente por instituições de ensino superior de Macau, da China Continental, da bacia da Ásia-Pacífico ou dos Países de Língua Portuguesa. O fundo deverá ainda apoiar projectos de formação e de intercâmbio, assim como versar sobre a publicação de obras académicos ou sobre o estudo e compilação de materiais didácticos.

Sou Chio Fai explicou que o valor “não é muito grande”, porque se trata de um “projecto-piloto” delineado para “incentivar a colaboração entre universidade e instituições de ensino superior de Macau, da República Popular da China e dos países lusófonos na promoção da língua portuguesa”. O período de candidaturas ao projecto, para os estabelecimentos de ensino superior de Macau, decorre este mês, lembrou o coordenador do Gabinete de Apoio ao Ensino Superior.
Numa nota de imprensa, publicada na semana passada, o GAES indicou que o projecto de financiamento especial foi bem-recebido pelas seis instituições que integram o grupo de trabalho sobre formação de quadros bilingues qualificados nas línguas chinesa e portuguesa.

Na República Popular da China já há mais de 30 universidades que ensinam português, entre licenciaturas e cadeiras opcionais. Na capital chinesa, a estratégia para o aprofundamento da língua passa sobretudo por um maior controlo do número de alunos. Em declarações à agência Lusa, Ye Zhiliang, vice-director da Faculdade de Espanhol e Português da Universidade de Estudos Estrangeiros de Pequim esclarece que a instituição que dirige admite, no máximo, três alunos por ano para mestrado em português: “Nós estamos a enfrentar novos desafios com o aparecimento de cada vez mais instituições de ensino de língua portuguesa direccionadas para os aprendizes chineses”, indica o académico. Para Ye, o ensino do português como língua estrangeira enfrenta muitas deficiências, a começar pela falta de manuais que, admite, “tem sido um problema crónico”.

Em comunicado, publicado na semana passada, o GAES indicou que o projecto de financiamento especial foi bem-recebido pelas seis instituições que integram o grupo de trabalho sobre formação dos quadros bilingues qualificados nas línguas chinesa e portuguesa. Transformar Macau num centro de formação de língua portuguesa na região da Ásia-Pacífico figura como uma das traves-mestras das Linhas de Ação Governativa (LAG) do Governo para o corrente ano.

Fonte: Ponto Final Macau

Universidade Católica de Macau vai criar Licenciatura em Estudos Portugueses e Chineses

sao joseA Universidade de São José, instituição de ensino superior católica de Macau, anunciou no último dia 05 de abril que vai criar uma licenciatura em Estudos Portugueses e Chineses.

A criação do curso foi autorizada por um despacho do secretário que tutela a Educação no Governo de Macau, Alexis Tam.

A licenciatura em Estudos Portugueses e Chineses (Língua e Cultura) terá quatro anos, segundo o plano de estudos publicado, e abrange áreas como o ensino da língua portuguesa e chinesa e da cultura e literatura dos países lusófonos e da China.

O curso tem ainda uma componente de tradução e interpretação, de “história global do mundo lusófono”, de “estudos macaenses” e de “literatura e arte de Macau”.

Chinês, português e inglês serão as línguas veiculares do curso.

A Universidade de São José pertence à Fundação Católica, uma organização presidida pelo bispo de Macau e instituída pela Universidade Católica de Portugal e pela Diocese de Macau.

A vice-reitora da universidade, Maria Antónia Espadinha disse à Rádio Macau que esta licenciatura poderá arrancar já no próximo ano letivo, dependendo do número de inscritos.

A China definiu a Região Administrativa Especial de Macau como a sua plataforma para o reforço da cooperação econômica e comercial com os países de língua portuguesa em 2003.

A formação de quadros bilingues (em português e chinês) tem sido apontada pelas autoridades locais como um elemento importante para potenciar esta plataforma.

Macau é uma região chinesa com administração especial desde 1999, quando a administração do território passou de Portugal para a China. O português e o chinês são as duas línguas oficiais do território.

Fonte: http://observalinguaportuguesa.org/

I Congresso Internacional de Língua Portuguesa – Chile

chileDando início a uma trajetória que se espera vir a ser bastante produtiva no âmbito da língua portuguesa dentro do contexto intercultural e internacional, o I Congresso Internacional de Língua Portuguesa: Experiências culturais e linguístico-literárias lusófonas, com organização conjunta da Universidade de Santiago de Chile (USACH), leitorado do Camões Instituto da Cooperação e da Língua PORTUGAL no Chile, REDE BRASIL CULTURAL-leitorado brasileiro no Chile, contando com o fomento da Fundação Calouste Gulbenkian (Portugal), por meio da Faculdade de Humanidades da USACH, deseja inaugurar um espaço de reflexão e debate aos professores, pesquisadores, estudantes de pós-graduação e graduação do país e do exterior, partindo de um ponto central: as experiências contemporâneas culturais e linguístico-literárias lusófonas, as quais são fator de preponderância no cenário do ensino de língua portuguesa hodiernamente. O evento contará com conferências plenárias, mesas redondas, comunicações individuais e coordenadas, apresentações de pósteres e lançamento de livros. Continue lendo

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