IPOL disponibiliza versão digital do livro Inventário da Língua Guarani Mbya
IPOL disponibiliza versão digital do livro Inventário da Língua Guarani Mbya
É com muita honra que o IPOL disponibiliza nesta postagem a versão em pdf do livro Inventário da Língua Guarani Mbya. Organizado por Rosângela Morello e Ana Paula Seiffert, o livro foi editado em 2011 pelo IPOL em parceria com a Editora Garapuvu, de Florianópolis.
Baixe o pdf do livro aqui: Inventario da Lingua Guarani Mbya
Fruto do projeto-piloto Inventário da Língua Guarani Mbya (ILG), executado pelo IPOL em parceria com o IPHAN no âmbito do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL), o livro apresenta os principais resultados da pesquisa e do levantamento sociolinguístico realizado em 69 aldeias guarani de seis Estados brasileiros: Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A pesquisa iniciou em 2009, com o apoio do Conselho Federal Gestor do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (CFDD) da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça e a parceria do IPHAN, tendo como foco conhecer os usos e as funções da língua Guarani Mbya, coletar e registar materiais nela produzidos e ouvir lideranças e moradores das comunidades sobre o valor que ela tem e o que esperam para ela.
Com o Inventário, a língua Mbya recebeu recentemente o certificado de referência cultural brasileira (ver notícia aqui) e passou a fazer parte dos bens imateriais reconhecidos pelo IPHAN/MinC como patrimônio da nação brasileira, gozando de políticas de salvaguarda e promoção.
Notícia relacionada: Lançada edição online da revista do Inventário da Língua Guarani Mbya (ILG)
Pesquisador afirma que processo de resgate das línguas é complexo e demanda interesse das novas gerações indígenas
Línguas indígenas estão em processo de extinção, revela professor
Professor revela que perda de idiomas representa a destruição de tradições e da história
Com a segunda maior população de índios do Brasil, o Mato Grosso do Sul corre o risco de presenciar a total extinção dos idiomas de origem indígena. Um pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul aponta que das oito comunidades indígenas existentes no Estado, três já não falam mais a língua mãe.
O professor e pesquisador Rogério Ferreira, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, explica que a inserção dos povos indígenas na sociedade, com o objetivo de sobrevivência, fez com que eles deixassem de falar a língua mãe. “Houve uma força muito grande da língua portuguesa sobre eles”, ressalta.
Literatura afro e indígena para leer y descargar gratuitamente
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Dos nuevas colecciones en la Biblioteca Virtual de la Luis Ángel Arango.
La Biblioteca Luis Ángel Arango, a través de su Biblioteca Virtual (www.banrepcultural.org/blaavirtual), pone a disposición de sus usuarios, para consultar y descargar gratuitamente, los 27 libros que conforman la Biblioteca básica de los pueblos indígenas de Colombia y la Biblioteca de literatura afrocolombiana. Las colecciones, editadas en 2010 por el Ministerio de Cultura a propósito del Bicentenario de la Independencia, reúnen obras de literatura, antologías de poesía y cuentos, ensayos y documentos, en algunos casos inéditos o de edición bilingüe en lenguas indígenas y palenqueras, que buscan visibilizar una parte del acervo literario de Colombia desconocido por la mayoría de sus habitantes.
Escolares en Puno (Perú) mejoraron su aprendizaje al recibir clases en quechua y aimara
Escolares en Puno mejoraron su aprendizaje al recibir clases en quechua y aimara
Kleber Sánchez

Proactivos: Estudiantes expusieron sus logros en Festival Pedagógico Regional que se realizó en la plaza de Puno.
Puno, Perú – Cerca de 3500 escolares de las zonas altas de Puno mejoraron su aprendizaje en un 70%, a través del Programa Intercultural Bilingüe y las Redes Educativas Rurales que impulsa la Dirección Regional de Educación. Los estudiantes ahora reciben clases en sus lenguas nativas (aimara y quechua) y castellano.
Este programa se aplica en 161 instituciones educativas de las zonas de frontera con Bolivia. Los maestros de aula son acompañados de especialistas en el proceso de enseñanza y aprendizaje de los niños, estos últimos dominan el quechua y aimara.
La propuesta pedagógica, ejecutada este año, dejó buenos resultados en comparación con la educación tradicional, basada en la enseñanza exclusiva en castellano. La coordinadora regional de educación intercultural bilingüe de Puno, Grimalda Quispe asegura que los alumnos ahora comprenden cada una de las lecciones.
Bonfim (RR) é terceiro município brasileiro a tornar línguas indígenas cooficiais
Bonfim é terceiro município brasileiro a tornar línguas indígenas cooficiais

Bonfim é o primeiro município de Roraima e o terceiro do Brasil a adotar as línguas Macuxi e Wapichana como cooficiais – Foto: France Telles.
A Lei Nº 21/2014 foi aprovada na sessão de terça-feira (2) da Câmara de Vereadores do município
A Universidade Federal de Roraima (UFRR), por meio do Instituto Insikiran, articulou junto com lideranças indígenas da região do Bonfim para tornar as línguas Macuxi e Wapichana como oficiais do município, além do Português. Esta foi a terceira cidade a reconhecer línguas indígenas como cooficiais no Brasil. São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, e Tacuru, no Mato Grosso do Sul, também reconhecem a linguagem das etnias locais.
A Lei Nº 21/2014 foi aprovada na sessão de terça-feira (02/12) da Câmara de Vereadores de Bonfim. A proposta vinha sendo discutida com as lideranças e professores de línguas indígenas da região Serra da Lua desde 2012. A coordenação do Programa de Valorização das Línguas e Culturas Macuxi e Wapichana do Instituto Insikiran acompanhou e assessorou todo o processo.
Comunidade mundial debate proteção aos direitos indígenas
Comunidade mundial debate proteção aos direitos indígenas

Povos indígenas: reunião é desenhada para avançar na aplicação efetiva das convenções internacionais.
Líderes políticos e representantes desses povos se reuniram na sede da entidade por ocasião da primeira Conferência Mundial sobre os Povos Indígenas
Mario Villar, da EFE
Nações Unidas – A comunidade internacional se uniu nesta segunda-feira na Organização das Nações Unidas (ONU) para renovar seus compromissos em defesa dos povos indígenas e prometer uma série de ações concretas para combater a discriminação que estas comunidades sofrem.
Líderes políticos e representantes desses povos se reuniram na sede da entidade por ocasião da primeira Conferência Mundial sobre os Povos Indígenas, uma reunião desenhada para avançar na aplicação efetiva das convenções internacionais.
“É muito importante ter promessas dos governos, mas é ainda mais importante ver ações”, ressaltou na abertura o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.




