Brasil tem cinco línguas indígenas com mais de 10 mil falantes
Brasil tem cinco línguas indígenas com mais de 10 mil falantes
Vitor Abdala | Editor: Lílian Beraldo
Acesse aqui a página do IBGE – Características Gerais dos Indígenas: Resultados do Universo (Censo 2010).
Cinco das mais de 150 línguas indígenas faladas no Brasil têm mais de 10 mil falantes, segundo dados do Censo de 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o Censo, que leva em consideração pessoas com mais de 5 anos de idade que usam o idioma em seu próprio domicílio, as línguas mais usadas no Brasil são o tikuna (com 34 mil falantes), o guarani kaiowá (com 26,5 mil), o kaingang (22 mil), o xavante (13,3 mil) e o yanomami (12,7 mil).
Literatura afro e indígena para leer y descargar gratuitamente
Literatura afro e indígena para leer y descargar gratuitamente
Dos nuevas colecciones en la Biblioteca Virtual de la Luis Ángel Arango.
La Biblioteca Luis Ángel Arango, a través de su Biblioteca Virtual (www.banrepcultural.org/blaavirtual), pone a disposición de sus usuarios, para consultar y descargar gratuitamente, los 27 libros que conforman la Biblioteca básica de los pueblos indígenas de Colombia y la Biblioteca de literatura afrocolombiana. Las colecciones, editadas en 2010 por el Ministerio de Cultura a propósito del Bicentenario de la Independencia, reúnen obras de literatura, antologías de poesía y cuentos, ensayos y documentos, en algunos casos inéditos o de edición bilingüe en lenguas indígenas y palenqueras, que buscan visibilizar una parte del acervo literario de Colombia desconocido por la mayoría de sus habitantes.
Primer Congreso Latinoamericano de Glotopolítica
Primer Congreso Latinoamericano de Glotopolítica
Facultad de Filosofía y Humanidades, Universidad de Chile
Santiago, Chile, 13 y 14 de agosto de 2015
El Primer Congreso Latinoamericano de Glotopolítica pretende instalar un foro internacional donde investigadores y pensadores que tienen como objeto de estudio y reflexión las dimensiones políticas del lenguaje puedan compartir y contrastar modelos teóricos, metodologías y experiencias institucionales.
Es precisamente por la heterogeneidad de los modelos de articulación del lenguaje y lo político que apelamos a la glotopolítica como marco amplio de conceptualización de las prácticas intelectuales y sociales sobre las cuales pretendemos proyectar las miradas críticas de este congreso.
Se dará prioridad a propuestas cuya perspectiva glotopolítica se abra a Latinoamérica y a la Península Ibérica y, en general, a los espacios regionales, nacionales, internacionales y transnacionales donde resulta evidente y pertinente la presencia del español y/o el portugués, junto con lenguas indígenas, de inmigración y de intercambio internacional. Es decir, sobre un espacio sociolingüísticamente complejo y heterogéneo constituido históricamente por medio de una multiplicidad de procesos que incluyen el colonialismo español y portugués. Continue lendo
Aliados de Merkel defendem que imigrantes falem alemão em casa
Aliados de Merkel defendem que imigrantes falem alemão em casa
Noah Barkin
Berlim – Aliados da Bavária da chanceler alemã, Angela Merkel, foram alvo de críticas por sugerir que famílias de imigrantes que desejam permanecer no país devem ser obrigadas a falar alemão em casa.
A União Social Cristã, partido que integra a coalizão de governo, fez a proposta no rascunho de um documento que deve ser aprovado pelos seus líderes nesta segunda-feira, 08/12. No documento, o partido diz: “As pessoas que querem ficar aqui de forma permanente devem ser obrigadas a falar alemão em público e em família”.
A proposta se dá num momento de aumento acentuado da imigração para a Alemanha, devido à chegada de cidadãos de países orientais da União Europeia, como a Polônia, a Romênia e a Bulgária, além de um aumento de refugiados da Síria.
Integrantes da União Social Cristã estão preocupados que o aumento de imigrantes levem os simpatizantes do partido a passar a apoiar a Alternativa para a Alemanha, um novo partido que prega uma linha estrita com imigração. A União Cristã é a principal defensora de uma nova lei contra abusos de benefícios sociais por imigrantes.
Bonfim (RR) é terceiro município brasileiro a tornar línguas indígenas cooficiais
Bonfim é terceiro município brasileiro a tornar línguas indígenas cooficiais

Bonfim é o primeiro município de Roraima e o terceiro do Brasil a adotar as línguas Macuxi e Wapichana como cooficiais – Foto: France Telles.
A Lei Nº 21/2014 foi aprovada na sessão de terça-feira (2) da Câmara de Vereadores do município
A Universidade Federal de Roraima (UFRR), por meio do Instituto Insikiran, articulou junto com lideranças indígenas da região do Bonfim para tornar as línguas Macuxi e Wapichana como oficiais do município, além do Português. Esta foi a terceira cidade a reconhecer línguas indígenas como cooficiais no Brasil. São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, e Tacuru, no Mato Grosso do Sul, também reconhecem a linguagem das etnias locais.
A Lei Nº 21/2014 foi aprovada na sessão de terça-feira (02/12) da Câmara de Vereadores de Bonfim. A proposta vinha sendo discutida com as lideranças e professores de línguas indígenas da região Serra da Lua desde 2012. A coordenação do Programa de Valorização das Línguas e Culturas Macuxi e Wapichana do Instituto Insikiran acompanhou e assessorou todo o processo.
Políticas públicas podem preservar 230 idiomas no Brasil
Políticas públicas podem preservar 230 idiomas no Brasil
Aline de Melo Pires
A herança cultural de um povo é preservada por sua língua. No Brasil, o idioma oficial é a Língua Portuguesa, mas existem, além dela, mais 230 línguas faladas no País. Desse total, 200 são de tribos indígenas e 30 de descendentes de imigrantes. Parece muito? Estima-se que, quando os portugueses atracaram por aqui, esse número chegava perto de 1 mil.
A falta de políticas públicas para preservar os idiomas e a característica cultural das suas comunidades está entre os principais motivos que levam à extinção de uma língua. A afirmação é da professora Ana Elvira Gebara, do curso de Mestrado em Linguística da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo (SP). “As línguas estão muito ligadas à situação social e histórica em que as comunidades vivem. O que acontece com as línguas indígenas, por exemplo, é que, se você não tem uma política para essas comunidades, a língua morrer é um reflexo de como elas estão sendo tratadas dentro do País”, afirma.



