Instituto federal tem projeto de apoio à prática da escrita

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Fátima Schenini

Levar os estudantes a uma compreensão melhor do processo de aprendizagem da escrita e proporcionar experiência mais agradável e produtiva em relação ao ato de escrever é o objetivo do 1º Simpósio sobre Práticas Discursivas na Amazônia, promovido pelo campus de Cacoal do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), esta semana.

Saiba mais no Jornal do Professor, e nas páginas dos campi de Cacoal e de Colorado do Oeste do IFRO na internet

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Brasil e África fazem debate sobre educação profissional

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Brasil e África fazem debate sobre educação profissional

A troca de experiências e conhecimentos sobre educação profissional entre o Brasil e os países africanos pautou o debate, na tarde de quinta-feira, 13, do Programa de Conferências da WorldSkills 2015, na conferência Brasil-África.

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Palavras de origem africana no vocabulário brasileiro

lpPalavras de origem africana no vocabulário brasileiro

Fernando Sagatiba

Afora o Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Guiné-Equatorial, que adotou o idioma como oficial recentemente. Timor-Leste é o único a ter o Português como língua oficial na Ásia. Nossos irmãos africanos fazem parte do PALOP, acrônimo que significa justamente Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa. Tudo obra de Portugal, responsável por essa bagunça chamada lusofonia (o conjunto dos países que possuem Português como língua oficial) que acabou dando seu jeito de seguir caminho. Mas, diferente do Brasil, onde línguas nativas ficaram restritas a suas tribos indígenas, nos países euro-colonizados da África, ainda se falam línguas nativas (nagô, ioruba, quicongo, umbundo e quimbundo). Só pra constar.

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O Reintegracionismo Galego: Reflexões Acerca das Políticas Linguísticas da Galiza e sua Relação com o Brasil

Location_of_GaliciaO Reintegracionismo Galego: Reflexões Acerca das Políticas Linguísticas da Galiza e sua Relação com o Brasil

Nívea Guimarães Doria
Mestra em Letras e estudante de Língua Galega na UERJ

1 Introdução
O presente trabalho não objetiva esgotar academicamente a questão do reintegracionismo galego à cultura lusófona, tampouco a posicionar-se a favor ou contra tal política linguística. Objetiva, sim, refletir sobre essa questão sob um ponto de vista brasileiro, tanto contemplando argumentos a favor quanto contra, entendendo que o Brasil faz parte dessa comunidade linguística, à qual vários setores da sociedade galega pretende reintegrar-se, sendo o representante dentre os países lusófonos com o maior número de falantes nativos e tendo em consideração que é um fato desconhecido do falante médio do português a existência (ou sobrevivência) de um idioma quem muitas vezes é ensinado nas escolas como uma forma arcaica de sua língua de uso cotidiano.

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A Polônia deu autonomia às escolas e passou a estar ao lado dos melhores

Na família Polit apenas os dois filhos mais velhos estão a estudar. A escola é "boa" dizem os pais.

Na família Polit apenas os dois filhos mais velhos estão a estudar. A escola é “boa” dizem os pais.

A Polónia deu autonomia às escolas e passou a estar ao lado dos melhores

Samuel Silva (Texto, na Polónia), Enric Vives-Rubio (Fotos, na Polónia), Sibila Lind (Vídeo) e Cátia Mendonça (Infografia)*

*Assista ao vídeo e veja os infográficos aqui.

Há 15 anos, Portugal e Polónia partilhavam um problema de insucesso escolar. Hoje, os alunos polacos estão entre os melhores do mundo nos domínios da Leitura, Ciências e Matemática. A autonomia regional e a liberdade dos professores para preparar aulas são apontados como alguns dos segredos.

Passa pouco das 19h e ainda se sente no ar o calor do início de Verão solarengo que atingiu Varsóvia. Os Polit sentam-se à mesa para a última refeição de um dia que começou bem cedo. Antes de começarem a comer, Pawel, Emilia e os três filhos levantam-se em oração. São católicos, como quase 90% dos polacos. Quando terminarem a salada de queijo mozarela e tomate, vão começar a preparar-se para dormir. É preciso descansar cedo porque no dia seguinte, como de costume, a rotina familiar começa às 6h da manhã. Uma hora e meia depois, os dois rapazes mais velhos da família estarão a caminho de mais um dia de aulas. “A escola é boa e nota-se que os professores estão empenhados. Mas se calhar também temos sorte, porque os miúdos gostam de estudar”, conta Emília, 38 anos.

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Venezuela anuncia creación del Instituto de Idiomas Indígenas

Foto: Carlos Meza

Foto: Carlos Meza

Anuncian creación del Instituto de Idiomas Indígenas

El anuncio lo realizó la ministra durante el acto por las celebraciones del Día Internacional de los Pueblos Indígenas en Maracaibo, donde estuvo acompañada por Larry Devoe, Secretario Ejecutivo del Consejo Nacional de Derechos Humanos

La ministra para los Pueblos Indígenas, Aloha Nuñez, informó este lunes sobre la creación del Instituto de Idiomas Indígenas, que tendrá la responsabilidad de velar por el uso de idiomas ancestrales en todo el país.

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