Congreso Internacional Los Pueblos Indígenas de América Latina – CIPIAL
El primer CIPIAL (Congreso Internacional Los Pueblos Indígenas de América Latina. Siglos XIX-XXI) tuvo lugar en Oaxaca, México, en octubre de 2013, y el próximo será entre el 20 y 24 de septiembre de 2016 en Santa Rosa (La Pampa) Argentina, momento a partir del cual se espera que se realice cada dos años en distintos países.
Con este encuentro se busca fortalecer las relaciones en red para la cooperación de los especialistas en historia, antropología, etnohistoria, lingüística, derecho, ciencias de educación y disciplinas afines que radican en muy diversas partes de América y Europa, para conocer y compartir los avances y hallazgos en materia de conocimiento que se han generado, los campos nuevos o tradicionales que se están abordando, las perspectivas epistemológicas utilizadas y las diversas metodologías empleadas para el estudio de y con los pueblos indígenas en diversos momentos.
Relatora especial da ONU sobre direitos dos povos indígenas anuncia visita ao Brasil

Relatora especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, durante reunião em Genebra em março deste ano. Foto: ONU/Jean-Marc Ferré
Victoria Tauli-Corpuz realiza visita a Brasília, Mato Grosso do Sul, Bahia e Pará entre 7 e 17 de março para identificar e avaliar as principais questões que enfrentam os povos indígenas no país. Ela também fará um seguimento das principais recomendações feitas em 2008 pelo relator especial anterior. Coletiva de imprensa será em Brasília na quinta-feira, 17 de março, às 14h, na Casa da ONU em Brasília.
A relatora especial das Nações Unidas sobre os direitos dos povos indígenas, Victoria Tauli-Corpuz, irá realizar uma visita ao Brasil entre 7 e 17 de março de 2016 para identificar e avaliar as principais questões que enfrentam os povos indígenas no país. Ela também fará um seguimento das principais recomendações feitas em 2008 pelo relator especial anterior.
UNESCO: Meninas têm duas vezes menos chances de ingressar na educação formal

A África Subsaariana foi apontada como uma das regiões onde a falta de oportunidades de educação para meninas é particularmente mais alta do que no resto do mundo. Foto: ONU / Tobin Jones
Em média, em todo o mundo, cerca de 16 milhões de meninas entre seis e 11 anos nunca colocarão o pé em uma escola; África Subsaariana, Ásia e países árabes são as regiões com maiores índices de disparidade de gênero.
Cerca de 16 milhões de meninas entre seis e 11 anos nunca terão a chance de aprender a ler e a escrever na escola primária. O número equivale ao dobro de meninos que serão privados do ensino formal, mas em escala bem inferior do que o público feminino. Em regiões como a Ásia Ocidental e Meridional, a proporção já alarmante de 50% sobre para 80%.
Presentarán documentos lingüísticos del Guaraní inéditos de la época colonial del siglo XVIII
Científicos de la Universidad la Sorbon
a de Francia presentarán hallazgos de alto valor histórico y lingüístico del guaraní que era hablado en el siglo XVIII en el Paraguay colonial y en regiones de las Reducciones Jesuíticas de entonces ubicadas hoy en Argentina y Uruguay. La presentación de los hallazgos se realizará en el marco de un Taller que se efectuará este viernes 4 de marzo, de 8 a 16 horas, en la sede de la Organización de Estados Iberoamercianos (OEI) situada en Humaitá casi 14 de mayo en Asunción. El evento es organizado por la Secretaría de Políticas Lingüísticas con la presencia de la ministra-ejecutiva, Ladislaa Alcaraz de Silvero.
Inscrições abertas para a formação de lideranças indígenas no Programa de bolsas da ONU
O programa de treinamento é promovido pelo Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos (ACNUDH), os participantes são instruídos a compartilhar os conhecimentos transmitidos na formação para suas comunidades ou organizações indígenas.Ailton Krenak: um professor formado na luta

Krenak: o notório saber não está apenas na universidade Foto: Alexandre Dornelas / UFJF
Em algumas universidades no Brasil, os conhecimentos profundos da diversidade epistemológica do País estão finalmente atravessando o alto muro da academia.
Por: Felipe Milanez
Nesse início de ano letivo de 2016, a Universidade Federal de Juiz de Fora deu um grande exemplo de como a produção de conhecimento deve ser feita a partir de uma descolonização da própria universidade, e concedeu o título de professor honoris causa a Ailton Krenak.


