Herança da colonização na África é obstáculo à ‘francofonia’ de Macron
Presidente francês propõe união entre escritores, mas a literatura francesa nunca dependeu de autores do país

A escritora franco-marroquina Leila Slimani Foto: Ludovic Marin/Reuters
Mercado de trabalho: conheça o curso de inglês voltado para mulheres negras
Que tal estudar em um curso de inglês e aprender cantando com Tina Turner, Nina Simone, Beyoncé, ou relatando, em inglês, a vida de Dandara dos Palmares, Aqualtune ou Luiza Mahin? Também é possível aprimorar a fluência no idioma ouvindo os discursos de Viola Davis, Oprah Winfrey, Lupita Nyong’o e lendo Chimamanda Ngozi ou Maya Angelou. Este é o formato de um curso de inglês criado para atender às demandas de um grupo totalmente excluído das escolas de idiomas e que, por mais este motivo, não consegue acessar melhores oportunidades de emprego: a mulher negra.
“Lecionamos um conteúdo da cultura africana que estimula a curiosidade das alunas. Assim os temas tratados se tornam maiores do que as barreiras que a sociedade nos impõe”, explica a professora e poeta Ryane Leão. O método permite que, durante os estudos, as alunas também descubram mais sobre a própria história e consigam, finalmente, avançar na assimilação do idioma. Continue lendo
O português merece mais protagonismo
São cerca de 4400 os alunos a frequentar aulas oficias de português na Alemanha. Mas o interesse está a aumentar.
Maria Manuela Krühler partilha esta convicção, há mais quem procure saber da língua e isso “deve-se ao crescente interesse por Portugal, mas também pelo Brasil, pela música, pela dança e muito também pelos países africanos de língua oficial portuguesa”. A professora de português e de cultura portuguesa da Universidade Livre de Berlim reconhece que a língua “devia estar mais presente nos currículos como lingua estrangeira à semelhança do espanhol, que conseguiu consolidar uma posição muito importante, sendo por vezes mais estudado do que o francês”. Continue lendo




