Casa José Saramago abre em Óbidos para difundir escritores e culturas do mundo

Espaço nasceu de uma numa parceria entre a Fundação do Nobel português e a Câmara de Óbidos.
O Nobel português da Literatura dá nome à casa José Saramago, que abriu portas em Óbidos esta segunda-feira, mas pelo espaço vai passar, segundo Pilar Del Rio, a palavra de escritores e culturas de todas as partes do mundo.
“Música, teatro, exposições” são algumas das expressões culturais que, de acordo com Pilar Del Rio, vão passar pela Casa José Saramago, espaço que abriu portas em Óbidos numa parceria entre a Fundação a que preside e a Câmara de Óbidos.

A casa, instalada na antiga Galeria do Pelourinho, ainda não tem a programação fechada, mas Pilar Del Rio disse que a intenção é “levar a Óbidos muita da programação da Casa dos Bicos, numa versão adaptada à sua dimensão”.

Parte das exposições rotativas da Fundação, sobre a obra de Saramago, passarão pela casa onde a presidente admite que possam também ser apresentadas “peças de teatro com um ou dois actores”, eventos musicais e outras iniciativas que façam “a palavra circular”.
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Escolas de abordagem internacional, bilíngues ou com High School: o que diferencia uma da outra?

Andrea Rodrigues, Coordenadora de Multilinguismo do CSL, fala sobre as diferenças entre escolas com currículo bilíngue, abordagem internacional e programas de High School.

 *Por Andrea Rodrigues, Coordenadora de Multilinguismo do Colégio São Luís

O que é uma escola bilíngue? O que é uma escola internacional? Existe diferença entre elas? Essas certamente são perguntas que começam a se tornar frequentes nos dias de hoje.

 A escola bilíngue tem por finalidade capacitar seus estudantes em uma segunda língua, oferecendo uma carga horária significativa de imersão em uma outra língua que não a do idioma materno. Além dos conteúdos do currículo ensinados no segundo idioma, uma escola bilíngue também oferece um ambiente no qual aquele idioma é falado fora da sala de aula. Em geral, há profissionais fluentes de diferentes áreas e alguns deles só utilizam a língua estrangeira para se comunicar com os estudantes. Todo o ambiente de aprendizagem deve conter estímulos e informações em ambas as línguas de instrução.

O aluno começa a convivência com a segunda língua já na Educação Infantil. Os professores de escolas bilíngues não são obrigatoriamente professores nativos da segunda língua. O importante é a fluência e a qualidade da imersão. Continue lendo

Brasil ganha desenho animado que ensina língua de sinais

‘Min e as Mãozinhas’ é o primeiro a ser produzido no país e busca de parceiros
Brasil ganha desenho animado que ensina língua de sinais

A equipe de ‘Min e as Mãozinhas’: sinais da comunicação (Foto: Maicon Renan/Divulgação)

Ir ao cinema ou mesmo assistir televisão, atividades de lazer corriqueiras entre grande parte da juventude brasileira, é algo praticamente impossível para uma criança surda. Esse cenário, contudo, deve ganhar uma alternativa em breve. É que nos próximos meses será lançado o desenho ‘Min e as Mãozinhas’, que ensina Libras (a língua dos surdos) e é inteiramente em Libras, sendo considerada a primeira produção animada do tipo no país.

Idealizado por Paulo Henrique dos Santos, que mora em Itajaí (SC) e já participou de projetos como Turma da Mônica, Show da Luna e Sítio do Pica-Pau Amarelo, entre outros, o desenho irá contar a história de Min, uma garota que vive num mundo em que as personagens falam as mais diferentes línguas – o elefante, por exemplo, fala o ‘elefantês’ e o gato, o ‘gatês’.

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“A internacionalização de uma língua, se não transportar cultura, não tem o mesmo valor económico”

Isabel Pires de Lima encontra-se em Macau como oradora de um ciclo de conferências sobre tradução e formação de professores, que ontem terminou no Instituto Politécnico de Macau. Na sua comunicação, a antiga ministra da Cultura defendeu a importância da literatura no ensino de línguas estrangeiras e também da vertente cultural na exportação de uma língua.

Catarina Vila Nova

“A atenção à internacionalização da língua portuguesa é a atenção a um bem patrimonial português que é um desiderato patriótico porque, na verdade, é alguma coisa que permite transportar a economia e a cultura portuguesa para espaços, distâncias e patamares muitíssimo importantes”. A ideia foi ontem deixada por Isabel Pires de Lima, antiga ministra da Cultura do Governo português, no Instituto Politécnico de Macau (IPM). À professora emérita da Universidade do Porto coube proferir a comunicação que encerrou o ciclo de conferências sobre tradução e formação de professores, durante a qual frisou a importância do papel que a literatura deveria ocupar no ensino das línguas, especialmente as estrangeiras. Continue lendo

Segunda convocatória do Congresso internacional DIPROling 2018

A data para a submissão de resumos foi prorrogada até o dia 7 de maio de 2018.
Abstract submission deadline extended to May 7
Date butoir de l’appel à communications reportée au 7 mai 2018

Site multilingue do Congresso: http://www.letras.ufmg.br/dipr oling2018 E-mail para enviar sua proposta em formato Word (conforme modelo disponível na área de download do site): diproling2018.cc@gmail.com

Introdução da chamada / Introduction de l’appel à communication / Call for papers introduction / Introducción de la convocatoria / Introduzione del Call for papers
pt ─ Nos dias 3, 4 e 5 de outubro de 2018 ocorrerá, na Universidade Federal de Minas Gerais-UFMG (Belo Horizonte-Brasil), o Congresso internacional DIPROling 2018,“Distância/proximidade e representações sobre a aprendizagem das línguas: facilidades, obstáculos, motivação e intercompreensão”, cuja chamada encontrará no site http://www.letras.ufmg.br/diproling2018/ em 5 idiomas

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Grupo Sonissini Mavutsini mistura música indígena com o reggae

O Sesc apresenta shows com a temática indígena durante este mês. Na sexta-feira (20), às 20h, quem mostrou o trabalho no teatro da unidade foi o grupo Sonissini Mavutsini. Os interessados devem retirar os ingressos gratuitos com uma hora de antecedência.

A ideia do grupo é misturar música tradicional indígena com o reggae. As composições são todas em Karibe e Tupi (línguas faladas no Xingu).

Tudo surgiu com o índio Lappa, da etnia Yawalapiti e que vive no Parque Nacional Indígena do Xingu. Desde criança, Lappa desenvolveu seu lado musical, tendo domínio do canto, da percussão indígena e da flauta.  Continue lendo

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