LingoDeer: Como aprender japonês e mandarim através de um jogo
As pequenas aulas interativas foram supervisionadas por professores, criando aulas interativas e exercícios para desenvolver a capacidade de leitura, a audição dos termos, a fala e até a escrita dos símbolos dos respetivos alfabetos. Apenas são pedidos 10 minutos de empenho por dia para aprender um pouco sobre os idiomas que lhe interessem. Continue lendo
Encontros de Falantes de Falantes do Hunsrückisch e do Inventário do Hunsrückisch
Nos meses de Junho e Julho a equipe do Inventário do Hunsrückisch como língua de imigração dará sequência nas ações do projeto realizando quatro encontros, sendo dois em Santa Catarina e dois no Rio Grande do Sul.
Acompanhem as datas e atividades abaixo:
II Encontro de Falantes do Hunsrückisch e I Encontro do Inventário do Hunsrückisch
Local: Florianópolis, SC (local exato a definir)
2. Dias 06 e 07 de julho de 2018
III Encontro de Falantes do Hunsrückisch e II Encontro do Inventário do Hunsrückisch
Local: Nova Petrópolis, RS (local exato a definir)
Você pode acompanhar novidades pelo link Encontros de Falantes
Ou baixe a programação dos encontros de Florianópolis no link Programação Preliminar Encontro SC
O Projeto Inventário do Hunsrückisch como Língua Brasileira de Imigração (IHLBrI) é uma parceria entre o IPOL (Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística – http://e-ipol.org/) e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Projeto ALMA-H (UFRGS/AlMA) (https://www.ufrgs.br/projalma/ihlbri-inventario-do-hunsruckisch/). O projeto conta com o apoio do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), Ministério da Cultura e seu objetivo é conhecer a situação da língua no Brasil e reconhece-la como Referência Cultural Brasileira.
Universidade venezuelana promove programa de formação de professores de português
A Universidade Pedagógica Experimental Libertador (UPEL) criou um programa piloto para formar professores de língua portuguesa, na cidade venezuela de Maracay (100 quilómetros a oeste de Caracs) e responder à crescente procura do ensino do português no país.
“Estamos entusiasmados porque daremos resposta a uma necessidade que está contemplada na Lei de Educação de Venezuela, para incluir a língua portuguesa desde o ensino primário venezuelano”, explicou Joyce Muñoz.
Em declarações à Agência Lusa, a coordenadora do ensino de línguas na UPEL explicou que “a formação de professores de português é um projeto novo, único na Venezuela”.
“Nas outras universidades os alunos formam-se como professores de inglês e francês, e ficam com algum domínio de outras línguas, aqui somos pioneiros na atualização pedagógica e por isso impulsamos este projeto”, frisou. Continue lendo
Alexa poderá vir a ser um tradutor poliglota em tempo real
Citando “diversas fontes familiarizadas com a matéria”, a Yahoo Finance publicou uma noticia em que diz que a equipa de engenharia responsável pelo popular sistema Alexa está a considerar seriamente adicionar mais capacidades de linguagem à assistente digital. A principal funcionalidade que estará a ser considerada é a tradução em tempo real de diversas línguas.
Claro que a Alexa já consegue traduzir palavras ou frases básicas entre algumas línguas. Mas o objectivo da Amazon será transformar a Alexa num assistente poliglota. Um assistente capaz de diferenciar entre diversas línguas e traduzi-las. Imaginemos o cenário hipotético em que duas pessoas de dois países diferentes que não falam nenhuma língua em comum se encontram numa reunião: a Alexa poderia traduzir em tempo real o que está a ser dito por cada um dos intervenientes. Continue lendo
Acordos de conciliação são escritos em línguas indígenas em Roraima
No início de fevereiro, o juiz Aluízio Ferreira Vieira, do TJ/RR, expediu uma portaria que regulamenta a maneira como devem ser redigidos os termos de conciliação no Polo Indígena de Conciliação Maturuca, localizado na comunidade indígena Maturuca.

De acordo com a norma, os termos de conciliação devem ser redigidos na língua materna das partes, residentes da terra indígena Raposa Serra do Sol. O polo, atualmente, conta com 16 conciliadores, dentre os quais estão professores, agentes de saúde e lideranças das comunidades indígenas de diversas etinias, como Macuxi, Taurepang e Ingaricó.
Segundo o juiz Aluízio Ferreira Vieira, que é coordenador do polo, a portaria regulamentou a prática, que antes era feita de maneira informal. “Desta forma, ficam termos claros e o idioma deles é valorizado.” Continue lendo
O inglês… mesmo que sem acordos ortográficos
Na Eurovisão tivemos a busca efémera do sucesso a sobrepor-se à soberania da língua. Sinal dos tempos…


