Universidade venezuelana promove programa de formação de professores de português

A Universidade Pedagógica Experimental Libertador (UPEL) criou um programa piloto para formar professores de língua portuguesa, na cidade venezuela de Maracay (100 quilómetros a oeste de Caracs) e responder à crescente procura do ensino do português no país.

“Estamos entusiasmados porque daremos resposta a uma necessidade que está contemplada na Lei de Educação de Venezuela, para incluir a língua portuguesa desde o ensino primário venezuelano”, explicou Joyce Muñoz.

Em declarações à Agência Lusa, a coordenadora do ensino de línguas na UPEL explicou que “a formação de professores de português é um projeto novo, único na Venezuela”.

“Nas outras universidades os alunos formam-se como professores de inglês e francês, e ficam com algum domínio de outras línguas, aqui somos pioneiros na atualização pedagógica e por isso impulsamos este projeto”, frisou. Continue lendo

Alexa poderá vir a ser um tradutor poliglota em tempo real

Citando “diversas fontes familiarizadas com a matéria”, a Yahoo Finance publicou uma noticia em que diz que a equipa de engenharia responsável pelo popular sistema Alexa está a considerar seriamente adicionar mais capacidades de linguagem à assistente digital. A principal funcionalidade que estará a ser considerada é a tradução em tempo real de diversas línguas.

Claro que a Alexa já consegue traduzir palavras ou frases básicas entre algumas línguas. Mas o objectivo da Amazon será transformar a Alexa num assistente poliglota. Um assistente capaz de diferenciar entre diversas línguas e traduzi-las. Imaginemos o cenário hipotético em que duas pessoas de dois países diferentes que não falam nenhuma língua em comum se encontram numa reunião: a Alexa poderia traduzir em tempo real o que está a ser dito por cada um dos intervenientes. Continue lendo

Acordos de conciliação são escritos em línguas indígenas em Roraima

No início de fevereiro, o juiz Aluízio Ferreira Vieira, do TJ/RR, expediu uma portaria que regulamenta a maneira como devem ser redigidos os termos de conciliação no Polo Indígena de Conciliação Maturuca, localizado na comunidade indígena Maturuca.

De acordo com a norma, os termos de conciliação devem ser redigidos na língua materna das partes, residentes da terra indígena Raposa Serra do Sol. O polo, atualmente, conta com 16 conciliadores, dentre os quais estão professores, agentes de saúde e lideranças das comunidades indígenas de diversas etinias, como Macuxi, Taurepang e Ingaricó.

Segundo o juiz Aluízio Ferreira Vieira, que é coordenador do polo, a portaria regulamentou a prática, que antes era feita de maneira informal. “Desta forma, ficam termos claros e o idioma deles é valorizado.” Continue lendo

O inglês… mesmo que sem acordos ortográficos

Na Eurovisão tivemos a busca efémera do sucesso a sobrepor-se à soberania da língua. Sinal dos tempos…

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Guiné Equatorial reafirma compromisso com português e condena “críticas fora dos canais competentes”

A Guiné Equatorial reiterou hoje o seu compromisso com a “implantação do português no quotidiano” e afirmou que o “funcionamento” da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) “não permite a crítica fora dos canais competentes”.

A missão permanente da Guiné Equatorial junto da CPLP reage assim, em comunicado enviado à Lusa, a declarações da nova presidente do conselho científico do Instituto Internacional da Língua Portuguesa (IILP), a portuguesa Margarita Correia, que afirmou que “não tem sido muito visível a vontade” de Malabo para difundir o português no país, um compromisso assumido pelas autoridades equato-guineenses aquando da adesão à comunidade lusófona, em 2014. Continue lendo

V Jornadas Pedagógicas de Língua Portuguesa

Após o sucesso das Jornadas anteriores, realizadas na Suécia e na Dinamarca, o Centro Cultural Brasil-Finlândia tem a satisfação de anunciar a realização da quinta edição das Jornadas Pedagógicas de Língua Portuguesa na Finlândia. O evento abordará o Ensino do Português na perspectiva de uma língua pluricêntrica e será realizado na Universidade de Helsinque, de 24 a 26 de outubro de 2018. As Jornadas Pedagógicas têm como objetivo geral promover a troca de experiências e conhecimentos científicos entre professores e pesquisadores das especificidades da Língua Portuguesa atuantes no contexto internacional. O tema central será “O status do Português como uma língua pluricêntrica: contextos e práticas”, constituído por conferências, comunicações individuais e mesas-redondas.

As propostas de trabalho devem ser enviadas até o dia 22 de maio de 2018.

Fonte e informações: V Jornadas Pedagógicas de Língua Portuguesa 

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