OAB defende respeito à demarcação de terras indígenas no Brasil
OAB defende respeito à demarcação de terras indígenas no Brasil
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“A defesa das terras indígenas é de suma importância para o Brasil”, declarou Marcus Vinicius
(Foto: Eugenio Novaes – CFOAB)
Brasília – O presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinicius Furtado Coêlho, expressou preocupação com a situação dos índios ianomâmis que estão tendo suas terras ameaçadas pela presença de garimpeiros e de atividade mineradora. “A defesa das terras indígenas é de suma importância para o Brasil”, declarou Marcus Vinicius. “A OAB encampa todos os esforços para que essa população tenha seus direitos respeitados e assegurados.”
De acordo com reportagem do jornal “O Globo”, uma nova corrida do ouro está em andamento nas terras demarcadas do povo ianomâmi na Amazônia, uma área de 9,6 milhões de hectares. Recentemente, operações da Funai, do Exército e da Polícia Militar retiraram 1.500 garimpeiros, explodiram 22 pistas de pouso e afundaram 84 balsas com minérios retirados da área protegida. O premiado fotógrafo Sebastião Salgado retratou a situação dos índios, inclusive acompanhando rituais fúnebres do grupo.
O jornal também relata projetos que visam flexibilizar e até autorizar a exploração de recursos naturais em terras indígenas, que seria facilitada pela construção de usinas hidrelétricas e estradas na região. Segundo “O Globo”, 54,8% da superfície ianomâmi está requisitada por mineradoras, de olho no artigo 176 da Constituição, que libera a exploração com legislação específica. Também está em andamento uma PEC que determina a revisão das demarcações.
Perú: Proponen medidas a favor del derecho a la comunicación de las comunidades y PP.II.
Perú: Proponen medidas a favor del derecho a la comunicación de las comunidades y PP.II.
Servindi, 25 de junio, 2014.– Un pronunciamiento en el que se demanda al Estado peruano adoptar medidas que garanticen el derecho a la comunicación de las comunidades y pueblos indígenas del Perú suscribió una coalición de instituciones que impulsan la gestación de una Escuela itinerante de Comunicación Indígena e Intercultural.
Perú: Primer Curso de Especialización en Temas de Justicia Intercultural para Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas
Primer Curso de Especialización en Temas de Justicia Intercultural para Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas
Esta capacitación tiene como finalidad desarrollar aptitudes para la interpretación y traducción de lenguas indígenas en materia de justicia.
El Ministerio de Cultura, a través del Viceministerio de Interculturalidad encoordinaciones con la Oficina Nacional de Justicia de Paz y Justicia Indígena (ONAJUP), convocan al “Primer Curso de Especialización en Temas de Justicia Intercultural para Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas” a realizarse en Lima del 14 al 22 de julio del presente año.
El curso de especialización tiene como objetivo desarrollar conocimientos, habilidades y aptitudes, para la interpretación y traducción bilingüe en materia de justicia, a fin de que los pueblos indígenas involucrados en un proceso judicial, y las propias instancias de administración de justicia puedan contar con intérpretes y traductores en lenguas indígenas profesionales que los asistan, contribuyendo con ello a la implementación de sus derechos.
Para más detalles sobre la convocatoria, descargue el siguiente documento en formato PDF.
Fonte: Ministerio de Cultura – Perú
Índio é nós: Mostra de documentários indígenas
Índio é nós – Mostra de documentários indígenas – inicia hoje, 25/06, em São Paulo. Confira abaixo mais informações sobre a mostra, incluindo sua programação.
Índio é nós – Mostra de documentários indígenas. Entrada gratuita.
De 25 a 29 de junho de 2014
Local: Matilha Cultural
Rua Rego Freitas, 542, República
01220-010 São Paulo
Tel. 011 3256-2636
http://www.matilhacultural.com.br
Curadoria: Tatiana Soares de Almeida (Vídeo nas Aldeias)
Organização: Fabio Camarneiro (Universidade Federal do Espírito Santo) e Fabio Weintraub (Índio é nós)
Apoio: Matilha Cultural
Programação
Em defesa dos direitos indígenas e quilombolas e contra a criminalização dos defensores e defensoras de direitos humanos
Em defesa dos direitos indígenas e quilombolas e contra a criminalização dos defensores e defensoras de direitos humanos
As organizações sociais, os movimentos populares, os Defensores e as Defensoras de Direitos Humanos reunidos no I SEMINÁRIO ESTADUAL DOS DEFENSORES E DEFENSORAS DE DIREITOS HUMANOS NO RIO GRANDE DO SUL, que teve lugar nos dias 09, 10 e 11 de junho de 2014, em São Leopoldo/RS, vem a público manifestar-se em defesa dos direitos indígenas e quilombolas e contra a criminalização dos defensores e defensoras de direitos humanos, dos movimentos e organizações sociais populares e suas lideranças.
Esperança para o ensino indígena
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Novas diretrizes para a formação de professores são vistas como o início de uma real política indigenista no Brasil
Por Rosana Villar
Uma nuvem encobriu o Sol na Fazenda Experimental da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e, rapidamente, todas as mulheres da classe, composta principalmente de homens, saíram da sala em direção aos dormitórios. A chuva chegava e as roupas estavam no varal.





