Perú: Primer Curso de Especialización en Temas de Justicia Intercultural para Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas
Primer Curso de Especialización en Temas de Justicia Intercultural para Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas
Esta capacitación tiene como finalidad desarrollar aptitudes para la interpretación y traducción de lenguas indígenas en materia de justicia.
El Ministerio de Cultura, a través del Viceministerio de Interculturalidad encoordinaciones con la Oficina Nacional de Justicia de Paz y Justicia Indígena (ONAJUP), convocan al “Primer Curso de Especialización en Temas de Justicia Intercultural para Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas” a realizarse en Lima del 14 al 22 de julio del presente año.
El curso de especialización tiene como objetivo desarrollar conocimientos, habilidades y aptitudes, para la interpretación y traducción bilingüe en materia de justicia, a fin de que los pueblos indígenas involucrados en un proceso judicial, y las propias instancias de administración de justicia puedan contar con intérpretes y traductores en lenguas indígenas profesionales que los asistan, contribuyendo con ello a la implementación de sus derechos.
Para más detalles sobre la convocatoria, descargue el siguiente documento en formato PDF.
Fonte: Ministerio de Cultura – Perú
Índio é nós: Mostra de documentários indígenas
Índio é nós – Mostra de documentários indígenas – inicia hoje, 25/06, em São Paulo. Confira abaixo mais informações sobre a mostra, incluindo sua programação.
Índio é nós – Mostra de documentários indígenas. Entrada gratuita.
De 25 a 29 de junho de 2014
Local: Matilha Cultural
Rua Rego Freitas, 542, República
01220-010 São Paulo
Tel. 011 3256-2636
http://www.matilhacultural.com.br
Curadoria: Tatiana Soares de Almeida (Vídeo nas Aldeias)
Organização: Fabio Camarneiro (Universidade Federal do Espírito Santo) e Fabio Weintraub (Índio é nós)
Apoio: Matilha Cultural
Programação
Em defesa dos direitos indígenas e quilombolas e contra a criminalização dos defensores e defensoras de direitos humanos
Em defesa dos direitos indígenas e quilombolas e contra a criminalização dos defensores e defensoras de direitos humanos
As organizações sociais, os movimentos populares, os Defensores e as Defensoras de Direitos Humanos reunidos no I SEMINÁRIO ESTADUAL DOS DEFENSORES E DEFENSORAS DE DIREITOS HUMANOS NO RIO GRANDE DO SUL, que teve lugar nos dias 09, 10 e 11 de junho de 2014, em São Leopoldo/RS, vem a público manifestar-se em defesa dos direitos indígenas e quilombolas e contra a criminalização dos defensores e defensoras de direitos humanos, dos movimentos e organizações sociais populares e suas lideranças.
Esperança para o ensino indígena
Esperança para o ensino indígena
Novas diretrizes para a formação de professores são vistas como o início de uma real política indigenista no Brasil
Por Rosana Villar
Uma nuvem encobriu o Sol na Fazenda Experimental da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) e, rapidamente, todas as mulheres da classe, composta principalmente de homens, saíram da sala em direção aos dormitórios. A chuva chegava e as roupas estavam no varal.
Índios e guerrilheiros estiveram na mira da ditadura na Amazônia
Na Amazônia, ditadura matou mais índios do que guerrilheiros
Por José Ribamar Bessa Freire
Na Argentina, elas foram reprimidas por baionetas quando indagaram, em 1977, pelos filhos presos. Os generais golpistas debocharam: “son las locas de Plaza de Mayo”. Obstinadas, não desistiram, continuaram ocupando a Praça de Maio, desfilando o seu protesto semanal diante da Casa Rosada e da catedral até que, finalmente, reconhecidas pela sociedade, contribuíram para o fim da ditadura e a prisão dos torturadores.
No Brasil, vários movimentos nos fizeram ouvir a voz de quem foi silenciado. No entanto, como ninguém entende línguas indígenas, nem se interessa por aprendê-las, não se escuta o clamor dos índios, seja de mães indígenas por seus filhos ou de índios por seus pais desaparecidos. Desta forma, os índios, sempre invisíveis na história do Brasil, ficaram de fora das narrativas e não figuram nas estatísticas dos desaparecidos políticos. Na floresta, não há praças de maio.
Mas agora isso começa a mudar. O Relatório do Comitê Estadual da Verdade do Amazonas, que será em breve publicado pela Editora Curt Nimuendajú, de Campinas (SP), começou a mapear os estragos, comprovando que na Amazônia, mais do que militantes de esquerda, a ditadura eliminou índios, entre outros, Cinta-Larga e Surui (RO/MT), Krenhakarore na rodovia Cuiabá-Santarém, Kanê ou Beiços-de-Pau do Rio Arinos (MT), Avá-Canoeiro (GO), Parakanã e Arara (PA), Kaxinawa e Madiha (AC), Juma, Yanomami e Waimiri-Atroari (AM/RR).
Ministério Público Federal no AM quer garantir educação ao povo da terra indígena Apurinã em Boca do Acre
MPF/AM quer garantir educação ao povo da terra indígena Apurinã em Boca do Acre
A ação foi proposta após realização da 6ª edição do Projeto MPF na Comunidade.
O Ministério Público Federal no Amazonas (MPF/AM) entrou com ação civil pública na Justiça Federal, com pedido de liminar, para que a União, o Estado do Amazonas e o município de Boca do Acre (distante 1.028 quilômetros de Manaus), providenciem a correta prestação de serviços de educação ao povo da terra indígena Apurinã em Boca do Acre, com a adequação dos processos próprios de aprendizagem, a contratação de professores e a elaboração de material didático com conteúdos relacionados aos conhecimentos do povo indígena. Continue lendo




