SEJEL/AM prestigia Jogos Indígenas do Alto Solimões, em Benjamin Constant
O secretário da Sejel, Manoel Almeida, esteve presente da abertura dos jogos e disse que o esporte ajuda a diminuir a violência nas comunidades
Cerca mil pessoas participaram da abertura da 2ª Copa Indígena do Alto Solimões, em Benjamin Constant, município distante 1.100 quilômetros de Manaus. O evento, que conta com o apoio do Governo do Amazonas, e está sendo realizado na comunidade Filadélfia, área indígena da cidade de Benjamin Constant, e foi inteiramente traduzido para a língua materna dos Tikunas.
Participaram da cerimônia o secretário de Estado de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel), Manoel Almeida; o diretor de Política Intersetorial do Ministério do Esporte, Rafael Azevedo; a gerente de Política de Esporte para a população indígena do Ministério do Esporte, Débora Nascimento; o prefeito de Benjamin Constant, David Nunes; o vice- prefeito de Tabatinga, Plínio Cruz; lideranças indígenas; parlamentares da região; representantes das Forças Armadas; e da Universidade Federal do Amazonas (Ufam). Continue lendo
Pesquisa de Aluno do Uniaraxá é destaque em eventos nacionais

O Encontro Nacional de Engenharia de Produção (Enegep) acontece, anualmente, desde 1981. A partir de 1986, passou a ser organizado pela Associação Brasileira de Engenharia de Produção (Abepro); Entidade que agrega profissionais, pesquisadores, estudantes e professores interessados no desenvolvimento da Engenharia de Produção no país. Continue lendo
Luiz Bolognesi retorna à temática indígena na animação ‘O ESTRANGEIRA`
Após uma passagem bem-sucedida pelo documentário com “Ex-Pajé“, Luiz Bolognesi retorna à animação com “O Estrangeira”. A produção será apresentada no Festival de Annency, na França, no próximo dia 14 de junho. O projeto feito no clássico 2D é produzido pela Filme de Papel, de Alê Abreu (“O Menino e o Mundo”), e a Buriti Filmes, de Laís Bodanzky (“Como Nossos Pais”). As informações são do site da Variety. Continue lendo
Cinema é uma arma de luta para os povos tradicionais, diz diretora
O cinema e a narrativa cinematográfica são uma arma de luta para os povos tradicionais, pois são as suas memórias que colocamos nas histórias. A afirmação é da cineasta e ativista Dagmar Talga, que lançou o filme O Voo da Primavera como parte da programação do 20º Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica). O evento aconteceu até dia 10/06 na cidade de Goiás.
“A grande mídia não fala nada sobre esses povos e o cinema é um caminho que, nos últimos tempos, expressa mais a vida desses oprimidos nessa sociedade desigual”, disse. “E temos que entender o papel dessa opressão, não é só pela grande mídia, mas pela economia, política e até pela religião”, complementou.
O Fica é um evento onde todos os povos têm espaço. Durante a última semana, filmes produzidos por representantes de comunidades tradicionais e indígenas foram exibidos na Mostra Cinema dos Povos do Cerrado. Continue lendo
Acordos de conciliação são escritos em línguas indígenas em Roraima
No início de fevereiro, o juiz Aluízio Ferreira Vieira, do TJ/RR, expediu uma portaria que regulamenta a maneira como devem ser redigidos os termos de conciliação no Polo Indígena de Conciliação Maturuca, localizado na comunidade indígena Maturuca.

De acordo com a norma, os termos de conciliação devem ser redigidos na língua materna das partes, residentes da terra indígena Raposa Serra do Sol. O polo, atualmente, conta com 16 conciliadores, dentre os quais estão professores, agentes de saúde e lideranças das comunidades indígenas de diversas etinias, como Macuxi, Taurepang e Ingaricó.
Segundo o juiz Aluízio Ferreira Vieira, que é coordenador do polo, a portaria regulamentou a prática, que antes era feita de maneira informal. “Desta forma, ficam termos claros e o idioma deles é valorizado.” Continue lendo
Pesquisadores da UFU lançam dicionário que explica significados de termos de origem indígena utilizados no Triângulo Mineiro
Ipê, Paranaíba e Uberaba são nomes que constam no estudo que teve início em 1999.
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O livro “Toponímia Tupi da região de Uberlândia” foi disponibilizado gratuitamente es escolas de Uberlândia (Foto: Daniel Pompeu/Divulgação)
Ipê, Paranaíba e Uberaba são um dos termos indígenas presentes no dia a dia de quem vive no Triângulo Mineiro. Para saber o significado dessas nomenclaturas de origem tupi, pesquisadores da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) lançaram um dicionário com origens, significados e aspectos histórico-culturais desses nomes.
O livro “Toponímia Tupi da região de Uberlândia no Triângulo Mineiro” foi lançado em abril deste ano e traz centenas de nomes de cachoeiras, rios, ruas, bairros e lugares presentes em Uberlândia e cidades do Triângulo Mineiro com origem tupi e seus respectivos significados. Continue lendo



