Política Linguística

Coordenadora do IPOL participa de mesa sobre políticas linguísticas para o ensino de português e espanhol

Coordenadora do IPOL participa de mesa sobre políticas linguísticas para o ensino de português e espanhol

encontro-letras-fozA coordenadora do IPOL, Rosângela Morello, juntamente com Matilde Scaramucci (UNICAMP) e Maria Teresa Celada (USP), participará da mesa-redonda “Políticas Linguísticas para o Ensino de Português e Espanhol”.

A mesa-redonda, a se realizar no dia 10 de outubro, sexta, das 10 às 12h, na Unioeste – Campus Foz de Iguaçu-PR, faz parte da programação do VIII Encontro Internacional de Letras “Línguas, Linguagens, Cultura e Ensino: o cruzamento de fronteiras imaginárias”, que inicia dia 07 e termina dia 11 de outubro.

Para maiores informações acesse aqui o site do evento.

Expertos europeos evaluarán la Carta de las Lenguas Minoritarias

Expertos europeos evaluarán la Carta de las Lenguas Minoritarias

Servicio Zuzenean del Gobierno vasco, que ofrece atención en euskera a los ciudadanos que lo soliciten.

Servicio Zuzenean del Gobierno vasco, que ofrece atención en euskera a los ciudadanos que lo soliciten.

Un comité del Consejo de Europa analizará junto a miembros del Gobierno vasco su grado de cumplimiento

BILBAO – Por segundo año consecutivo, el Gobierno vasco ha tomado parte en el Congreso para la Normalización Lingüística organizado por el Consello da Cultura Galega. El viceconsejero de Política Lingüística, Patxi Baztarrika, acompañado de Jokin Azkue, director de Promoción del Euskera, analizaron el último informe de evaluación de España sobre el grado de cumplimiento de la Carta Europea de las Lenguas Minoritarias o Regionales.

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Importância do IPOL no reconhecimento da Língua Guarani Mbya como referência cultural brasileira é destacada em reportagem

ipol15anosA importância da atuação do IPOL no recente reconhecimento da Língua Guarani Mbya como referência cultural do Brasil pelo IPHAN foi destacada em reportagem veiculada hoje no site Centro de Trabalho Indigenista (CTI). O texto afirma que pela primeira vez o reconhecimento de línguas como referência cultural foi realizado a partir de projetos-piloto, sendo um deles o protagonizado pelo IPOL, que seguiu a metodologia do Inventário Nacional da Diversidade Linguística (INDL) em parceria com as lideranças das comunidades Guarani de seis estados brasileiros. A notícia apresenta também um depoimento de Rosangela Morello, coordenadora do Inventário Guarani Mbya e atual coordenadora do IPOL, além de referenciar o livro-DVD resultante do inventário da Língua Guarani bem como a Revista do Inventário da Língua Guarani Mbya (ILG), que apresenta textos do encontro, também organizado pelo IPOL na cidade de Florianópolis em 2011, em que foram apresentados os resultados e discutidos os encaminhamentos do inventário. Dentre os textos produzidos a reportagem destaca o documento final do encontro, no qual os guarani aprovaram os resultados e reforçaram seu desejo de reconhecimento da língua Mbya como referência cultural brasileira.

A seguir apresentamos o texto da reportagem.

Língua Guarani Mbya reconhecida como referência cultural brasileira

Rafael Nakamura, CTI

Recentemente o Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), por meio do Inventário Nacional de Diversidade Linguística (INDL) reconheceu a língua Guarani Mbya como referência cultural brasileira. A aprovação ocorreu em reunião realizada no início de setembro na sede do IPHAN. Junto com o Guarani Mbya foi reconhecida a língua Assurini do Trocará, ambas línguas indígenas do tronco Tupi, família Tupi-Guarani. Além destas, o INDL também reconheceu como referência cultural o Talian, língua falada pelos descendentes de imigrantes italianos no Brasil.

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Seminário Ibero-Americano de Diversidade Linguística

Seminário Ibero-Americano de Diversidade Linguística

seminarioO Seminário Ibero-Americano de Diversidade Linguística será realizado em Foz do Iguaçu-PR, nos dias 17 a 20 de novembro de 2014 e pretende ser um marco na discussão de políticas públicas para a salvaguarda da diversidade linguística dos países Ibero-americanos.

O evento foi planejado para atender a dois objetivos: possibilitar a reflexão sobre as experiências e iniciativas desenvolvidas pelos países nesse campo, entre as quais se encontra a política brasileira para a diversidade linguística, criada pelo Decreto nº 7387/2010, sob a Coordenação do Ministério da Cultura; e propiciar um espaço de levantamento, sistematização e análise de experiências e iniciativas voltadas à promoção do espanhol e do português como segundas línguas dos países Ibero-americanos, assim como nos Estados Unidos, Canadá, Caribe e África Lusófona.

O Seminário acolherá ainda os seguintes eventos: o Encontro de Autoridades Ibero-Americanas sobre Políticas Públicas para a Diversidade Linguística, reunindo representantes de todos os países que integram a comunidade ibero-americana, e o Fórum ‘Línguas, Culturas e Sociedades’, organizado pela Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA).

Para maiores informações, acesse aqui a página do evento.

Prioridade às línguas minoritárias em três países: Quênia, Hungria e Espanha

Prioridade às línguas minoritárias

Reportagem destaca a situação de línguas minoritárias em três países: Quênia, Hungria e Espanha.

Assista ao vídeo com a reportagem.

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Nova página do site Linguasur: Legislação e política linguísticas da Argentina

Nova página do site Linguasur: Legislação e política linguísticas da Argentina

linguasurLa página del proyecto Linguasur, con legislación lingüística argentina, desde hoy se llama www.linguasur.com.ar

Linguasur es una creación del proyecto de investigación “La regulación oficial de la situación lingüística argentina: un estudio de la legislación lingüística desde la sociología del lenguaje” con sede en el Instituto de Lingüística de la Facultad de Filosofía y Letras de la Universidad de Buenos Aires, financiado por UBACyT (F-406, programación 2008-2010).

Integrantes: Roberto Bein (director), Fabia Arrossi, Natalia Bengochea, Mariángeles Carbonetti, Eugenia Contursi, Fabiola Ferro, Laura González, Agnieszka Ptak, Gabriela Rusell, Florencia Sartori, Luciana Velloso y Romina Zamborain.

Sus antecedentes son el Banco de Datos Mercolingua, iniciativa del Grupo de Trabajo de Políticas Lingüísticas del Mercosur impulsado y financiado en 2001 por el entonces Ministerio de Cultura y Educación argentino y continuado como parte de los proyectos de investigación UBACyT F-043 (2001-2003) y UBACyT F-206 (2004-2007), dirigidos por Elvira Narvaja de Arnoux y codirigidos por Roberto Bein.

Fonte: Linguasur

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