Política Linguística

Portugal deve seguir as regras do Novo Acordo Ortográfico

acordo_jhPortugal deve seguir as regras do Novo Acordo Ortográfico

Nova ortografia já é muito usada nos dois países, Brasil e Portugal.
Documentos oficiais de Portugal já têm que obedecer a nova grafia.

André Luiz Azevedo
Lisboa, Portugal

Termina nesta quarta-feira (13) o prazo de seis anos para os portugueses adotarem o jeito de escrever do Novo Acordo Ortográfico. No Brasil, a fase de transição termina oficialmente em 1º de janeiro se 2016. A nova ortografia já é muito usada nos dois países. Mas em Portugal, ainda tem muita gente que contesta o Acordo Ortográfico.

Assista aqui ao vídeo da reportagem veiculada no Jornal Hoje de 12/05.

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Novo Acordo Ortográfico causa mudanças mais significativas no português brasileiro

Acordo-OrtograficoNovo Acordo Ortográfico causa mudanças mais significativas no português brasileiro

“O português de Portugal vai deixar de usar o que chamamos de consoantes mudas. Porém, acho que as duas mudanças mais significativas para o português brasileiro representam perda maior, porque são ligadas à maneira com que os brasileiros pronunciam as palavras. É diferente do caso das consoantes mudas que não são pronunciadas”, afirmou Fiorin à Lusa.

O doutor em linguística referiu-se ao fim do uso do trema, que indicava quando a letra u deveria ser pronunciada após as letras q e g, e a queda do acento da base aberta dos ditongos ei e oi em palavras paroxítonas, como em ideia (que, sem o novo acordo, no Brasil seria grafada como idéia).

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Guiné-Bissau: Acordo Ortográfico tem ‘sim’ do Estado mas é desconhecido pela população

reutersGuiné-Bissau: Acordo Ortográfico tem ‘sim’ do Estado mas é desconhecido pela população

O Acordo Ortográfico da língua portuguesa foi ratificado pelo Estado guineense mas o uso do mesmo é desconhecido pela maioria da população, defenderam docentes de português na Escola de Formação de Professores de Bissau.

Segundo os docentes da língua portuguesa na Escola Normal Superior Tchico-Té (Escola de Formação de Professores), o Acordo Ortográfico “é um mistério” na Guiné-Bissau pela forma como terá sido ratificado em 2011 “sem o conhecimento de quase ninguém”.

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Angola mantém em aberto ‘sim’ ao Acordo Ortográfico

angolaAngola mantém em aberto ‘sim’ ao Acordo Ortográfico

O Governo angolano continua sem se pronunciar sobre a ratificação final do novo Acordo Ortográfico da língua portuguesa, numa altura em que Portugal se prepara para tornar obrigatória a sua utilização no país.

As últimas informações sobre o processo, divulgadas pela Coordenadora Nacional do Instituto Internacional de Língua Portuguesa (IILP), Ana Paula Henriques, referem que Angola pretende a “correção de bases identificadas como carentes de informação suficiente técnica e científica”, de forma a fazer uma “gestão da língua sem constrangimentos”.

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A 13 de maio chega ao fim transição para Acordo Ortográfico em Portugal

adeusA 13 de maio chega ao fim transição para Acordo Ortográfico

Na quarta-feira cumprem-se os seis anos do período de transição para a aplicação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, tendo em conta a data de 13 de maio de 2009, que marca a entrada em vigor em Portugal.

O Acordo Ortográfico (AO) é uma convenção internacional, que em Portugal foi aprovada por resolução da Assembleia da República em 2008.

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Dissertação discute integração e identidade fronteiriça do Mercosul no âmbito do Programa Escolas Interculturais Bilíngues de Fronteira (PEIBF)

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Escolas participantes do PEIBF em Dionísio Cerqueira-SC-Brasil e Bernardo de Irigoyen-Misiones-Argentina (março de 2005) – Foto: Stela Maris Veiga (PEREIRA, 2014, p. 110).

Dissertação discute integração e identidade fronteiriça do Mercosul no âmbito do Programa Escolas Interculturais Bilíngues de Fronteira (PEIBF)

A dissertação de mestrado intitulada Programa de escolas interculturais bilíngues de fronteira: integração e identidade fronteiriça foi defendida no ano passado em Florianópolis-SC por Stella Maris Meira da Veiga Pereira, aluna do Programa de Pós-Graduação em Geografia, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis-SC, sob a orientação da Profª. Drª. Leila Christina Duarte Dias.

O trabalho de Stela Maris Veiga na fronteira teve início quando foi pesquisadora do IPOL. Vale lembrar que o IPOL participou do PEIBF entre 2005 e 2010 realizando assessoria pedagógica e técnica, bem como os primeiros diagnósticos sociolinguísticos sobre as línguas e suas comunidades de falantes das regiões de fronteira com a Argentina inicialmente e depois com o Paraguai, o Uruguai e a Venezuela.

Acesse aqui a dissertação na íntegra.

Apresentamos a seguir o Resumo da dissertação.

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