Estudo revela que cantar ajuda no aprendizado de língua estrangeira
Pessoas que cantam para aprender línguas estrangeiras fixam o vocabulário com mais facilidade e por mais tempo. Falantes do inglês que participaram do estudo aprendem húngaro com mais facilidade
Um estudo realizado pela Escola de Música da Universidade de Edimburgo, na Escócia, concluiu que cantar em uma língua estrangeira ajuda no aprendizado desse idioma. A pesquisa trabalhou com o idioma húngaro, considerado um dos mais difíceis e diferente para os europeus.
Brasileiro tem desempenho ruim em língua inglesa
Segundo reportagem da revista Veja, num estudo feito em 76 países, o Brasil ficou em 67º lugar numa avaliação de conhecimento da língua inglesa. Numa escala de 0 a 10, nossa média ficou em 2,95. A Índia obteve 5,6, a Rússia 3,6 e a China, 4,4, sendo para os chineses aprenderem inglês é muito mais difícil, pois na língua deles não há alfabeto, tendo então, eles têm de aprender tudo do zero.
X CONSIPLE – Primeira Circular
Contemporaneamente, refletir sobre o ensino e a formação de professores de português LE/L2 obriga a pesquisadores, professores, estudantes, gestores e demais profissionais da área a considerar os contextos multiculturais e complexos nos quais esses processos têm lugar, além de examinar o papel que essa língua desempenha hoje no mundo globalizado. Necessitamos, sobretudo, construir uma agenda política, visando à adoção de medidas multilaterais e compartilhadas de gestão linguística – estratégia fundamental para a valorização e a promoção do português como língua de cultura(s) e de crescente projeção no mundo.
O X Congresso Internacional da SIPLE (X CONSIPLE) será organizado, portanto, sob o tema geral Vidas em Português – Políticas Multilaterais para o Ensino e a Formação em PLE/PL2, o que o faz ter, no momento, grande importância política para o desenvolvimento de debates e a proposição de ideias que contribuam para a promoção de ações na área do ensino e da formação de professores de português em uma perspectiva multilateral, partilhada e policêntrica.
Escolas terão que implantar LIBRAS como disciplina curricular
O projeto Escola Acessível, Caminhos para o Bilinguismo propõe que até 2021 todas as escolas da rede municipal de Rio Branco incluam a Linguagem Brasileira dos Sinais (Libras) como disciplina curricular. A implantação teve início no ano passado, quando a Secretaria Municipal de Educação e o Ministério Público firmaram acordo através de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC).
Colóquio de Letramento e Linguagem reúne exposição de pesquisas na Faced (UFJF)
“Letramentos múltiplos: desafios da formação de professores e do aluno da educação básica” é o tema principal do II Colóquio de Letramento, Linguagem e Ensino, organizado pelo Grupo de Pesquisa Fale, em parceria com a Faculdade de Educação (Faced) da UFJF. O colóquio será realizado de 20 a 22 deste mês, na própria Faced. A coordenadora do grupo de pesquisa e do evento, Tânia Magalhães, informa que os participantes farão reflexões à respeito do ensino da língua nas escolas. “A expectativa é de que as discussões e propostas para sala de aula não fiquem só na teoria, mas que sejam apresentadas questões práticas também”.
Professora desenvolve livro para a alfabetização de alunos com surdez
O material alfabetiza com linguagem de sinais e português escrito. Segundo intérprete de libras, metodologia facilita o aprendizado.
A professora Adeilsa Nevesde desenvolveu um livro para alunos com deficiência auditiva, em Iúna, na região Sul do Espírito Santo. O livro alfabetiza por meio da linguagem de sinais e português escrito. Segundo a docente, não havia nenhum material didático adequado para os alunos e, por isso, usou a experiência adquirida em sala de aula para escrever o livro.


