Diversidade linguística

Sobem para 215 milhões os falantes de português a usar o Acordo Ortográfico

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Imagem CPLP

A aplicação do Acordo Ortográfico a partir desta sexta-feira no Brasil eleva para 215 milhões os falantes de Português a usar a nova grafia, mas a norma está em diferentes estágios de implementação nos vários países que a ela aderiram. O Brasil, que assinou o acordo em Lisboa a 16 de dezembro de 1990 e o ratificou a 18 de abril de 1995, terminou, no último dia de 2015, o período de transição, tornando a norma obrigatória a partir de hoje. Dos 215 milhões, a grande fatia cabe ao Brasil, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística estima ter 204.450.649 habitantes, seguindo-se os 10,3 milhões de portugueses, em números redondos facultados em julho passado pelo Eurostat, e os 512.096 cabo-verdianos, segundo um levantamento efetuado em 2013 pelo Instituto Nacional de Estatística de Cabo Verde. 

Fonte: Correio da Manhã

Hip Hop in Aka – Songe Nimasow

Songe Nimasow and friend Khandu Degio rap in the endangered Aka language of Arunachal Pradesh, India.
recorded by Dr. K. David Harrison with the Enduring Voices Project with National Geographic.

Living Tongues Institute

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We are a non-profit research institute dedicated to documenting endangered languages around the world. Founded by linguist Dr. Gregory D. S. Anderson, the Living Tongues Institute’s objective is to promote the documentation, maintenance, preservation, and revitalization of endangered languages worldwide through linguist-aided, community-driven, multimedia language documentation projects.

Saiba mais sobre o Living Tongues Institute.

Exposição no Rio de Janeiro tenta impedir desaparecimento de línguas indígenas

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Fonte: EBC

A iniciativa se baseia na história de um papagaio que aprendeu a falar o idioma de uma tribo já extinta.

Este vídeo foi publicado em 10 de fev de 2015.

Fonte: TV Brasil

Le bilinguisme précoce, rempart contre le racisme

Apprendre une langue très jeune rend plus ouvert et tolérant: voici la conclusion d’une étude dirigée par Krista Byers-Heinlein, chercheuse à l’université Concordia, à Montréal, parue dans l’édition de mars 2015 de la revue Developmental Science.

La chercheuse a mené une expérience auprès de 48 enfants, bilingues et monolingues, âgés de cinq ans. « Nous leur avons raconté l’histoire suivante : Benjamin est né de parents chinois, mais a été adopté immédiatement par des Anglais. Quelle langue va-t-il parler, anglais ou chinois ? Les bilingues tendent à penser qu’il va parler anglais. Tandis que la majorité des monolingues répondent qu’il va parler chinois. »

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Revitalização de línguas nativas

Por Jussara Mangini, de Manaus

Agência FAPESP – Das cerca de 180 línguas nativas atualmente em uso no Brasil – aquelas empregadas tradicionalmente por povos indígenas antes do contato com os não-indígenas –, pelo menos 21% estão seriamente ameaçadas de desaparecer em curto prazo, devido ao número reduzido de falantes e à baixa taxa de transmissão para novas gerações, segundo pesquisadores.

Um caminho para tentar reverter esse quadro seria a formulação e aplicação de uma Política Linguística e Científica. Essa foi uma das principais conclusões da mesa-redonda “Línguas Nativas da Região Norte: perspectivas para a sua documentação, manutenção e pesquisa”, realizada na 61ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), em Manaus.

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