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Inglês sem Fronteiras – Selecionados 5,5 mil estudantes para a primeira edição do curso

A primeira edição do programa Inglês sem Fronteiras selecionou 5,5 mil estudantes de 40 universidades federais para fazer cursos de inglês nos núcleos de línguas (NucLi) dessas instituições. Presenciais e gratuitos, os cursos começam nesta segunda-feira, 20. A presença do universitário na sala de aula é condição para garantir a vaga. O vice-presidente do núcleo gestor do Inglês sem Fronteiras do Ministério da Educação, Waldenor Barros Moraes Filho, também coordenador do programa na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), lembra aos universitários que não conseguiram vaga nesta edição que o próximo processo seletivo será aberto no dia 31 próximo e se estenderá até 13 de fevereiro.

Serão 10 mil vagas nos núcleos de línguas de 43 instituições federais. Desse total de universidades credenciadas, apenas três não formaram turma para essa primeira edição do programa.

Para concorrer, o candidato deve observar os requisitos:

• Ser estudante de graduação, mestrado ou doutorado, com matrícula ativa nas universidades federais credenciadas como núcleos de línguas.

• Ser estudante participante e ativo no curso My English, on-line, níveis 2, 3, 4 ou 5, cuja inscrição tenha sido validada com até 48 horas de antecedência à inscrição no núcleo de línguas.

• Ter concluído até 90% do total de créditos da carga horária do curso.

Os cursos abordam o desenvolvimento de habilidades linguísticas e a preparação para exames internacionais de certificação de fluência em língua inglesa. A carga horária estabelece quatro aulas de 60 minutos em pelo menos dois encontros na semana, em locais e horários definidos pela universidade ofertante. A duração dos cursos varia de 30 a 120 dias. Leia Mais

Cuiabá e a 1ª cidade-sede da copa a contar com boletim de ocorrência em três línguas

Mato Grosso é o primeiro estado brasileiro com cidade-sede da Copa do Mundo a ter uma delegacia virtual com registro de boletim de ocorrência em três línguas: Português, Espanhol e Inglês. É o que revela uma pesquisa da Coordenadoria de Tecnologia da Informação, da Secretaria de Estado de Segurança Pública, conforme a assessoria de imprensa da Polícia Civil.

A implantação dos idiomas é uma das medidas adotadas pela Polícia Judiciária Civil para atender turistas no Estado, principalmente durante os jogos que Cuiabá sediará no Mundial da Fifa. Os registros em Inglês e Espanhol estão em funcionamento desde o dia 1ª de janeiro de 2014.

A Delegacia Virtual recebeu 49.762 acessos no ano de 2013 e confirmou o registro de 43.018 boletins de ocorrências, sendo 3.732 para furtos simples, 38.887 de documentos, 326 denúncias e 64 comunicações de pessoas desaparecidas.

Em 2012, foram 42.253 acessos e 34.428 ocorrências convalidadas, com o boletim enviado no e-mail do comunicante. A coordenadora da Delegacia Virtual, Benedita Maria Vasco Reis, atribui o aumento dos registros ao fato das pessoas estarem mais adaptadas ao sistema e as facilidades de comunicação com a implantação da segunda versão em 2012. “Neste ano deve aumentar ainda mais, com a conversão do site para o registro também no Inglês e Espanhol”, analisa.
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O mapa de todas as línguas

A iniciativa é de James Trimble, natural do Reino Unido, e permite identificar ligações etimológicas numa Europa dividida por várias línguas. Para tal basta escrever uma palavra em inglês e, após um simples click, verá num mapa como a mesma é escrita e pronunciada em todos os países europeus.

Este mapa de todas as línguas faladas na Europa mostra como as palavras mudam conforme se viaja pelo Continente. Mas há algumas exceções que permitem observar, por exemplo, como nos países da Europa ocidental existem semelhanças. A ideia pertence a James Trimble, natural do Reino Unido, que decidiu criar um mapa capaz de traduzir a mesma palavra, ao mesmo tempo, para todos os países da Europa.

O mapa de todas as línguas

Uma das conclusões é que, por exemplo, ‘banana’ é um termo idêntico entre vários países do Velho Continente, designadamente Portugal, Itália, França, Inglaterra, Irlanda, e outros mais centrais e nórdicos como Alemanha, Croácia, Noruega, Suécia e Islândia. Ainda assim, alerta James Trimble, as traduções da palavra são feitas automaticamente pela ferramenta ‘Google Translate’, pelo que há o risco de nem todas serem corretas.

Experimente aqui.

Fonte: Noticias ao minuto

III Encontro do Grupo de Estudo e Trabalho em História e Linguagem – “Políticas das narrativas políticas”

O III Encontro do GETHL – Política das narrativas políticas objetiva criar um espaço multidisciplinar de discussão, tendo como base a narrativa e seus modos de configuração. É assim que a aparente repetibilidade do nome do evento se dissolve, indicando que toda narrativa é política, a despeito de sua intencionalidade ou demandas próprias, e que toda política atua também por mecanismos narrativos.

http://www.fafich.ufmg.br/hist_lingua/cartaz_IIIEncontro.Jpeg

Para Mais Informações acesse: http://histlingua.wordpress.com/, http://www.fafich.ufmg.br/hist_lingua/ , https://www.facebook.com/events/296260667165690/?source=1

Sons são parte mais importante ao aprender 2ª língua, diz cientista

Um novo estudo de pesquisadores da Universidade de Houston, no Texas (EUA), pode ajudar no ensino e no aprendizado de idiomas. O Dr. Arturo Hernandez, diretor do Laboratório de Bases Neurais do Bilinguismo na universidade, utilizou técnicas comportamentais e métodos de neuroimagem para investigar o aprendizado de uma nova língua em um cérebro bilíngue. Com os resultados, descobriu que uma abordagem “orgânica”, com foco nos fonemas em vez de regras gramaticais, como a de uma criança que aprende a se comunicar, pode acelerar em mais de 20% o estudo da língua.

Com a análise da atividade neurológica de voluntários, a pesquisa revelou que bilíngues e monolíngues utilizam partes diferentes do cérebro para aprender um novo idioma. Enquanto bilíngues usam áreas mais básicas para adquirir vocabulário, monolíngues utilizam regiões mais complexas, no córtex frontal. “O cérebro muda quando as pessoas aprendem um novo idioma”, afirma Hernandez, em entrevista ao Terra, em português.

Autor do livro “O cérebro bilíngue”, lançado neste ano nos EUA, ainda sem versão brasileira, o pesquisador acredita que os resultados das recentes pesquisas sobre o assunto podem alterar drasticamente o método de ensino de uma segunda língua. Para ele, a “decoreba” não é o caminho. ​Cientista estuda como aprendemos uma segunda língua Foto: Arquivo Pessoal / Divulgação Primeiramente, em vez de memorizar e traduzir, deve-se estudar os sons do idioma. “A criança não usa tradução – aprende do zero. É impossível aprender como uma criança, mas o pessoal deve tentar este método implícito”, sugere. “Não tem que estudar. Pode fazer isso sem pensar. Aqui muitos no Ensino Médio podem passar em uma prova de um idioma, mas não conseguem falar. É como aprender as regras de tênis e nunca jogar. Não tem sentido”.

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Pequim promove mandarim e pune línguas de minorias étnicas

Na semana passada, oito tibetanos foram detidos no último esforço na batalha de Pequim contra as línguas e culturas de minorias étnicas.

Os tibetanos têm sido associados a um esforço popular para preservar sua língua e identidade cultural, disse a Radio Free Asia (RFA). A prática de ensino da língua local é considerada ilegal pelas autoridades nas regiões tibetana e uigur, onde o regime chinês busca eliminar todo o aspecto cultural dessas populações, especialmente a língua, e substituí-la pelo mandarim, a língua oficial da China.

Tibetanos foram detidos no município de Karma, onde uma figura religiosa tibetana popular, Khenpo Kartse, foi preso há quase um mês, acusado de realizar atividades anti-Estado, incluindo o ensino da língua tibetana, informaram fontes locais à RFA.

No Tibete, o regime chinês reprime a cultura tibetana, tornando a língua nativa redundante em toda a sociedade, diz a Administração Central Tibetana no exílio. Citando o sistema de ensino, que é inteiramente controlado pelo Partido Comunista Chinês, a administração argumenta que todo o sistema está configurado para atender exclusivamente às necessidades dos imigrantes chineses em vez dos estudantes tibetanos.

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