Marco: UFPA tem primeiro indígena doutor
Marco: UFPA tem primeiro indígena doutor
A tarde deste 20 de novembro de 2015 foi um marco para a inclusão da população indígena na Universidade Federal do Pará (UFPA). Após a defesa de sua tese, Almires Martins Machado, da etnia Guarani, é o primeiro indígena a receber o título de doutor na Instituição, com o trabalho intitulado De Sonhos ao Oguatá Guassú em busca da(s) Terra(s) Isenta(s) de Mal. A apresentação aconteceu em uma Sala, lotada, da Congregação no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas (IFCH), com a presença de docentes, discentes e outros indígenas, além da imprensa televisiva local.
O trabalho de Almires, orientado pela professora Jane Beltrão, no Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA), do IFCH, versou sobre a história de seu povo. “Quando disse na minha aldeia que iria fazer uma tese, me disseram ‘Agora vais escrever a nossa história, de um jeito que os brancos entendam’”, disse o agora doutor.
Câmara estende direito ao uso da língua materna para toda educação indígena
Lei atual assegura às comunidades indígenas a utilização de suas línguas e de processos próprios de aprendizagem apenas no ensino fundamental. Proposta aprovada pelos deputados segue para sanção presidencial
Agência Câmara Notícias – A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (17/11), em caráter conclusivo, o Projeto de Lei 5954/13, do Senado, que assegura a todos os estudantes indígenas – da educação básica, do ensino profissionalizante ou ensino superior – a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem e avaliação.
Acesse aqui a íntegra da proposta PL-5954/2013
Bento Gonçalves-RS sediou o 19º Encontro dos Difusores do Talian e V Fórum da Língua Talian
Nos dias 13, 14 e 15 de novembro de 2015, o município de Bento Gonçalves sediou a 19ª edição do Encontro Nacional dos Difusores do Talian e V Fórum Brasileiro da Língua Talian. Os eventos foram promovidos pela Associação dos Difusores do Talian (ASSODITA) e pela Federação das Associações Ítalo-Brasileiras do Rio Grande do Sul (FIBRA/RS) e reuniram entidades italianas, radialistas e difusores do Brasil.
Na sexta-feira, 13, as palestras foram proferidas por Ana Paula Seiffert, do Instituto de Investigação e Desenvolvimento em Política Linguística – Florianópolis – SC; e José Clemente Posenato – da Universidade de Caxias do Sul – RS.
Indígena de 81 anos aprende a usar computador e cria dicionário para salvar seu idioma da extinção

Conheça Marie Wilcox, uma bisavó de 81 anos e a última pessoa no mundo fluente no idioma Wukchumi. O povo Wukchumi costumava ter uma população de 50.000 pessoas antes de terem contato com os colonizadores, mas agora são somente 200 pessoas vivendo no Vale de São Joaquim, na Califórnia. Sua linguagem foi morrendo aos poucos a cada nova geração, mas Marie se comprometeu com a tarefa de revivê-la, aprendendo a usar um computador para que conseguisse começar a escrever o primeiro dicionário Wukchumni. O processo levou sete anos, e agora que terminou ela não pretende parar seu trabalho de imortalizar sua língua nativa.
O documentário “Marie’s Dictionary”, de Emmanuel Vaughan-Lee, disponível no Youtube (assista aqui ou abaixo), nos mostra a motivação de Marie e seu trabalho árduo para trazer de volta e registrar um idioma que foi quase totalmente apagado pela colonização, racismo institucionalizado e opressão.
Mujeres indígenas del Paraguay reivindican su rol como transmisoras de la lengua materna
Durante un conversatorio realizado este viernes en Asunción por la Secretaria de Políticas Lingüísticas denominado “LA MUJER INDÍGENA COMO TRANSMISORA DE LA LENGUA MATERNA”, mujeres referentes de sus comunidades indígenas del Paraguay ratificaron su rol en la familia como medio de trasmisión de la lengua nativa a sus hijos.
Daniela Benítez del pueblo Nivaclé, quien hace varios años que residen en una zona urbana, afirmó que independientemente al lugar en el que residía con sus hijos y su familia, ella siempre les hablará en su lengua materna. “Nuestra lengua forma parte de nuestro ser, de nuestra cultura, de la forma de actuar y de nuestra forma de comportarnos en sociedad. Donde yo resida con mi familia, igualmente mis hijos aprenderán conmigo la lengua y la seguirán hablando”, destacó.

Reportagem do G1/ES apresenta pomeranos do Espírito Santo negociando frutas e verduras na língua pomerana.
