Governo do Acre elabora lei e realiza consulta pública para tornar oficial o uso do gentílico “acreano”
Governo está realizando, até 13/02, consulta pública sobre o uso dos termos “acreano” e “acriano”. Para participar do abaixo assinado, clique aqui.
Samuel Bryan e Márcia Moreira
O Poder Executivo estadual está elaborando um projeto de lei que poderá tornar o gentílico “acreano” o adjetivo pátrio oficial em todo o Acre. Antes de ser encaminhado para aprovação na Assembleia Legislativa (Aleac), o governo do Estado também realiza uma consulta popular que está disponível aqui.
Por la supervivencia de las lenguas indígenas
Antes de que desaparezcan sin dejar rastros, muchos pueblos indígenas de la región se han lanzado a rescatarlas. Estas son algunas de las novedosas iniciativas latinoamericanas que se presentaron en la ONU para revitalizar las lenguas originarias.
Escucha el reportaje de Radio ONU sobre el tema:
Video: Un llamado para salvar las lenguas indígenas
En este vídeo, indígenas quechua, mapuche y kichwa hacen un llamado en su propia lengua para combatir el racismo y la discriminación que contribuyen a la pérdida de sus lenguas.
Escola pública dos EUA lança programa inédito de imersão em português

Foto: Toru Hanai/Reuters
Alunos de uma escola primária de Brockton, em Massachusetts, EUA, vão ser os primeiros a experimentar um programa de imersão em português, com disciplinas leccionadas em ambas as línguas, para promover o bilinguismo. A directora de educação bilingue para as escolas públicas de Brockton explicou que a iniciativa estará aberta “a qualquer família que queira desenvolver o bilinguismo e a biliteracia” e que “50% da instrução será dada em inglês e 50% será dada em português.”
Através de sorteio, 50 crianças cujos pais tenham concordado com a sua inclusão serão divididas em duas turmas e fazer parte do projecto até ao 5.º ano. Dois professores vão estar responsáveis pelo planeamento do currículo para assegurar a transição entre as duas línguas.
Unilab: Abertas as inscrições para o curso “Introdução aos Estudos de Cultura e História Africana”
A Coordenação de Gestão de Pessoas (Cogep), por meio da Divisão de Desenvolvimento de Pessoal, informa que já estão abertas as inscrições para o I Curso de Difusão Cultural Unilab: “Introdução aos Estudos de Cultura e História Africana”.
Com carga horária de 40 horas, o curso oferece 60 vagas e tem como público alvo os docentes e técnicos administrativos da Unilab. Os interessados podem se inscrever através do link goo.gl/forms/x4KYJNofK1. As inscrições terminam no dia 05 de fevereiro.
“Introdução aos Estudos de Cultura e História Africana” visa construir ações de formação inicial que permitam reconhecer a diversidade e a complexidade das sociedades africanas e desmistificar de vez o olhar negativo sobre a África e os africanos.
Peru reconhece alfabeto de 31 idiomas indígenas

Mapa do século XVI mostra famílias de línguas originárias no Peru
Peru reconhece alfabeto de 31 idiomas indígenas
Daniella Cambaúva
Ao longo de 2015, o Peru reconheceu oficialmente 31 das línguas indígenas existentes no país, onde espanhol é língua mãe de 83,9% dos habitantes. Instituições públicas deverão utilizar as grafias originárias, incluindo certidões bilíngues de nascimento, casamento e óbito, se o cidadão exigir.
No caso peruano, o reconhecimento desses alfabetos é feito por resolução do Ministério da Educação, válida a partir de sua publicação em Diário Oficial. A grafia mais recentemente oficializada, em 7 de janeiro de 2016, foi do kapanawa, falado por 400 pessoas da selva norte do país. Seu alfabeto tem 20 letras.

Inglês está perdendo o seu status de idioma universal da Internet

Um cibercafé em Taiyuan, China – Fonte: Tech Insider
Atualmente, mais da metade da internet está em inglês, mas essa porcentagem pode diminuir no futuro. Esta informação é resultado de uma pesquisa realizada pela FUNREDES, uma organização sem fins lucrativos que estuda o uso da tecnologia no mundo em desenvolvimento.
Em 1996, a pesquisa estimou que 80% do conteúdo online estava em inglês. Menos de uma década mais tarde, ela apontou que esse número caiu para 45%. Vale ressaltar que estas estimativas sequer levam em conta a atividade em redes sociais como o Facebook e Twitter, uma vez que os motores de busca indexam apenas cerca de 30% da web.


