Questões indígenas

Instalação sonora entra em cartaz e revisita línguas indígenas da América Latina

Diversas tribos foram visitadas para compor instalação sonora (Divulgação).

Diversas tribos foram visitadas para compor instalação sonora (Divulgação).

Instalação sonora entra em cartaz e revisita línguas indígenas extintas da América Latina

Mostra “Papagaio de Humboldt” inicia no dia 2 de fevereiro no Oi Futuro Flamengo, no Rio de Janeiro. Conforme diretor da exposição, vozes indígenas foram coletadas em cerca de 14 países

Ver também página sobre a Mostra no site  do Instituto Goethe.

Assim como preservar a biodiversidade de uma nação, conservar a sua diversidade linguística é de suma importância no Brasil, País onde 85% das línguas que eram faladas em meados de 1500 estão praticamente extintas hoje. Para exibir e resguardar esse patrimônio, a instalação sonora inédita “Papagaio de Humboldt” entrará em cartaz a partir do dia 2 de fevereiro nos três andares do Oi Futuro Flamengo, localizado no Rio de Janeiro. “A exposição surge para abordar e revisitar línguas em extinção não só no Brasil, mas na América Latina”, coloca o curador da mostra, o linguista alemão Alfons Hug.

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Suspensão de liminar tem sido usada para violar direitos fundamentais de indígenas

mapa-telespiresUtilização Indiscriminada
Suspensão de liminar tem sido usada para violar direitos fundamentais

Por Felipe Almeida Bogado Leite* e Leandro Mitidieri Figueiredo**

No dia 12 de dezembro de 2013 caiu mais uma medida liminar que impedia o prosseguimento da construção de uma hidrelétrica na Amazônia Legal. Dessa vez, além do impacto ambiental, da ausência de participação da população afetada e da não realização de consulta às comunidades tradicionais atingidas, outro fundamento da medida liminar derrubada chamava a atenção: a inexistência do devido estudo do componente indígena, tendo em conta a presença de índios isolados na área impactada pela Usina Hidrelétrica São Manoel, a ser construída na bacia do rio Teles Pires, na divisa entre Mato Grosso e Pará.

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Nomes em guarani ainda são rejeitados no Paraguai

paraguaiParaguai, uma nação bilíngue que rejeita os nomes em guarani

Apesar de 90% da população paraguaia se comunicar em guarani, o idioma ainda desperta receios em âmbitos como o da administração pública, onde o registro de nomes de pessoas nesta língua pré-colombiana causa desde o assombro até a aberta rejeição.

O nome de Lautaro Ñamandú, com o qual um casal quis registrar seu filho recém-nascido em Assunção, provocou uma reação irada por parte de uma funcionária do cartório civil, que se negou a registrar a criança alegando que “odiaria seus pais” pelos nomes escolhidos.

“A funcionária se tornou muito violenta, nos maltratou, e se negou a registrar nosso filho. Nos disse que este não era um nome para uma pessoa, e nos perguntou que tipo de pais íamos ser”, relatou a Efe Rubén Cáceres, pai da criança.

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Rádio Tupinambá: cultura indígena nas ondas do ar

tupinambaRádio Tupinambá: cultura indígena nas ondas do ar

Entre os dias 19 e 25 de janeiro acontecem as oficinas de formação do projeto Rádio Tupinambá, na Aldeia Tupinambá de Olivença, região Sul da Bahia. Com apoio da Assessoria de Culturas Digitais da Secretaria de Cultura da Bahia, o projeto vai realizar produção de conteúdos radiofônicos informativos, educativos, culturais e de entretenimento que serão transmitidos pelas ondas de rádio no território indígena.

Acesse aqui a página da Rádio Tupinambá no Facebook.

A programação começa com a exibição do filme Uma onda no ar e segue com a montagem dos equipamentos da rádio. Durante toda a semana serão realizadas oficinas de formação de rádiocomunicadores indígenas, responsáveis pela operação da rádio e pela produção, gravação e edição de programas. A expectativa na aldeia Tupinambá de Olivença é de que, com a instalação da rádio, o fluxo de comunicação entre os parentes ganhe nova dinâmica, facilitada pela tecnologia, mas com a voz e o jeito dos Tupinambás, respeitando e valorizando a cultura, os saberes e as tradições indígenas.

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Especialistas pretendem resgatar riqueza oral dos povos indígenas mexicanos

mexicoEspecialistas pretendem resgatar riqueza oral dos povos indígenas mexicanos

Guadalajara (México) – Um grupo de especialistas vai percorrer o México com o objetivo de criar uma audioteca, compilando língua, música e os costumes de comunidades indígenas do país.

O maia, no sudeste, o tarahumara, no norte, e wixárika, no oeste do território mexicano, são algumas das línguas nativas que serão compiladas em “A rota do cervo”, um projeto “sem precedentes”, afirmou à Agência Efe um dos coordenadores do projeto.

“Esta é uma iniciativa civil, e acreditamos que seja a primeira deste tipo. Há dependências que divulgaram estas línguas, mas não há uma audioteca à qual se possa ir para conhecê-las”, explicou Ricardo Ibarra, coordenador de mídia da Rádio Indígena.

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Indígenas que habitam Vale do Javari temem exploração de petróleo na fronteira

'Os indígenas têm manifestado repúdio quanto à exploração de petróleo próximo às suas terras', diz coordenador da Funai na região (Arquivo AC/ Antônio Ximenes)

‘Os indígenas têm manifestado repúdio quanto à exploração de petróleo próximo às suas terras’, diz coordenador da Funai na região (Arquivo AC/ Antônio Ximenes)

Indígenas que habitam Vale do Javari temem exploração de petróleo na fronteira

A exploração quer abrir áreas para atividades privadas de gás de xisto, o que preocupa ambientalistas e indígenas da região pois requer a introdução do ‘fracking’, agressivo método extrativo

Náferson Cruz

Indígenas que habitam a região do Vale do Javari, Oeste do Amazonas, temem que as atividades de empresas mineradoras e petroleiras desenvolvidas próximas ao rio Javari, no lado peruano, causem danos ambientais no lado brasileiro nos próximos dois anos.

O motivo de tanto alarde é que o Governo Federal pretende tirar do papel o plano de exploração de um imenso bloco de 19 mil km², que vai do Norte do Acre ao Sul do Amazonas, situado entre unidades de conservação e as terras indígenas do Javari.

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