Ritual marca formatura dos cursos de línguas indígenas
Ritual marca formatura dos cursos de línguas indígenas
Maria Lúcia Morais
Mais de cem alunos participaram das atividades voltadas para a aprendizagem das línguas mundurucu e nheengatu
Uma grande roda, formada por pessoas de diferentes etnias e matizes culturais, unidas por um mesmo objetivo: resgatar, aprender e vivenciar línguas e práticas culturais reprimidas e perseguidas pelo colonizador europeu. Foi esse gesto de confraternização e celebração entre alunos, professores, familiares, lideranças e simpatizantes da causa indígena, que marcou a formatura dos alunos dos cursos de nheengatu e mundurucu, no último dia 5 de fevereiro, no Prédio Anexo ao Câmpus Amazônia da UFOPA, em Santarém (PA). Um ritual recheado de simbolismos expressos em nheengatu e mundurucu, que se constituiu em um ato de resistência – política, étnica e cultural – contra o preconceito e o processo de extinção dos povos indígenas da Amazônia.
Aldeia indígena recebe médico cubano do Programa Mais Médicos e pela primeira vez tem atendimento exclusivo e em tempo integral
Aldeia indígena recebe médico cubano do Programa Mais Médicos e pela primeira vez tem atendimento exclusivo e em tempo integral
A aldeia tupiniquim Irajá fica localizada a 12 km do centro do município de Aracruz, ao norte do Espírito Santo. Cortada pelo rio Piraquê-açu, que quer dizer “peixe grande” na língua tupi, a aldeia é formada por pouco mais de 560 pessoas que lutam pela sobrevivência do seu povo. Apesar da palavra ser comumente usada como sinônimo de “nacional”, com um apelo pejorativo (“cinema tupiniquim”, “política tupiniquim”), o verdadeiro povo tupiniquim é um dos mais desconhecidos do Brasil. Na aldeia Irajá, os indígenas vivem basicamente da pesca do caranguejo e de outros crustáceos, além da venda de artesanato e do trabalho no setor de serviços no centro de Aracruz.
Estudiante de Medellín-Colombia crea una app para conservar lengua indígena Camëntša
Estudiante de Medellín crea una app para conservar lengua indígena Camëntša
El aplicativo busca conservar la lengua materna de su comunidad de origen, ubicada en Putumayo.
A sus 17 años de edad, Ayda Mile España Jamioy, integrante de la comunidad indígena Camëntša, diseñó un programa de computador por el cual, mediante el juego, se enseña la lengua materna a los menores de los resguardos ancestrales.
El desarrollo conocido como Juatsjinyam, que significa ‘aprendiendo’, surgió cuando España Jamioy culminó su investigación, hace seis meses, para la materia Fundamentos de Programación del segundo semestre de Ingeniería Civil, carrera que cursa en la Facultad de Minas, de la Universidad Nacional sede Medellín. Continue lendo
Séptimo Congreso de Idiomas Indígenas de Latinoamérica
Séptimo Congreso de Idiomas Indígenas de Latinoamérica
El séptimo Congreso de Idiomas Indígenas de Latinoamérica se llevará a cabo el 29-31 de octubre del 2015 en la Universidad de Texas en Austin. Se invitan resúmenes/abstractos sobre investigaciones de cualquier tema acerca de idiomas indígenas. No se aceptarán ponencias ya publicadas. Los temas pueden incluir, pero no se limitan a:
Gramática – Tipología – Antropología Lingüística – Sociolingüística – Planificación Lingüística – Políticas Lingüísticas – Teoría Lingüística – Lingüística Histórica – Mantenimiento O Pérdida Lingüística – Discurso – Literatura Indígena – Colaboración con la Comunidad
Ministerio de Cultura convoca al Primer Encuentro Nacional de Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas del Perú
Ministerio de Cultura convoca al Primer Encuentro Nacional de Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas del Perú
Evento se llevará a cabo en Lima del 20 al 22 de febrero de 2015.
El Ministerio de Cultura convoca al Primer Encuentro Nacional de Traductores e Intérpretes de Lenguas Indígenas del Perú, a realizarse del 20 al 22 de febrero de 2015 en la ciudad de Lima.
El objetivo del Encuentro es evaluar de manera participativa los cursos de formación y el funcionamiento del registro de intérpretes traductores de lenguas indígenas, y fortalecer sus capacidades para mejorar el ejercicio de su rol en el marco de la ley 29735, Ley de Lenguas y la implementación de servicios y programas sociales con pertinencia lingüística.
Indígenas discutem impactos de grandes obras na Amazônia no Fórum Social Mundial da Biodiversidade 2015
Indígenas discutem impactos de grandes obras na Amazônia no Fórum Social Mundial da Biodiversidade 2015
Acesse aqui a página do Fórum no Facebook.
As ameaças aos direitos dos povos indígenas e os megaempreendimentos econômicos na Amazônia” é o tema do debate que acontecerá nesta quinta-feira (29), no Parque do Mindu, das nove às 12 horas, promovido pela Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e outras organizações indígenas da Amazônia. O evento faz parte das atividades do Fórum Social Mundial da Biodiversidade 2015, que acontece de 26 a 30 de janeiro em Manaus (AM).





