Jornada Mundial da Juventude atende em 26 línguas
A fim de facilitar a participação dos participantes vindos de diversos países, a Jornada Mundial da Juventude que ocorre no Rio de Janeiro oferece cursos de catecismo em 26 idiomas diferentes. Serão 273 locais de catequese, conduzidas por bispos selecionados pelo Pontifício Conselho para os Leigos (PCL).
Biblioteca Digital Mundial reúne acervo histórico em sete línguas
O primeiro texto impresso da história, trabalhos científicos árabes sobre o universo da álgebra, a Bíblia de Gutemberg e fotos antigas da América Latina. Esses são apenas alguns dos mais de mil documentos divulgados na Biblioteca Digital Mundial, um projeto da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco) e outras 32 instituições.
Polinésia pede à França o reconhecimento oficial das línguas das ilhas na Assembleia e no Governo
A Assembleia das ilhas do Pacífico pede uma emenda à Constituição francesa. A petição chega depois que o Conselho de Estado francês declarasse ilegais duas leis polinésias porque a sessão parlamentar tinha decorrido em taitiano
A Assembleia da Polinésia Francesa pediu a Paris que emende a Constituição francesa contanto que possa ser oficializado o uso de várias línguas polinésicas na sede do governo e do parlamento das ilhas. Sexta-feira, a Assembleia aprovou uma resolução com 46 votos favoráveis e 11 abstenções.
Where on Earth, geolocalizando todos as línguas faladas no mundo
Hoje já está claro que a geolocalização pode ser aplicada em qualquer âmbito e categoria. Por isso o site web Verbix, página que tem como objetivo principal proteger a diversidade linguística do planeta, apresenta a seção “Where on Earth“, um localizador das centenas de línguas faladas no mundo que podem ser situadas em um Google Map.

Japonês processa emissora de TV por usar muitos termos da língua inglesa

Ele pede indenização de R$ 31 mil pelo excesso de vocabulário estrangeiro utilizado na programação local.
Que a cultura estadunidense está presente no mundo todo sem que muita gente se dê conta disso, é um fato praticamente incontestável. Basta que você repare um pouco nas palavras que acabamos adotando, mas que têm origem na língua inglesa, ou nas marcas que nos acostumamos a consumir quando o assunto é moda, tecnologia e até mesmo alimentação.
No Japão isso também acontece, ainda que se trate de uma língua completamente diferente das ocidentais, inclusive pela forma como é escrita. Palavras como “internet” e “rice” (arroz) são pronunciadas frequentemente pelos habitantes da Terra do Sol Nascente. Lá, isso tem sido questionado por muitos dos moradores e até mesmo por algumas autoridades, como o ministro da Educação.
As línguas de Montréal: bairros anglófonos & francófonos
Guilherme cursa seu PhD em Linguística na McGill University, em Montréal, Québec, no Canadá. E sua experiência ao residir no Canadá vem alimentando seu blog Life In Canada/La Vie Au Canada. No último dia 2 de julho fez uma interessante postagem sobre a distribuição das línguas em Montreal.
O Canadá é bilíngue. Tudo oficial é escrito em inglês e francês; alunos aprendem [pelo menos] ambas as línguas na escola; há universidades que ensinam apenas em inglês, apenas em francês, ou em ambas as línguas.


