Obra sobre línguas étnicas na China é publicada

Uma coleção de livros sobre o estudo das línguas étnicas na China foi publicada para promover a diversidade linguística do país, declarou a Academia Chinesa das Ciências Sociais (ACCS). O livro de três volumes, o primeiro do tipo, abrange os frutos da pesquisa de línguas étnicas chinesas que foram introduzidos desde a fundação da Nova China em 1949, segundo a academia.

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Educação bilíngue para surdos com LIBRAS como primeira opção de língua

Está marcada para março a inauguração da primeira Escola Bilíngue Libras e Português para surdos de Porto Velho. A unidade educacional terá que adotar a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como primeiro opção do sistema de ensino, utilizando o português como segunda língua, conforme o projeto de lei que estabelece diretrizes e parâmetros para a criação da escola.

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Educação estende implementação do ensino do umbundu nas escolas da Baía Farta, em Angola

A implementação do ensino da língua nacional umbumdu será extensivo, no presente ano letivo 2013, a todas escolas do município da Baía Farta (Benguela), afirmou o chefe da Seção de ensino da Direção Municipal da Educação, João Carlos.

Em declarações à Angop, o responsável disse que a língua nacional será dirigida aos alunos da primeira classe das 57 escolas do ensino primário existentes no município.

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Manifesto da APEERJ sobre a situação do ensino de espanhol no Rio de Janeiro

Na qualidade de diretores da Associação de Professores de Espanhol do Estado do Rio de Janeiro (APEERJ), manifestamos a nossa preocupação decorrente do recebimento de notícias referentes ao ensino de espanhol nos sistemas públicos de ensino do nosso Estado, especialmente, na rede estadual e na rede municipal da cidade do Rio de Janeiro.

Em primeiro lugar, é importante recordar o pioneirismo do Rio de Janeiro no que diz respeito ao ensino de espanhol, inclusive no plano legal. Após o processo de redemocratização do país, o nosso estado foi o primeiro a incluir a língua espanhola na grade curricular das escolas da rede, ainda em 1984. A partir de então, foram aprovadas algumas leis sobre a obrigatoriedade do ensino de espanhol na Educação Básica. Em 1989, a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aprovou a Proposta Popular de Emenda ao Projeto de Constituição do Estado do Rio de Janeiro que determina o ensino obrigatório de língua espanhola na Rede Estadual. Tal determinação foi reforçada pela Lei nº. 2447/1995, que tornou obrigatório o espanhol em todas as escolas públicas de ensino fundamental e médio do estado, ou seja, ficou configurado que tanto as escolas públicas municipais quanto as estaduais, seja de ensino médio ou fundamental, deveriam incluir na grade referida disciplina.

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Língua é uma das maiores barreiras entre alunos indígenas e redes de ensino convencionais

Na Escola Classe do Varjão, localizada na periferia de área nobre da capital federal, quatro novatos são a sensação entre os colegas. Pira Taporé (atrás), 13 anos, Kautsará Kaluaná (esquerda), 12 anos, Tsikão Aumari (meio), 9 anos, e Janawá Taujá (direita), 6 anos, os irmãos Kamaiurás, são disputados por crianças curiosas em descobrir mais sobre os meninos indígenas que pouco falam português.

Por um lado, o acolhimento dos alunos acabou com uma das maiores preocupações do pai das crianças, Wary Kamaiurá Sabino, e dos professores: o medo de preconceito. Matriculados desde fevereiro na escola, poucos foram os episódios de “estranheza” envolvendo os indígenas e os colegas. A curiosidade tem sido usada para promover a diversidade e o respeito.

Se a chegada dos novos alunos foi um susto, de início, para a escola, depois transformou-se em desafio e, agora, as professoras responsáveis por educá-los enxergam a presença dos indígenas como um estímulo. E um presente. Lucilene de Oliveira Campos e Dulce Ritter Contini brincam com a língua tupi-guarani para integrar os estudantes.

“Ainda sou aquela professorinha que quer buscar conhecimento, aprender. Estou muito feliz. A aula é uma riqueza”, conta Lucilene. É ela quem aprende as palavras e as histórias do povo Kamaiurá com o irmão mais velho, Pira Taporé, e repassa as informações a Dulce. Nas aulas, as duas apresentam palavras indígenas aos outros e preparam um dicionário português-tupi.

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Ensino de línguas estrangeiras fará parte de reforma do ensino médio

O papel que o ensino das línguas estrangeiras desempenhará na reformulação do ensino médio vai fazer parte dos seminários estaduais que a comissão pretende realizar a partir do mês de abril.

A afirmação é do presidente do colegiado, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). Ele destacou que esse foi um dos pontos da reformulação do ensino médio debatido por secretários de educação de todo o país, reunidos em São Luís (MA) na semana passada. O assunto também foi tema de debate nesta terça-feira (19), em audiência pública na Câmara proposta pelo deputado Francisco Praciano (PT-AM).

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